10 de junho de 2012

Trailer do novo game Star Trek

9 de junho de 2012

A internet teria sido criada por cientista belga 30 anos antes de seu lançamento?

6 de junho de 2012

Novo protocolo de internet IPv6 é lançado oficialmente nesta quarta

Image634745850016141328

O novo protocolo de internet IPv6, que permitirá a criação de trilhões de novos endereços de internet, foi lançado oficialmente nesta quarta-feira (6).
Várias empresas já começaram a usar o IPv6, feito para substituir o protocolo IPv4, que tem 4,3 bilhões de endereços disponíveis e foi concebido no início da internet.
O novo sistema foi proposto em 1996 para resolver o problema da falta de endereços IP (números únicos associados a computadores conectados) na internet. Cada dispositivo habilitado para se conectar à web, como tablets, computadores e smartphones, precisa do seu próprio endereço IP.
O NIC.br, do Comitê Gestor da Internet Brasileira (CGI.br), recomenda que todos os sites brasileiros, incluindo de comércio eletrônico, bancos, governo, institucionais, blogs, além de servidores de e-mail e outros serviços, tenham o IPv6 ativado até janeiro de 2013.
Segundo especialistas ouvidos pela “BBC”, os usuários não devem notar nenhuma diferença no uso da internet. Conforme o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o Dia Mundial de Lançamento do IPv6, evento especial realizado pela Sociedade da Internet nesta quarta (6), tenta ativar o padrão de forma definitiva.
Entre as empresas que devem participar do lançamento mundial estão provedores de conteúdo, como Google, Facebook e Yahoo, provedores de acesso, como Comcast e AT&T, dos EUA, e fabricantes de equipamentos de redes, como Cisco e D-Link.
No IPv4, os números de IP associados a cada computador mudavam devido ao reaproveitamento dos endereços, que são finitos. A previsão é que, no IPv6, os endereços sejam fixos, porque há números em abundância.

G1

Físico teórico Michio Kaku promete: óculos inteligentes serão usados por todos

Físico teórico Michio Kaku promete: óculos inteligentes serão usados por todos:
De Orlando, Estados Unidos – Pode ficar tranquilo, nobre leitor que trabalha com programação: o seu emprego não será substituído por um robô superinteligente. Essa foi uma das previsões feitas pelo professor Michio Kaku, um dos físicos mais prestigiados do mundo, durante uma apresentação informal e simpática durante a conferência IBM Innovate. Kaku comentou o que ele espera ver no futuro em termos de tecnologia que facilita a vida cotidiana.
De acordo com o professor, os óculos inteligentes são a mais evidente e próxima realidade para os aficionados por tecnologia. Kaku listou as pessoas que vão adotar primeiro os óculos inteligentes: estudantes a um dia de fazer uma importante prova e o presidente Barack Obama, que depende dos teleprompters para ler seus discursos de uma maneira aprazível.

Michu Kaku apresenta óculos | Clique para ampliar
O físico, envolvido no desenvolvimento da Teoria das Cordas, afirma que os turistas terão particular interesse em óculos conectados a processadores e com câmeras de vídeo porque instalações antigas, como ruínas em cidades históricas, vão ganhar vida diante de seus olhos por meio da geração de imagens em 3D. A realidade aumentada que já conhecemos aplicada num nível muito maior e com um poderoso banco de dados para fornecer tais informações, segundo Kaku.
Kaku não citou o Project Glass do Google em momento algum, nem mostrou imagens divulgadas pela empresa dos protótipos em teste.
Num evento de informática, não é surpresa que Kaku se posiciona a favor da instalação de muitos mais chips nos dispositivos que carregamos conosco. Inclusive aqueles que normalmente não precisariam de tecnologia envolvida. O professor afirma categoricamente que em breve veremos o fim do papel como conhecemos. Kaku disse durante a apresentação que o papel sempre serviu para que os humanos sentissem e tocassem no registro de algo imaterial. Agora essa relação não é mais necessária. No futuro, afirma, o papel digital feito com LED permitirá carregar diversos documentos simultaneamente e com a comodidade da folha de papel tradicional.
Um dos pontos alvos da palestra voltada para profissionais de TI foi quando perguntaram ao professor o que aconteceria com os desenvolvedores. Eles vão perder seus empregos? “Nunca!” Segundo o físico, computadores como o Watson são construídos por humanos para vencer humanos em atividades de “pensamento” (cálculo e lógica, na verdade). Porém, ao fim do dia, não é possível cumprimentar o Watson por ter vencido num programa de televisão americano similar ao extinto “Show do Milhão”. A máquina não tem consciência de seu feito, diz o professor.
O editor viajou a Orlando, na Flórida, a convite da IBM.
Físico teórico Michio Kaku promete: óculos inteligentes serão usados por todos


Ray Bradbury morre na Califórnia aos 91 anos

Image634745844814133791LOS ANGELES — RIO - O mestre da ficção científica Ray Bradbury morreu na noite de terça-feira na Califórnia, aos 91 anos. Bradbury transformou seus medos de criança e da Guerra Fria em marcianos telepatas, monstros marinhos e na visão de um futuro de alta-tecnologia onde os livros seriam queimados, em "Fahrenheit 451". O escritor nunca venceu um Pulitzer, mas foi citado em 2007 por sua "significativa, prolífica e profundamente influente carreira como um inigualável autor de ficção científica e fantasia".
Durante a vida, Bradubry vendeu mais de oito milhões de cópias de seus livros em 36 idiomas. Entre eles estão os contos "Crônicas marcianas", "Uma Sombra Passou por aqui", “The Golden Apples of the Sun” e os romances “Fahrenheit 451” e “Something Wicked This Way Comes”.
Bradbury vendeu sua primeira história para uma revista chamada "Super Science Stores" antes de completar 21 anos. Aos 30 já havia criado uma reputação com as "Crônicas marcianas", uma coleção de contos publicados nos anos 1950 nos quais questionava a moralidade do mundo durante a Guerra Fria, usando eventos em outro planeta para comentar a vida na Terra.
Ele se referia a si mesmo com uma "escritor de ideias", para se diferenciar dos eruditos e acadêmicos.
"Eu me divirto com ideias; brinco com elas", dizia, "Não sou uma pessoa séria e não gosto de pessoas sérias. Não me vejo como um filósofo, isso é muito tedioso. Meu objetivo é entreter as pessoas."
O escritor descrevia seu método de trabalho como "associação de palavras", muitas vezes desencadeada por um trecho de poesia. Sua paixão pelos livros foi expressa no romance distópico “Fahrenheit 451”, publicado em 1953.
Mas ele buscava inspiração em sua infância em Illinois. Bradbury se gabava de ter lembranças perfeitas de seus primeiros anos de vida. Os leitores não tinham motivo para duvidar. Em suas melhores histórias e em sua autobiografia, o escritor dava voz às alegrias e medos da infância.
Raymond Douglas Bradbury nasceu em 22 de agosto de 1920, em Waukegan, Illinios. Seu pai, que trabalhava na empresa de energia elétrica da pequena cidade, contava entre seus ancestrais uma mulher julgava como bruxa em Salem.
A criança pouco atlética que sofria com pesadelos, encontrava conforto nas histórias dos irmãos Grimmm e do mágico de Oz, que sua mãe lia. Uma tia, Neva Bradbury, o levou para suas primeiras peças de teatro, o vestia de monstro no Dia das Bruxas e apresentou histórias de Edgar Allan Poe.
Eventualmente o menino descobriu as revistas de ficção científica e começou a colecionar quadrinhos de Buck Rogers e Flash Gordon. Uma conversa com um mágico chamado Mr. Electrico sobre o tema da mortalidade gerou no garoto de 12 anos o ímpeto de se tornar escritor.

O Globo

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...