24 de outubro de 2007

TURMA TITÃ E FANTOMAS

Mais dois presentes rápidos para download.




Clique na imagem para fazer o download de Turma Titã número 01.



Clique na imagem para fazer o download do número 08 de Fantomas.

O JUDOKA


Clique na imagem para fazer o download das edições 15 e 27.

O primeiro número da revista Judoka com o personagem criado no Brasil foi lançado em outubro de 1969. Na realidade, era a sétima edição dessa publicação, que em suas primeiras seis edições apresentou as aventuras de Judô Master, um personagem americano da Charlton Comics.

16 de outubro de 2007

Fê se recupera...

Fala Povo!!!

Desculpem pelo desaparecimento, mas tenho novidades quanto ao estado da Fê. Ela está melhorando.

Ontem ela retirou a tala de gesso da mão direita, e está usando agora talas com velcro (obrigado por inventar isso NASA).
Ontem ela também começou a fisioterapia.

Vocês não imaginam como está difícil mantê-la longe do computador, mas prometo que dentro em breve (o mais rapidamente possível) ela irá voltar a postar por aqui.

Abaixo algumas de suas palavras:

"Oi pessoal! :)
Estou com saudades de todos e assim que for possível retorno para minha casinha." (o blog, obviamente)

Quem quiser saber mais sobre a Síndrome do Túnel do Carpo (que é o que ela tem) pode visitar o link abaixo, que trás boas explicações sobre a síndrome e o tratamento.

Link para um entrevista do já bastante conhecido Dr. Dráuzio Varella com o Dr. Arnaldo Zumiotti, médico chefe do grupo de traumas do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade São Paulo.

"PS da Fê: Mulheres maiores de 35 anos, cuidado. Saiam da frente do computador, para não acabarem como eu."

"Mas agora falando sério, essa síndrome é muito comum em mulheres acima dessa idade, mas também pode acometer homens. Então, muito cuidado com a postura e ao sinal de qualquer um dos sintomas vão a um ortopedista. Isso é fundamental para uma boa recuperação, pois muitas pessoas acabam com problemas para a vida inteira porque não procuram ajuda."

7 de outubro de 2007

Novidades de hoje

Olá pessoal, a partir de hoje estarei mais presente aqui no Vintage, já que agora estou como colaborador oficial, os posts ficam bem mais fáceis.

A Fê está se recuperando bem, na realidade bem mais rápido do que esperávamos, mas ainda vai demorar um tempo para voltar. Aliás, ela está mandando beijos a abraços para todos os visitantes e agradecendo as mensagens.

Alguns dos posts de hoje (a maioria) foram feitos por ela, já que está conseguindo fazer um pouco de copy/paste. Mas digitar ainda é uma impossibilidade.


Outra novidade é que o irmão dela que sempre foi um dos grandes incentivadores deste blog finalmente criou um. Ela até brincou com ele dizendo que os papéis se inverteram agora, afinal ela virou leitora e ele escritor.

O blog dele está muito legal e trata de muitos assuntos. A descrição, retirada diretamente do blog é esta:

"Um blog onde tudo é possível, desde que de forma sustentável. Politicamente correto ou não. Mas sempre lembrando dessas palavras, que diriam John Lennon, Bono Vox, Pelé (quando encerrou a carreira de jogador), ou mesmo o mestre Jesus (se naquele tempo falasse inglês...): LOVE, LOVE, LOVE!"

E finalmente o link é este: http://oplanetaehnosso.blogspot.com/

Boa sorte.

Brasil lidera em campeonato mundial de games

O brasileiro Rodrigo Nunes, com o nick playArt_SpeedNG, venceu o World Cyber Games e se tornou campeão mundial na categoria Need For Speed: Carbon. O Brasil está liderando o quadro de medalhas da competição.

Na categoria Carom3D o Brasil levou outras duas medalhas, a de ouro com Renan Masserani, o TheVilMan, e a de bronze com Guilherme Cerqueira, o iOi_BR.

O Brasil lidera o quadro de medalhas com duas de ouro e uma de bronze, seguido da equipe americana, com uma de ouro, uma de prata e uma de bronze. Até o final de domingo a competição estará encerrada.

Para saber mais sobre o World Cyber Games, que acontece nos Estados Unidos, visite o site http://www.worldcybergames.com/.

[Revistas] Mundo Estranho 10/2007

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50 anos depois do Sputnik, espaço ainda vê Guerra Fria

RAFAEL GARCIA
da Folha de S.Paulo

Em 4 de outubro de 1957, quando os soviéticos colocaram em órbita o primeiro satélite artificial --o Sputnik-1--, o mundo vivia sob tensão constante. Com a polarização entre EUA e União Soviética, o temor era que o planeta acabasse de um dia para o outro, destruído por armas nucleares. E a corrida espacial foi alimentada pelo medo que essas nações tinham uma da outra.

Hoje, a Guerra Fria não existe mais, mas o clima no espaço ainda está longe de refletir o ambiente de interação globalizada que mudou a economia, a política e a ciência em terra firme. A contrário do que acontece em outras áreas tecnológicas, o país que quiser lançar satélites por conta própria hoje tem de aprender sozinho.

"Os americanos não querem que a tecnologia de lançadores de satélites --que pode ser utilizada para lançar bombas-- caia na mão de determinados países, mesmo que sejam amigos", diz Fernando Ramos, assessor de cooperação internacional do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

"Mesmo quando existe um projeto envolvendo vários países, como a Estação Espacial Internacional, a colaboração se dá mais pela divisão do trabalho do que pela transferência da tecnologia entre os países."

Reeditadas em 2006 pelo governo Bush, as diretrizes do programa espacial dos EUA deixam clara a visão do país. O documento "rejeita qualquer limitação do direito fundamental dos Estados Unidos de operar e adquirir informação no espaço". Americanos "negarão a adversários, se preciso, o uso de capacidades no espaço hostis a interesses americanos".

Sobrou até para o Brasil, que nem está entre os países do chamado "eixo do mal", alvos de sanções dos EUA. O programa sino-brasileiro de satélites de observação da Terra, o CBERS, tem dificuldade de comprar material que passa pelos EUA. "Isso tem ocasionado problemas para o Brasil, sim, desde o início, mas sobretudo depois do ensaio que os chineses fizeram de destruir um satélite em órbita [em janeiro]", diz Ramos, do Inpe, entidade que participa do CBERS.

Apesar de a cooperação ter levado ao sucesso na área de satélites de imagem, os chineses tampouco mostram disposição em ensinar aos brasileiros como fazer foguetes. O Brasil ainda tenta, com orçamento limitado, levar a cabo o programa VLS (Veículo Lançador de Satélites), na infâmia desde a explosão que matou 21 pessoas no Centro de Lançamento de Alcântara (MA), em 2003.

Hoje, apenas EUA, União Européia, Rússia, China, Índia e Japão são capazes de colocar satélites em órbita. Cada um aprendeu a fazê-lo sozinho.

O fim da Guerra Fria, afinal, também não selou uma paz espacial definitiva. "Que existe a possibilidade de uma militarização do espaço não há a menor duvida" afirma o físico e historiador Shozo Motoyama, da USP.
Segundo ele, porém, a revolução das comunicações e a globalização da economia tornam o mundo menos vulnerável a uma polarização como da Guerra Fria. "Acho que isso vai impedir a hegemonia de um único país querendo militarizar o espaço." Para o historiador da USP, o evento que desencadeou a corrida espacial mostrou sobretudo que a ciência ajuda a moldar a geopolítica.

"O Sputnik-1 foi o triunfo de uma política centralizada em direção a um determinado objetivo, e isso fez com que a URSS conseguisse uma vitória num primeiro momento", diz Motoyama. "Enquanto isso, nos países capitalistas, tudo estava ocorrendo de maneira dispersa, também em laboratórios de pesquisa das empresas."

Um "mutirão científico" ocidental já havia sido feito com o projeto Manhattan --que construiu a primeira bomba atômica--, mas o governo dos EUA não dera continuidade a uma política de Estado com direcionamento claro à ciência.

Ouvir os bipes da primeira máquina em órbita, em outubro de 1957, mudou o modo americano de fazer ciência. E isso mudou a cara do século 20.

Documentário conta história do The Who com muito material inédito

Pete Townshend e Roger Daltrey pediram aos fãs que mandassem suas gravações

O documentário Amazing Journey: The Story of The Who, dirigido por Murray Lerner e Paul Crowder, pretende contar a história da banda britânica a partir de gravações ao vivo e de arquivo inéditas, além de trazer entrevistas com fãs como The Edge, do U2, Eddie Vedder, do Pearl Jam, e Noel Gallagher, do Oasis.

O guitarrista do Who Pete Townshend e o vocalista Roger Daltrey contribuíram com imagens de seus arquivos pessoais, e em 2005 pediram aos fãs que enviassem qualquer tipo de material que tinham relacionado à banda. Os dois foram prontamente atendidos e o resultado é, segundo os diretores do filme, uma quantidade bastante considerável de cenas totalmente inéditas, quase a metade delas.

Uma das raridades mais interessantes é a gravação da banda nos idos de 1964, quando ainda atendia por The High Numbers. Os empresários Chris Stamp e Kit Lambert registraram a banda tocando em um hotel de Londres, mas perderam o filme. Eis que em 2004, durante uma faxina na casa do avô em Amsterdã, um fã da banda descobriu a gravação e entrou em contato com os produtores do filme.

Amazing Journey: The Story of The Who sai no dia 6 de novembro nos Estados Unidos.

5 de outubro de 2007

Download dá multa de R$ 400 mil nos EUA

Mulher de 30 anos foi acusada de baixar músicas e compartilhá-las na web.Ela não quis fazer acordos com a indústria fonográfica para encerrar o caso.

Uma norte-americana foi multada em US$ 222 mil (cerca de R$ 401 mil) por compartilhar ilegalmente na internet músicas protegidas por direitos autorais. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (11) pela Justiça de Minnesota.

Jammie Thomas, 30, terá de pagar a seis empresas US$ 9,25 mil por cada um dos 24 arquivos compartilhados ilegalmente na web – o foco do processo ficou concentrado nessas músicas, mas a indústria fonográfica afirma que no total ela poderia responder por 1,7 mil arquivos.

“A decisão envia a mensagem, eu espero, de que baixar e distribuir nossos arquivos não está certo”, afirmou Richard Gabriel, principal advogado das empresas da indústria fonográfica que processaram a mulher. O julgamento durou três dias e, nele, a internauta foi acusada de baixar músicas ilegalmente e oferecê-las a outros usuários via programa de troca de arquivos Kazaa.

De acordo com a agência de notícias Associated Press, essa é a primeira vez que a indústria fonográfica leva aos tribunais o caso isolado de um único internauta. Muitos outros acusados concordaram em fazer acordos com as empresas, pagando alguns milhares de dólares, mas Thomas -- uma mãe solteira de Brainerd (Minnesota) -- alegava que não havia feito nada de errado. Por isso, ela não quis fazer acordos.

“Ela chorou, ficou devastada”, afirmou o advogado de Thomas, Brian Toder. “Ela é uma mulher que depende muito de seu salário. Agora, de repente, ela pode ter um quarto de seu salário comprometido até o fim da vida”, afirmou Toder. Segundo Gabriel, advogado das empresas, ainda não ficou decidido como as companhias receberão o dinheiro.

Desde 2003, as gravadoras processaram mais de 26 mil pessoas por troca ilegal de arquivos na internet. Essa prática, alegam, prejudica as vendas porque permite que os consumidores tenham acesso gratuito às músicas. As empresas envolvidas nesse processo contra Thomas são a Sony BMG, Arista Records LLC, Interscope Records, UMG Recordings, Capitol Records e Warner Bros. Records.

Batalha

Thomas sempre negou as acusações e disse nunca ter aberto uma conta no Kazaa. No processo, as companhias mostraram evidências de que a acusada usava o apelido "tereastarr" para compartilhar músicas nesse sistema. Testemunhas, como um provedor de internet e uma empresa de segurança, confirmaram que o endereço IP da usuária "tereastarr" pertencia a Thomas.

Segundo Toder, no entanto, nunca foi provado se “Jammie se sentou em frente ao computador e usou seu teclado para realizar as ações das quais é acusada”. “Não sabemos como isso aconteceu. Tudo o que sabemos é que Jammie não fez isso.”

A situação de Thomas se complicou pelo fato de ela ter trocado o disco rígido de seu computador, depois de supostamente ter realizado o compartilhamento ilegal de arquivos. Assim, o componente não pôde ser analisado. Se isso tivesse acontecido, especialistas em informática poderiam ter levantado evidências ou comprovado que a mulher nunca havia cometido as ilegalidades das quais foi acusada.

Segundo a indústria fonográfica, Thomas recebeu um aviso em fevereiro de 2005 de que ela estava violando as leis dos direitos autorais. O disco rígido de seu computador foi substituído um mês depois, como ficou provado, e não em 2004, como ela afirmou em seu depoimento.

1 de outubro de 2007

PARADA GERAL!

Olá a todos, aqui é o Lider Optimus (noivo da Fê). Estou escrevendo a pedido dela aqui no blog pois infelizmente ela ficará algum tempo "out".

Ela está com uma crise de tendinite, e como a recuperação é um tanto lenta, ainda não sabemos quando ela vai poder voltar a postar.

Mas não se preocupem, vou passar a escrever aqui de vez em quando.

Outra coisa, caso alguém queira ajudar, enviando links para notícias ou levantando assuntos interessantes, é só entrar em contato.