Eu não sou um número — Sou um homem livre!

Nenhuma série produzida na época de ouro [anos 50 a 70] foi tão estranha como O Prisioneiro, produção inglesa com 17 episódios de 1 hora que a rede americana CBS exibiu entre junho de 1968 e setembro de 1969.

O Prisioneiro

A seqüência de títulos proporciona, no início de cada episódio, toda a informação necessária para entender o que vem a seguir. Por algum motivo que se ignora, um agente secreto inglês é seguido por desconhecidos que o fazem desmaiar com gás. Ao despertar, se encontrará numa aldeia remota, prisioneiro de um grupo de pessoas que apenas sabe-se que querem uma informação secreta.

O prisioneiro tem certa liberdade sem algemas, sem cela, nem guardas armados à vista. Chamado por "Número 6" durante a série, nunca poderá ver o rosto do “número 1”, o chefe da operação.

Mas esta é uma série inglesa e sempre haverá momentos de humor, inteligência e ironia. A mescla de estilos e idéias fazem esta série ser imperdível aos amantes da TV.

Com Patrick McGooham, Fenella Fielding, George Markstein.

Fonte: Retro TV



"Onde estou?"
"Na vila."
"O que vocês querem?"
"Informação."
"De que lado estão?"
"Isso lhe será dito.... Nós queremos informação.
Informação! INFORMAÇÃO!"

"Vocês não a terão!."
"De um jeito ou de outro nós a teremos."
"Quem é você?"
"O novo Número 2"
"Quem é o número 1?"
"Você é o número 6."
"Eu não sou um número — Sou um homem livre!"

Toda vez que assisto essa abertura eu fico com um gostinho de ouvir Iron Maiden.
Depois do "I am not a number — I am a free man!" sempre acabo "ouvindo" mentalmente aquela fantástica introdução de bateria do "titio" Clive em The Prisoner...
Não dá mais prá desassociar...rs

Grande Patrick McGooham! Esse cara é o meu herói! ;)
É bom ver que após 40 anos finalmente The Prisoner tem o destaque que merece como um dos melhores seriados de todos os tempos. Fãs de Lost, vcs não sabem o que estão perdendo! ;P
O seriado era tão instigante, claustrofóbico e misterioso quanto Lost mas era muito mais sofisticado. The Prisoner é a cara da contra-cultura dos anos 60. Homem versus Máquina/ Homem versus o Sistema. podemos lutar contra a máquina, contra o sistema mas poderemos nos libertar das amarras que nós mesmos criamos? Ou seremos para sempre prisioneiros de nós mesmo?
"I am not a number — I am a free man!"

Tai um seriado que eu realmente venero! Mas o preço tá salgado demais, em Euros...doí no bolso, na alma e no corpo...rs
Mas eu pagaria se pudesse. Vale cada centavo.
Será que podemos sonhar com um lançamento nacional algum dia?


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Iron Maiden - The Prisoner

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