30 de setembro de 2008

Internautas notam desmatamento maior no mapa do Globo Amazônia

Mapa interativo mostra em tempo real a destruição da floresta. Veja imagens da evolução do desmatamento nas áreas mais críticas.

O crescimento de 133,6% no ritmo de desmatamento da Amazônia não passou despercebido pelos Internautas que utilizam o mapa interativo do Globo Amazônia, que mostra a destruição da floresta em tempo real.

No mapa já é possível observar os focos de derrubada da floresta divulgados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) nesta segunda-feira (29), e protestar contra a devastação da mata.

Mapa interativo Amazônia.vc mostra o aumento do desmatamento a oeste da cidade de Marabá (PA). À esquerda está o desmatamento detectado em julho, e à direita a destruição identificada em agosto. (Foto: Amazônia.vc)

“A situação está feia. No mapa dá para perceber a diferença. Na região central do Pará, há muito desmatamento”, observa o desenhista técnico Adavilson Subirai, 22, que já realizou mais de 23 mil protestos virtuais no Globo Amazônia.

Ele mora em Dois Vizinhos (PR), e acompanha com atenção cada novo foco de destruição que surge na floresta. “Eu sabia que a Amazônia estava sendo desmatada, mas nunca havia me aprofundado no assunto. Quando vi o aplicativo pela primeira vez, me surpreendi pelo número de queimadas e desmatamentos. Para nós, isso é um prejuízo enorme”, reclama.

No município de Novo Progresso (PA), a derrubada da floresta se acentuou nas margens da rodovia BR-163, que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA). (Foto: Amazônia.vc)

A medição dos dados de desmatamento foi realizada pelo sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), que identifica apenas as áreas desmatadas ou degradadas que tenham área maior que 2.500 m². Devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos são detectados, e algumas áreas em que a floresta foi derrubada podem ser identificadas com atraso.

Nas proximidades de Novo Repartimento (PA) – o município que mais desmatou em agosto, segundo o Inpe – a devastação mudou de lugar e se tornou mais forte. (Foto: Amazônia.vc)

Nota da Fê: ainda não tinha visto o funcionamento do sistema 'Globo Amazônia'. Parece ser bem útil. Espero que com isso as autoridades consigam ao menos diminuir o desmatamento e as queimadas.

De qualquer forma o cidadão pode ao menos visualizar o que está acontecendo e cobrar dos governos [municipais, estaduais e federal] atitudes mais enérgicas.

Editoras começam a se adaptar à reforma ortográfica

Edições de dicionários estão sendo revisadas. Solução de todas as dúvidas depende de criação de vocabulário.

As editoras já começam a se adaptar às novas regras de ortografia que começam a valer a partir de 1º de janeiro de 2009. O Ministério da Educação (MEC) deu prazo de até 2010 para que os livros didáticos estejam adaptados às novas normas da língua portuguesa.


Entre as novidades, estão a supressão do trema, a queda de acentos diferenciais e as alterações na regra do hífen. Entenda as mudanças aqui.

A editora do dicionário Aurélio já lançou edições revisadas do dicionário e, para modificar todo o catálogo de livros, contratou um time de 20 revisores que também está em fase de adaptação. “Algumas das novas regras são muito diferentes, então demora um pouco para a gente se adaptar e fazer as alterações”, explica a revisora Valérica Zelik.

Em outra editora, a preocupação é com os professores que vão receber os novos livros. Há 300 títulos em produção e todos, já revisados, estarão em breve nas escolas. Por isso, funcionários estão sendo treinados pra dar cursos a 4 mil educadores de todo o país.

Para a Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros), um dos problemas a serem enfrentados pelas editoras é a administração dos estoques. Dentro do período de transição, cada editora deverá decidir o ritmo da adaptação às novas regras. Mas, de modo geral, os lançamentos de 2009 e as reimpressões, já devem estar de acordo com as mudanças na ortografia.

Em nota, a Abrelivros informou que ainda restam muitas dúvidas sobre a aplicação do acordo ortográfico. Segundo a associação, as divergências só serão resolvidas com a publicação, pela Academia Brasileira de Letras (ABL), do Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa (Volp). Além do trabalho de adaptação e de revisão realizado até agora, as próximas revisões dependem desse vocabulário.

Se por um lado o mercado vê a necessidade de investimentos altos nessa primeira fase do processo de adaptação, por outro a expectativa é boa com relação ao futuro da literatura brasileira.

O otimismo das editoras está na possibilidade de uma maior integração com outros países de língua portuguesa. Esta reforma unifica a escrita em oito países que falam o português: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Nota da Fê: Sei não... Acho essa reforma um tanto desnecessária. Acredito os portugas é que vão sentir mais são. Eu particularmente sou fã do português de Camões com seus 'Pes' e 'Ces' mesmo.

Almanaquinho de Superboy - 1967

Capitão América 1 - Editora Abril

29 de setembro de 2008

A espada selvagem de Conan 31


Nota da Fê: Essa vai em homenagem ao Optimus.

Pink Floyd: Richard Wright morre aos 65 anos de idade


O músico e tecladista Richard Wright, um dos fundadores do grupo de rock progressivo Pink Floyd, morreu nesta segunda-feira (15). A informação foi revelada por um porta-voz do grupo. Wright estava com 65 anos e sofria de câncer.

Wright conheceu os também membros do Pink Floyd Roger Waters e Nick Mason na faculdade. Juntos eles formaram a banda Sigma 6, que viria a se tornar o Pink Floyd.

Richard, ou Rick, entrou para a escola particular Harberdashers, e aos 17 anos foi para a Escola de Arquitetura. Lá conheceu o baixista Roger Waters e o baterista Nick Mason. Fizeram um grupo(Sigma 6), na faculdade e escolheram seis meses depois Syd Barrett para a guitarra.

Wright sempre foi o terceiro compositor e vocalista do grupo, tal como George Harrison nos Beatles, John Paul Jones no Led Zeppelin e John Entwistle no The Who.


Como compositor Wright contribuía com duas ou três músicas por álbum, ou colaborava na estruturação de obras coletivas como "Echoes" ou "Time". Dark Side (1973) representa seu ápice no Pink Floyd: os teclados se equiparam a guitarra de Gilmour e cinco das dez música são de sua autoria. Em Wish You Were Here (1975), onde seus teclados estão onipresentes, Wright trouxe grandes contribuições para o álbum, sobretudo na suíte "Shine on you crazy diamond".

A partir do disco Animals (1977) iniciou-se o processo de domínio do Pink Floyd por Roger Waters, apesar de neste disco Rick Wright ter realizado um competente trabalho no comando dos teclados da banda.

O sucesso começou a afetar as relações pessoais dentro do grupo. Trabalhos solo eram a única saída para os demais integrantes da banda e Wright realizou Wet Dream em 1978, acompanhado por Mel Collins (sax), Snowy Whithe (guitarra), Larry Steele (baixo) e Reg Isadore (bateria).

Quando os Floyd começaram a gravar The Wall em 1979 Roger Waters tinha assumido o total controle da banda. Rick Wright foi afastado do processo de criação e concepção, o que culminou com sua expulsão da banda durante as gravações de The Wall, apesar de mais tarde participar dos shows.

Depois do Pink Floyd, Wright juntou-se com Dave Harris no grupo chamado "Zee" e gravaram "Identity" em 1984.

O retorno de Wright ao Pink Floyd se deu em 1987, nas gravações de A Momentary Lapse Of Reason. Ele chegou no meio das gravações, ocasião em que não trouxe contribuição relevante para o álbum, mas participou da turnê mundial de promoção do disco.

Já em The Division Bell, Rick Wright voltou a participar ativamente do processo criativo, retomando-se a cooperação coletiva que se havia perdido nos anos 70. Wright é co-autor de "Wearing The Inside Out" com Anthony Moore e das músicas "Cluster One", "What Do You Want From Me", "Marooned", e "Keep Talking" com David Gilmour.

Em 1996 Rick Wright lançou seu terceiro álbum, Broken China, gravada no estúdio da sua casa na França. Ele mesmo produziu o disco, junto com Anthony Moore, que também escreveu as letras. Foi mixado por James Guthrie. Participam deste álbum os guitarristas Tim Renwick, Dominic Miller e Steve Bolton, o baterista Manu Katche e o baixista Pino Palladino. E mais, Sinead O'Connor canta em duas faixas - "Reaching for the Rail" e "Breakthrough".

Apesar do papel coadjuvante, é quase consenso entre antigos fãs que os teclados de Richard Wright apresentam-se como elemento fundamental para a constituição do som do Pink Floyd.

Nota da Fê: Carambaaaa!!! Só agora que eu fui saber dessa notícia!

Richard Wright sempre foi meu segundo 'Floyd' favorito [perdendo somente para Nick Mason]. Infelizmente ele sempre foi um tanto injustiçado, já que o pessoal sempre lembra mais do Gilmour e do Waters nas composições, esquecendo sua importância.

Puxa, fiquei chateada... :(

Mundo Estranho 79 setembro de 2008

27 de setembro de 2008

Morre o ator Paul Newman

Norte-americano lutava contra um câncer de pulmão.
Artista premiado com o Oscar estava com 83 anos.

Do G1, em São Paulo

O ator norte-americano Paul Newman, de 83 anos, morreu na sexta-feira nos Estados Unidos, noticiaram neste sábado (27) o jornal "The Oregonian" e a agência de notícias Associated Press. O ator lutava contra um câncer de pulmão.

"A obra de Paul Newman foi a atuação. Sua paixão foi para as corridas de automóveis. Seu amor foi para sua família e amigos. E seu coração e alma foram dedicados a ajudar a fazer do mundo um lugar melhor para todos", disse o vice-presidente da fundação Newman's Own, Robert Forrester, em declaração feita em Westport, Connecticut.

Na primeira semana de agosto, o jornal “The Daily Mail” divulgou que Newman teria poucas semanas de vida e pediu aos seus familiares para deixar o hospital. O jornal citava como fonte um amigo da família.

Leia também: Paul Newman: 50 anos de carreira no cinema

Newman tinha três filhas com Joanne Woodward, com quem foi casado por 40 anos, e outras duas de seu primeiro casamento com Jackie White. Há um mês, a imprensa noticiou que o ator teria pedido para sua filha mais velha, Nell, cuidar dos negócios da família.

Newman anunciou há pouco mais de um ano que estava se aposentando devido à sua idade. Nos últimos anos de vida, Newman vinha se dedicando ao trabalho filantrópico e destinou US$ 250 milhões a diversos projetos no mundo todo.

Ele atuou em cerca de 60 filmes. Ao todo, recebeu nove indicações ao Oscar, mas só levou a estatueta de melhor ator em 1986, pelo filme "A cor do dinheiro", no qual fez o mesmo papel pelo qual foi indicado ao prêmio em 1961, no filme "Desafio à corrupção".

Newman também dirigiu carros de corrida e criou uma linha de produtos alimentícios, a Newman's Own, que tem seu nome e seu rosto nos rótulos - os lucros são integralmente doados para a caridade.

26 de setembro de 2008

Mulher Maravilha - 236

Filme para TV, Nick Fury será lançado em DVD

Nick Fury - Agent of Shield foi exibido na TV norte-americana em maio de 1998. O filme será lançado em DVD, pela primeira vez, em 30 de setembro.


No papel do mais famoso agente secreto da Marvel Comics está David Hasselhoff (aquele canastrão da Supermáquina e de S.O.S. Malibu - ou Baywatch, em inglês).

O filme de 120 minutos foi escrito por David Goyer, responsável por coisas boas como Batman - Cavaleiro das Trevas, e ruins como Blade Trinity, e dirigido por Rod Hardy.


Neste filme, Fury sai de sua aposentadoria para enfrentar Madame Hydra (que aqui é a filha do Barão Strucker e não é a mesma personagem dos quadrinhos) e seus capangas, um enredo que está próximo das HQs (é praticamente assim que Fury assume a direção da S.H.I.E.L.D.).


Vários personagens dos quadrinhos participam do episódio, como Condessa Valentina 'Val' de Allegro Fontaine (papel de Lisa Rinna); Madame Hydra (ou Viper, como também é conhecida), neste caso era a vilã Andrea Von Strucker (Sandra Hess). Outros membros da família Strucker que participam são Werner Von Strucker (Scott Heindl) e o Barão Wolfgang Von Strucker (Campbell Lane), fundador da Hydra; Alexander Goodwin Pierce (Neil Roberts); Timothy Aloysius 'Dum-Dum' Dugan (Gary Chalk); Gabriel Jones (Ron Canada); e Gail Runciter (Stellina Rusich).

Nota do Optimus: Esse filme é uma coisa... Clássico trash. Hehehe. A notícia foi retirada do UniversoHQ.

25 de setembro de 2008

Mulher Maravilha - EBAL 3

Coleção Matrix em Blu-ray virá dentro de réplica da nave Nabucodonosor

A Hot Toys acaba de mostrar uma réplica da nave Nabucodonosor, veículo capitaneado por Morpheus na trilogia Matrix.


Melhor ainda... não se trata apenas de uma figura colecionável. O modelo com 60 centímetros tem espaço para guardar toda a coleção Ultimate Matrix! O lançamento inclui sete discos: os três filmes mais Animatrix em Blu-ray e três DVDs de making-of.

O lançamento limitado acontece no Japão em 17 de dezembro e custa 376 dólares. Veja abaixo na galeria e em vídeo!

24 de setembro de 2008

Revista Flashback 01 - Especial Anos 80

William Shatner terá toda uma linha de quadrinhos pela editora Bluewater

O ator – e diretor, e produtor, e romancista, e músico – William Shatner chegou à fronteira final: os quadrinhos. A editora dos EUA Bluewater anunciou esta semana o lançamento de uma linha de HQs supervisionadas por Shatner e baseadas na sua obra.

Que obra? A obra literária, claro. Shatner lançou três séries de livros de ficção científica, a mais famosa TekWar, que escreveu entre o fim dos anos 80 e meados dos 90. Já adaptada para os quadrinhos na década passada pela Marvel, desta vez sua saga ganhará histórias inéditas nas HQs.


TekWar se passa no século XXII, em torno dos problemas da lei com a droga computadorizada Tek. O personagem principal é um detetive típico dos pulps, que começa a série atrás de um cientista cuja invenção pode acabar com a droga. Os livros foram adaptados para uma série de TV de pouco sucesso, entre 1994 e 1996.

A linha de HQs da Bluewater começará com quatro lançamentos, no primeiro trimestre de 2009: a série mensal TekWar Chronicles e minisséries. Os outros lançamentos, com títulos ainda não confirmados, se baseiam em outras séries de sci-fi de Shatner: Man o' War e Quest for Tomorrow.

O autor ainda criará uma nova série, específica para os quadrinhos, para completar a linha "William Shatner Presents".

Roteirista fala sobre Transformers: Revenge of the Fallen

O site TFW2005 convidou um dos roteiristas de Transformers: Revenge of the Fallen, Roberto Orci, para responder perguntas sobre o segundo filme dos robôs. E ele começa dizendo que seu Transformer preferido é "sempre Optimus". Confira as informações mais interessantes:


* Eles não planejam, como no primeiro filme, fazer um anúncio prévio para revelar quais robôs aparecerão desta vez.
* A história é fiel à mitologia da série, mas toma liberdades, para dar continuidade às liberdades que já haviam sido tomadas no primeiro filme.
* Orci não sabe ainda quanta evolução haverá em Bumblebee e os outros robôs vistos no primeiro filme. Mas pelo tom de sua resposta, deve rolar algum upgrade.
* A entrada de Ehren Kruger para escrever o roteiro com Orci e Alex Kurtzman facilitou o processo, segundo Orci. "Não teríamos conseguido sem Ehren."
* Jazz foi morto no primeiro filme para mostrar que alguém poderia morrer naquela situação. A morte em si não foi enfatizada para não assustar os menores.
* Os produtores buscam uma censura 13 anos EUA.
* Sobre a quantidade de robôs inéditos na mitologia de Transformers (o carro em miniatura, o carro de sorvete...), Orci responde se os fãs deveriam ficar preocupados com a ausência dos clássicos: "Um pouco. Mas teremos muitas coisas para os fãs".
* As falas de Optimus desta vez não vão tentar ser engraçadinhas demais, apenas se manterão na linha consagrada nos desenhos e nas HQs.
* O primeiro filme reservou mais os holofotes a Optimus e Bumblebee. O segundo dará espaço para os outros.
* Por causa das exigências dos fãs, Arcee ficou de fora do primeiro filme. Soundwave entraria, mas como os fãs exigiam o tempo inteiro para "fazê-lo" direito, os roteiristas simplesmente optaram por deixá-lo de fora.

O filme, novamente dirigido por Michael Bay, tem estréia prevista para 26 de junho de 2009.

Nota do Optimus: Mal posso esperar para "me" ver no cinema novamente. Hehehe.

Estatuetas de Luke Cage em versões clássica e moderna

A Bowen Designs lançou nos Estados Unidos uma série de estatuetas do vingador Luke Cage.

São duas versões do personagem: a clássica, com o inconfundível uniforme colorido e o cabelo black power; e a moderna, apresentando o visual rapper que marcou a volta do herói aos holofotes nos quadrinhos da Marvel.



Esculpidas por Mark Newman, as estatuetas são pintadas à mão, medem cerca de 30 cm de altura e se destacam pelo realismo dos detalhes.

As versões atual e antiga estão limitadas à venda de 600 e mil cópias, respectivamente.

23 de setembro de 2008

Veja Kripto - O Super Cão

Ao ver isto no Newsarama, fiquei pensando: o cão é o melhor amigo do homem, até mesmo se ele for de aço. Pelo menos é o que mostra o preview de Superman #680 .


Com roteiro de James Robinson e arte do brasileiro Renato Guedes, que já trabalhou no gibi da série Smallville, a história mostra a parte 4 da saga The Comming of Atlas, que traz o vilão do mesmo nome chegando e pondo banca em Metrópolis. Até mesmo o Superman deve para o cara. E quando o próprio azulão cai, e tudo parece perdido, ninguém menos que o supercão Krypto parte para cima do tal Atlas.



Nota do Optimus: Isso é muito escroto. Hahaha.

Violeta de Outono - Dia Eterno



Etcha!!!

Coisas que só se viam nos anos 80 mesmo. O grande Violeta de Outono num clipe feito para o Fantástico em 1987. Vejam bem, para o Fantástico!!! Até uma banda 'alterna' como o Violeta fazia clipe para os 'homi'. rs

Gloriosos anos do rock brazuca. Hoje a gente tem que aturar coisas como os 'Irmãos Jonas'. Ai... ai...

Produtor de Pushing Daisies quer fazer nova série de TV de Jornada nas Estrelas

Antes de J.J. Abrams ser chamado para reiniciar Jornada nas Estrelas, tinha gente dizendo que já era hora da franquia - na época com três derivados na televisão - dar um tempo para os fãs. Pois já estão querendo colocar Star Trek de novo no ar.


Em entrevista à MTV, o produtor de Star Trek Voyager e atualmente co-criador de Pushing Daisies, Bryan Fuller, disse que está na hora de voltar. "Eu adoraria fazer uma nova série, voltar ao espírito e às cores de Star Trek original, porque de alguma forma a franquia ficou fria com o passar dos anos", comentou. "Eu adoro a Nova Geração, mas acho-a mais calma e vagarosa do que a série sessentista, que era dinâmica e apaixonada."

"Deep Space Nine era a melhor das séries recentes, porque era emocionalmente complicada. Enterprise era a mais estéril, quando deveria ter sido a mais divertida. Star Trek precisa se recriar. Senão, todos os personagens começam a parecer iguais - tem o capitão, o doutor, o oficial de segurança, e tem os mesmos argumentos baseados nas mesmas perspectivas. Está na hora de sacudir esses paradigmas", empolgou-se.

Não é prematuro dizer que os sonhos de renovação de Fuller vão depender do sucesso do filme de Abrams. Star Trek chega aos cinemas em 8 de maio de 2009.

Brubaker reformula vilões do Demolidor

Aviso: Este texto contém Spoilers. Ou seja, traz informações que ainda não sairam nas histórias do Demolidor aqui no Brasil.

Ed Brubaker continua a dar nova forma às histórias do Demolidor.


O próximo passo para o escritor nessa revista será a introdução de uma nova vilã, Lady Bullseye, e a reformulação do Tentáculo, num arco de cinco partes que começa em Daredevil # 111, com arte de Clay Mann.


Lady Bullseye é japonesa e está relacionada tanto com o Mercenário quanto com o Demolidor. Ela foi inspirada em Lady Snowblood, do mangá Shurayuki-hime, de Kazuo Koike e Kazuo Kamimura, publicado em 1972 pela Shueisha (e editado pela Conrad, no Brasil, como Yuki - Vingança na Neve).


A personagem possui uma identidade secreta e sua relação com o Mercenário, Demolidor e o Tentáculo será explicada e explorada não só nesse arco, mas ao longo dos próximos meses.

Os planos do escritor para o Tentáculo são modestos, mas não menos importantes. Brubaker pretende resgatar o senso de misticismo e o mistério que existiam ao redor dessa seita de assassinos, na fase de Frank Miller, ao mesmo tempo em que também irá conciliar com isso o fato de ela ser uma organização criminosa.


Daredevil # 114 A história estará ligada aos eventos da Invasão Secreta, referentes à descoberta de que Elektra (que liderava o Tentáculo) havia sido substituída por um Skrull.

Aos poucos, Brubaker está reconstruindo o universo de Matt Murdock e cercando-o com um elenco secundário interessante que inclui sua esposa Milla Donovan; a investigadora Dakota North; seu parceiro de advocacia Foggy Nelson; Becky Blake, sua antiga secretária, que agora se tornou uma advogada; o repórter Ben Urich; e até mesmo Daniel Rand, o Punho de Ferro.


Também se juntará a esse grupo, mas de uma forma diferente, o vilão reformulado Tarântula Negra, que de certa forma reflete o passado de Melvin Potter, o Gladiador.

Claro que a presença de Lady Bullseye na cidade acabará levando a um confronto com o Mercenário (Bullseye, no original), um triângulo fatal que, por enquanto, também se assemelha ao período clássico do Demolidor de Frank Miller, envolvendo Matt, Elektra e o próprio Mercenário.

Brubaker também disse, numa entrevista ao site Newsarama, que já tem planejado mais de um ano de aventuras para Murdock, incluindo alguns números com a participação do Homem-Aranha.

A Marvel lançará Daredevil # 111 no próximo dia 24 de setembro.

Nota do Optimus: Realmente gosto muito do trabalho do Brubaker. E com relação a nova "Mercenária", façam suas apostas.... Já que ela é japonesa e tem relação com o passado do Tentáculo, Demolidor e Mercenário poderia ser uma nova Lady Lethal... Ou ainda uma mais nova ainda reencarnação de Elektra. Vamos esperar para ver.

Revista MAD especial Anos 80


Scan by - Abstinência dos Sentidos.

Lanterna Verde e Sinestro se confrontam em suporte de livros

O herói Lanterna Verde e seu arquiinimigo Sinestro são as estrelas de um par de suportes de livros lançado há poucas semanas nos Estados Unidos.


As esculturas são baseadas na arte do desenhista Ethan Van Sciver e, além dos dois personagens principais destacados em cena de combate - com direito aos anéis disparando energia -, apresenta outros integrantes da Tropa dos Lanternas Verdes (como Guy Gardner e Kilowog) derrotados e caídos ao chão.

Ideal para incrementar a memorabilia de qualquer colecionador de quadrinhos, o item está limitado à venda de 500 cópias, ao preço médio de 295 dólares cada par.

Nota do Optimus: Se morasse nos EUA esse eu ia querer. Hehehe.

Revista MAD Especial Anos 60


Scan by Abstinência dos Sentidos.

Nota da Fê: Ainda não li, mas parece ser muito divertida.

22 de setembro de 2008

The Elder - O Álbum 'Maldito' do Kiss


'Roubado' do Whiplash. Comentários abaixo do texto.

The Elder (KISS): obra-prima injustiçada

O ano era de 1981 e o KISS vinha totalmente desacreditado ao estúdio para gravar seu novo álbum. Totalmente execrado pela crítica e por grande parte de seu público com seu último álbum na época, “Unmasked”, a banda queria demonstrar um amadurecimento até então inimaginável.

A crítica, que já não demonstrava morrer de amores pelo Kiss, passava a criticar a banda duramente, dizendo inclusive que toda aquela parafernália de produção de palco, efeitos, maquiagem, roupas espalhafatosas e tudo o mais, na verdade tinha o objetivo de esconder a fragilidade de seus integrantes enquanto músicos. O resultado disso foi que a banda resolveu produzir um material que tivesse qualidade técnica, instrumental e lírica suficientes para calar seus detratores e provar ao mundo sua competência. Começava a se criar então aquele que deve ter sido o mais criticado, o que mais dividiu opiniões e, pra muita gente, o mais injustiçado disco da carreira da banda, o álbum “(Music From) The Elder”.

Com o baterista Eric Carr, que já havia cumprido a turnê anterior, a postos no lugar de Peter Criss, a banda se cercou do produtor Bob Ezrin (que havia produzido seu melhor disco, “Destroyer”, além de ter trabalhado ao lado de Alice Cooper e Pink Floyd) e de um convidado especial como co-autor em algumas faixas... Ninguém menos que Lou Reed!

Nascia assim (Music From) “The Elder”, uma trilha sonora de um suposto filme medieval que claro, nunca existiu.

As ambições para esse disco, assim como quase tudo no Kiss, eram imensas. Partindo de uma história imaginada por Gene, o álbum foi criado com aspirações de ser a obra-prima da banda, um trabalho conceitual com influências e elementos progressivos.
De cara, já nos espantamos com a abertura do disco, com “Odyssey” e “Just a Boy” mostrando o KISS tocando rock... Progressivo! Isso mesmo! Inacreditável!

Adiantando o álbum, vemos ainda “Only You”, com Gene Simmons e uma linha vocal bem diferente; mas enfim, as guitarras apareciam... “Under the Rose” e seu refrão medieval, orquestrações, violões de 12 cordas, percussões e muito mais.

“Dark Light”, cantada pelo guitarrista Ace Frehley, com um solo pra lá de inspirado, é fantástica! A pesada “The Oath”, com um riff de guitarra excepcional, a sinistra “Mr. Blackwell”, a instrumental “Escape From The Island”, e a faixa de encerramento, totalmente KISS “I”, fazem do álbum um verdadeiro clássico.

"A World Without Heroes" é o carro-chefe, com direito a video clip promocional.
Na época, obviamente, todo fã que se prezasse, odiou! Mas passado algum tempo, talvez com estes mesmos fãs mais velhos e mais entendedores de música, percebemos que esse na verdade é o album mais adulto do Kiss, o mais trabalhado e um dos melhores, embora sua sonoridade fuja totalmente do padrão. E não poderia ser diferente, pois, como já vinha acontecendo, alguns músicos não pertencentes à banda participaram da gravação. Ace Frehley só gravou guitarra mesmo em “Dark Light” e fez uma ou outra base.

Assim sendo, o álbum foi o único da banda a não atingir disco de ouro, injustiçadamente, é claro. E nem a banda fez turnê para promovê-lo. Mas, mesmo assim, é altamente recomendável, especialmente pra se ver do que uma banda é capaz quando quer fugir do marasmo...


Rara apresentação do Kiss tocando a música
The Oath do álbum (The Music From) The Elder.



Just a boy - clip feito por fã. Muito legal.


Just a boy ao vivo. Curtinha mas arrepiante. Como o pessoal canta!
Tô dizendo, The Elder envelheceu bem :)

Nota da Fê:
Dando uma fuçada no YouTube dei de cara com algo curioso: um clipe chamado 'The Elder' com cenas do filme Dragonslayer e trilha sonora by o álbum motivo deste post.

The Elder
é um velho conhecido meu [creio que ainda tenho o LP].
Meu irmão o comprou nos anos 80 por pura curiosidade. Sabem como é, um disco 'maldito' e 'renegado' do Kiss é algo digno de se ouvir. Ainda mais quando tal álbum é considerado 'progressivo'.

Não diria que é uma obra-prima, mas com certeza, é sim um álbum injustiçado. O grande problema dele, como o texto acima citou, foi ser do Kiss. Ninguém esperava algo assim deles. E depois com toda a produção que teve, a decepção foi ainda maior.

Mas o tempo tem o dom de muitas vezes melhorar as coisas [o vinho que o diga!] e eu acho que ele fez bem a The Elder. Hoje ele tem mais cara de 'RPG' [com direito a efeitos sonoros e narrações muito antes de Rhapsody e companhia... rs] e pode agradar mais as novas gerações.

Eu gosto do álbum. Algumas canções são ótimas. Eric Carr talvez tenha sido o melhor baterista que o Kiss teve [um pecado seu trágico fim]. A banda deu duro nesse álbum e na minha opinião fez um bom trabalho. Talvez o mundo não estivesse preparado para The Music from The Elder em 1981.

Enjoy! ;)

PS1: A banda e metade dos seus fãs odeiam esse disco, a outra metade ama. rs..
PS2: The Elder era originalmente um projeto megalomaníaco que incluía um filme, na realidade ele seria a trilha sonora deste filme, mas nunca foi realizado.

19 de setembro de 2008

Novidades do novo filme de Conan?

Segundo o site DreadCentral.com, especializado em cinema de horror, Brett Ratner teria recebido uma proposta da Nu Image para dirigir um novo filme de Conan.


Mas o artigo publicado não oferece nenhum outro detalhe nem identifica sua fonte de informação. Além disso, ninguém se manifestou oficialmente sobre este assunto.

Brett Ratner é o diretor de filmes como X-Men 3, Dragão Vermelho e os três episódios de Hora do Rush.

A Nu Image é um estúdio independente que também está desenvolvendo Sonja, com Robert Rodriguez e Rose McGowan. Segundo o site IMDB, Conan tem estréia prevista para 2010, mas o cartaz do filme sugere que a data correta seria 2009.

O filme é uma parceria da Nu Image com a Millennium Films e terá distribuição da Lionsgate.

Conan, personagem de Robert E. Howard, foi imortalizado nos cinemas por Arnold Schwarzenegger, num filme de 1982, Conan - O Bárbaro, que foi um importante degrau na carreira do atual governador da Califórnia.

Nota do Optimus: Espero realmente que os filmes (de Conan e Sonja) sejam legais. Embora não leve muita fé nisso, pois em minha opinião até hoje nenhum filme de fantasia bateu Conan O Bárbaro (1982). O único que chegou perto foi o Senhor dos Anéis, mais especificamente na Sociedade do Anel (e ainda assim na verssáo estendida).

17 de setembro de 2008

Christopher Reeve ganha versão em estatueta do Super-Homem

O falecido ator Christopher Reeve, eternizado como a melhor encarnação do Super-Homem no cinema, será homenageado pela DC Direct com o lançamento de uma estatueta que reproduz seu rosto e emula a famosa pose na qual, vestido como o Homem de Aço, ele estampou diversos cartazes de divulgação do primeiro longa-metragem do personagem.


Esculpida pela artista plástica Karen Palinko, a estatueta comemora o aniversário de 30 anos de Super-Homem - O Filme e foi produzida em porcelana pintada à mão.

A edição é limitada e chegará às lojas especializadas dos Estados Unidos somente em maio de 2009, ao preço de US$ 195, mas já se encontra em pré-venda em várias e-shops. Parte dos valores arrecadados com a venda será doada à Christopher and Dana Reeve Foundation, entidade filantrópica criada pelo ex-ator e sua também falecida esposa.

Nota do Optimus: Uma boa homenagem.

Personagens da Disney em versão Star Wars

Foi lançada nos Estados Unidos uma linha de estatuetas em que personagens da Disney emulam criações da série Star Wars.


São quatro modelos (Mickey/ Anakin Skywalker, Minnie/Rainha Amidala, Pateta/Jar Jar e Donald/Darth Maul) com vendas exclusivas na Disneylândia e hotéis da Walt Disney Co.


Ao preço de 200 dólares, cada peça está limitada a 600 cópias. Em breve, uma quantidade maior das esculturas estará disponível e já pode ser comprada por colecionadores de outros países - incluindo o Brasil - no site de pré-venda dos produtos.

Nota do Optimus: Muito legal!!!

Nota da Fê: Ha, ha, ha - Tri!

16 de setembro de 2008

Super-heróis se divertem com a Turma da Mônica

Já está nas bancas o gibi Mauricio Apresenta # 4 - Turma da Mônica em Superparque (Panini Comics, 48 páginas, R$ 5,50), com republicações de aventuras nas quais famosos super-heróis dos quadrinhos são mostrados em divertidas paródias.


Na história de abertura, Super-Homem, Batman, Homem-Aranha, Justiceiro, Flash Gordon, Mandrake e muitos outros heróis e vilões visitam o Parque da Mônica e protagonizam aventuras bem diferentes das que costumam viver em suas HQs, com bastante humor e nonsense.

Completam a edição mais três histórias, uma tira e galeria de esboços.

Nota do Optimus: Vou ver se acho por aí pra ler e postar minha opinião. Mas que deve ser bem divertida, isso deve.

Revelado segredo sobre a infância de James T. Kirk em novo Jornada nas Estrelas

Durante uma entrevista sobre o filme Choke, Brad William Henke comentou alguns detalhes sobre a participação dele no filme que reinicia a série de ficção científica Star Trek.


Henke viverá no filme Frank, o tio de James Tiberius Kirk, o futuro Capitão Kirk da Enterprise. "Eu interpreto o tio alcóolatra dele e o trato muito mal quando ele ainda é criança. Na verdade, o personagem é a razão de Kirk fugir e juntar-se à Frota Estelar. Foi muito divertido viver um cara tão ruim", revelou.

Sobre o diretor J.J. Abrams, Henke comentou que ele é "incrível. Um cara muito simpático", mas que seu trabalho no filme foi diferente do que tudo o que havia feito antes. "Eles não me deram o roteiro. Faltando três dias para as minhas cenas eu não tinha acesso ao texto ainda. Reclamei, mas eles me disseram que algumas pessoas só receberiam os diálogos em cima da hora", comentou, mostrando a preocupação que os produtores tiveram com a segurança, para que o texto - e o personagem - não vazassem.

Obviamente, eles não contavam que Henke desse com a língua nos dentes...

Homenagem a Gedeone - Revistas do Raio Negro


Marvel vai começar a lançar coleções de quadrinhos em DVD

Depois de colocar suas HQs online, a Marvel vai dar um novo passo na digitalização dos quadrinhos. Em outubro, saem nos EUA os primeiros volumes da coleção Marvel DVD Digital Comic Book Archives: HQs clássicas da editora reunidas em DVD-ROM.


A linha começa com Homem de Ferro e Hulk, os astros do ano da editora. Cada DVD conterá as primeiras 50 histórias de cada personagem, além de extras.

A leitura não é feita somente página por página. É possível dar zoom em cada quadro para ver detalhes, e inclusive ler toda a edição de quadro em quadro.

Cada DVD terá o preço sugerido de US$ 29,99.

Nota do Optimus: Será que esta é a saída que a Marvel está encontrando para lutar contra os scans?

15 de setembro de 2008

Faleceu Gedeone Malagola



Detesto atrapalhar nossa festa de aniversário, mas como colecionador de artefatos da arte sequencial, não podia deixar de prestar minha homenagem ao criador do Raio negro (entre outros)

Eu poderia escrever sobre Gedeone, mas prefiro que ele mesmo se apresente.
Transcrevo agora uma entrevista que ele deu ao saudoso Oscar Kern, publicada no fanzine Historieta nº 5, editado por Kern em 1981.

Kern: Dá para se saber alguns dados pessoais, e como foi o inicio de sua carreira?
Gedeone: Nasci em São Paulo, Capital, a 7 de julho de 1924. Estudei desenho com meu pai, que era pintor artístico. Cursei arquitetura e acabei me formando em Direito. Sou casdado e pai de um casal de filhos. Comecei desenhando para o jornalzinho A Marmita, de pois O Governador e a seguir quadrinhos para as editoras Novo Mundo, Júpiter, Vida Juvenil, La Selva, Continental, Outubro, GEP, Edições Paulinas, Taika, Edrel, M&C, Bentivegna, sem falar em uma passagem pelo Rio Grande do Sul, onde produzi A Vida do Padre Reus, que nem cheguei a ver.
Miguel Penteado, dono da GEP, foi o editor que mais chances deu ao artista brasileiro. Chegou a ter mais de quarenta desenhistas efetivos, além dos roteiristas. Uma coisa muito importante, as editoras em geral tem muitso desenhistas, mas poucos roteiristas. Isso é uma falha, o argumento é muito importante, não adiantas um bom desenho sem uma boa estória. Muias vezes, quando eu procurava serviço de desenho, era convidado a escrever.

Kern: Dá para dissertar mais um pouco sobre suas andanças pelas editoras paulistas?
Gedeone: Comecei minha vida profissional escrevendo e fazendo quadrinhos para a Novo Mundo, de Vitor Chiodi, isso em 1942, na revista Comico Colegial. Fundei com o tempo, várias revistas, como Congo King, Tambu (meu personagen brasileiro tipo Tarzan), Jane West, Professor Pinguim, Capitão Wings, Capital Astral, Aventuras no Sertão com Miltorn Ribeiro O Cangaceiro. Para a La Selva, com direção de Miguel Falcone Penteado, fiz, entre outras coisas, continuações de personagens amercicanos de grande vendagem aqui, e cujas estórias haviam terminado na fonte ( com prévia autorização do sindicato – assim como Fantasma e Mandrake foram feitos por Walmir Amaral, Jim das Selvas pro José Menezes, e ainda Flecha Ligeira, Àguia Negra e outos, inclusive o gênero Terror, que, proibido nos States, foi a grande chance do artista brasileiro ), como Tor de Joe Kubert, Juju Faísca de Gene Fawcett ( na versão brasileira introduzi novos personagens, como Meio Fio, Torradinha, Catuta). Foi em Juju Faísca que apresentei Uk e Uka, dois garotos da Idade da Pedra, que depois se tornaram revistas e tira de jornal. Escrevi Fly Man, de Jack Kirby, com desenho do Luiz Rodrigues, e Millie The Model/Lili, de Stan Lee.
Para a editroa Vida Juvenil, sob a direção de Mario Hora Jr., escrevi e desenhei Milton Ribeiro O Cangaceiro, e ainda personagens famosos como Ruy Barbosa, Oswaldo Cruz, Castro Alves e outros, e quadrinhizei romances nacionais como O Guarani, Iracema e Ubirajara, todos de José de Alencar.
A maior chance dos desenhistas brasileiros surgiu com a Editora Outubro, fundade por Miguel Penteado, Jayme Cortez e outros, e que só trabalhavam com material genuinamente brasileiro, apesar de muitos pseudonimos estrangeiros, e surgiram revista como Zatraz, Bidu, Jet jackson da tv americana, Capitão 7 da tv brasileira, clássicos de terror, Drácula, Targo e muitas outras. Muita gente escreveu e desenhou esses personagens, inclusive o famoso Vigilante Rodoviário, primeira serie da tv brasileira. Naquela época, levei o jovem Mauricio de Souza, por acreditar em seu valor, e começou a revista Bidu, de curta duração.
Depois, Miguel Penteado fundou a GEP, e passei a escrever humor, terror e faroeste, e bolei duas revistas que fizeram sucesso, Lobisomem e Múmia, onde Sérgio Lima desenhava e eu escrevia. E surgiram imitações! Ainda escrevia e desenhava Raio Negro, e escrevia Mundo dos Gigantes (álguns trimestrais com 100 pgs), com desenhos de Paulo Hamasaki e Moacir Pereira. Naquela época, escrevendo e desenhando, usei mais de vinte pseudonimos, como Daramór, Gene, Rick Starkey, Johny Sanders...
Na Editora Prelúdio, fui diretor de quadrinhos e escrevi Simãozinho, revista infantil, e Juvencio, O justiceiro do Sertão, baseado nos personagens do radio.
Para jornais, fiz tiras diárias dos personagens Uk e Uka, Kold o Vicking, Capitão Astral, Meio Fio e Homem Lua, e estórias de Terror, completas, em uma pagina de jornal.
Ainda pra a GEP, fiz thor e X-Men da Marvel. Uma explicação importante, a revista americana vinha com vinte páginas de quadrinhos e doze de publicidade. O sindicato vendedor autorizava o editor a completar a revista com estórias feitas aqui, cedendo os personagens e assim aconteceu, eu e outros autores passamos a escrever e desenhar os personagens da Marvel. E deu galho, um violento protesto da Ebal que publicava os referidos personagens. Escrevi e desenhir dezenas de personagens como Zora, Koreme, Tambu, Eletra, Jane West, Hydroman (com desenho de Momoki Akimoto), Juca (desenhos de Almir Vortolassi), Meio Fio, Corsário Verde, Jacarão, Kid Benson, Sepulcro, sendo as revistas da editora Júpiter, que era uma editora dentro da Novo Mundo. Escrevi e desenhei as aventuras de selva com Hur (desenho de Wilson Fernandes), personagens infantis para revista Meninada, de Antonio Duarte, e o faroeste Kakot Jim, com desenho de Nico Rosso...A lista é lonnnnga! Mas quero fazer dois agradecimentos, dois destaques, senedo um para o Suplemento Juvenil do Sr. Adolfo Aizen, onde praticamente aprendi a ler e tomei gosto pelo desenho, decidindo-me a seuir a carreira, e o outro pra Milton Caniff, que lá de longe e orientou, enviando desenho e conselhos, ensinando-me reudção e roteiro.

Kern: Você sabe quantos personagens criou?
Gedeone: Não lembro, fiz muita coisa importada, muita cópia que o editor pedia, e fiz muita coisa minha. Adaptações de romances brasileiros, criei personagens brasileiros, adaptei muitos cássicos de terror para arevista do mesmo nome. Criei o que o Capitão Astral foi um de meus primeiros personagens, e a última HQ que desenhei foi um conto de Maupassant, para a editora M&C, A Casa Assombrada.

Kern: Qual foi sua melhor HQ?
Gedeone: Sempre gostei de estórias infantis, e nesse gênero gosto muito de Meio Fio e UK e UKA. No gênero aventura prefiro Homem Lua, que Maurício, da Mônica, o cineasta Roberto Miller e muitos outros acham a melhor coisa que já fiz. Terror, apesar de haver escrito Drácula, Mumia e muitos outros, prefiro Lobisomem. E o brasileiríssimo Milton Ribeiro O Cangaceiro.

Kern: O que é Jornada nos Quadrinhos?
Gedeone: O livro Jornada nos Quadrinhos custou quase oito anos de pesquisa, tem 700 páginas de texto mais as ilustrações. Quando escrevi o livro, resolvi misturar os assuntos, pois assim não falaria apenas sobfe a época de ouro dos quadrinhos e facando logo sem outros assuntos interessantes. Trato dos quadrinhos no mundo inteiro, seus autores, curiosidades, relaciono todos os quadrinhos que foram filmes seriados, e dou a ficha técnica dos filmes. Faldo dos filmes europeus baseados em quadrinhos com, Paul Temple, Perry Rhodan, Isabella...
Quando falo de Alex Raymond, falo dos seus personagens, de Flash Gordon (sabia que o enlatado Flash Gordon para a Tv americana foi produção alemã? O astro foi Steve Holland, que serviu de modelo para Bob Colt dos quadrinhos...sabia que Alex raymond baseu Flash Gordon em Randolph Scott? Dale Arden em Mary Astor? Ming em Basil Rathbone?) na tv, de Jim das Selvas na tv...analiso todos os desenhistas de Flash Gordon, e coloco a ficha técnica e o resumo dos seriados. Quando faldo de Tarzan ou de Buck Rogers, cito seus autores, suas obras, todos os seus filmes, com ficha técnica e resumo dos argumentos, e o mesmo faço para Batman, Super Homem, Dick Tracy, Fumanchu, Rod Ryder, Don Winslow, Terry e os Piratas, Falcão Negro, Tex Granger, Tailspin Tommy e mais uma infinidade...Analiso os mais famosos personagens de todo omundo, analiso também as editoreas brasileiras, e tenho centenas de fotos, cartazes, desenhos e milhares de revistas para ilustrar tudo isso.

Kern: Qual a melhor HQ de todos os tempos?
Gedeone: Um perguntinha difícil de responder. Até hoje, os maravilhosos álbuns de Flash Gordon da Ebal são expetaculares. Fantasma, de Falk, já teve coisas excelentes, Mandrake, idem. Hoje, quem suporta Mandrake? Vide de glórias do passado. Pessoamente, gosto muito de Milton Caniff com Terry e Os Piratas, mas seu Steve Canyon é chato. Adoro Frank Robbins com seu Johny Hazzard. Curiosamente, sempre gostei de Buck Rogers, apesar de seu desenho fraco. Mas, em matéria de arte final, cnários , paisagens, efeitos de luz e sombra, cenas de batalhas, detalhes perfeitos, nada se compara a Principe Valente, de Harold R. Foster. Jamais alguém colocou nos quadrinhos a naturesa com tanta perfeição! Notem suas árvores, o mar agitado, água corrente, quedas d´água, montanhas...tudo perfeito! Nesse ponto, bem superior a Raymond, de quem Foster era admirador, e vice-versa!

Kern: Você se considera realizado?
Gedeone: Sempre que pergutnam isso a algum artista, ele diz que sim. Eu acho que sempre se quer fazer algo mais. Escrevi e desenhei por gostar e nem tanto por precisar, mas ganhei muito deinheiro com os quadrinhos, não posso reclamar. Mas para me realizar, só falta conseguir editar meu livro, Jornada nos Quadrinhos.

Kern: Tem mágoas na campo dos quadrinhos?
Gedeone: Realmente, no meio de tanta luta, semprehá os bons e os maus momentos, mas os bons prevalecem. Se tivesse que recomeçar, faria tudo outra vez, da mesma forma.


Depois dessas palavras finais, eis uma capa do Raio Negro:



Gedeone faleceu hoje, 15 de setembro às 14 horas. O livro Jornada nos Quadrinhos ainda não foi publicado.

Nota da Fê: De fato uma grande perda. :(
Perguntei ao Optimus se ele tem uma revista do Raio. Ele disse que sim. Vai postar amanhã em homenagem ao Gedeone.

14 de setembro de 2008

Batman Desmascarado - A Psicologia do Cavaleiro das Trevas

Este é um pequeno presente de aniversário do blog...


O documentário, "Batman Unmasked - The Psychology of The Dark Knight" é muito bom. Como o próprio título já diz, ele trata da parte psicológica do Cavaleiro das Trevas.


Para efetuar o download é só visitar o vintage no Wordpress.