31 de janeiro de 2013

´Games ensinam mais rápido que qualquer outra mídia´ , diz criador da Atari


Bushnell, criador da Atari, diz que Jobs lhe ofereceu um terço da Apple

São Paulo - Nolan Bushnell, criador da Atari e atualmente pesquisador de soluções em games, falou sobre a revolução que os jogos digitais podem realizar na educação durante a palestra que fechou as atividades do terceiro dia de Campus Party, em São Paulo.

Bushnell afirmou que o uso de jogos faz com que conteúdos educacionais sejam apreendidos até dez vezes mais rápido pelos estudantes em comparação ao uso de métodos tradicionais de ensino, como um professor falando para uma sala de alunos.

O fundador da companhia de games Atari, nos anos 70, usou como exemplo a experiência de uma escola que adotou o software de ensino de idiomas Brainrush para envolver seus alunos.  "As crianças que usaram o software aprenderam dez vezes mais rápido que as outras que recorriam somente a livros", explicou. "Os jogos são máquinas de felicidade, quem não gosta de passar de uma fase ou superar um desafio?", completou.

Para Bushnell, o cenário provável para professores e alunos no futuro será a combinação de um software didático, um hardware barato, redes robustas e ciência cerebral. "Essa combinação, aliada a entusiasmo, criatividade e otimismo dos educadores será a chave do sucesso para sistemas de ensino", defendeu.

Steve Jobs - Durante a palestra, Bushnell lembrou do tempo em que foi chefe do mítico fundador da Apple. "Eu tive um grande amigo e funcionário chamado Steve Jobs. Ele me ofereceu um terço da Apple Computers por 15 mil dólares. E eu disse que não", contou.

Bushnell revelou que Jobs era um de seus mais aplicados funcionários. "Sabe qual era o segredo do Steve Jobs? Ele era muito, muito, muito trabalhador".

Para Bushnell, a Apple Computers deu certo porque apostou em software, enquanto a Atari, já comprada pela Warner nos anos 90, apostou apenas em hardware. Ele ainda revelou que quando criou o Atari 2600, um dos primeiros e mais populares consoles caseiros, imaginou que ele não teria tantos jogos.

"Nomeamos o Atari de 2600 porque pensávamos que ele teria, no máximo, 26 jogos". Um ano depois de seu lançamento, o Atari 2600 já tinha mais de 350 games.





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Foto rara da estréia da banda Kiss nos palcos há 40 anos atrás

Uma parte da história do rock começou a ser mudada há exatos 40 anos atrás. No dia 30 de Janeiro de 1973, para um público de aproximadamente 10 pessoas, o KISS realizou seu primeiro show da história no antigo Popcorn Club (que teve seu nome mudado para Conventry), recebendo a bagatela de $50, segundo Gene Simmons, para fazer duas performances naquela noite.

Gene Simmons e o guitarrista/vocalista Paul Stanley tinham deixado sua antiga banda, o Wicked Lester, e recrutado o baterista Peter Criss e o guitarrista Ace Frehley para seu novo grupo. O objetivo, como disse Simmons em várias mensagens de comemoração do aniversário da banda, era "colocar junto no palco uma banda nunca antes vista".

Depois do primeiro gerente abandonar a banda, declarando que o som novo da banda era "a pior coisa que ele já tinha ouvido," Gene assumiu o cargo, entrou em contato com o Popcorn e os convenceu a contratar a banda para três noites de shows por $150.

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Como podemos ver na foto da época, a marca da banda - pintura nos rostos e vestimentas, estavam em uma fase inicial, mas esses primeiros shows lançaram muitas das músicas em que o KISS iria construir sua carreira nos anos seguintes: "Deuce," "Black Diamond," "Watchin' You" e muitas outras.

Desde o começo humilde, claro, o Kiss teve uma rápida ascensão para o topo da indústria musical. No final daquela década, eles eram considerados a maior banda de rock do mundo, e até o momento o grupo lançou 20 discos de estúdios e são os pioneiros no merchandising do rock.

Ace Frehley e Peter Criss deixariam o grupo no começo dos anos 80 (retornando durante um período nos anos 90), mas Paul Stanley e Gene Simmons enfrentaram tempos difíceis na carreira com altos e baixos para manter a banda no seu lugar atual entre as mais duradouras e populares de todos os tempos. Eles recentemente lançaram o álbum "Monster" que agradou a crítica e fãs ajudando ainda mais a consolidar a posição atual que a banda mantêm no mundo do rock.





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Pete Townshend, guitarrista do The Who, se diz fã de Lady Gaga

30/01/2013 - 20h55

Pete Townshend, o lendário guitarrista da banda de rock britânica The Who, disse em entrevista ao jornal "The Sun" que é fã da diva pop Lady Gaga.

"O que Lady Gaga fez foi criar uma figura icônica que é alguém em quem podemos entrar. Ela é uma história e é fascinante de assistir. Ela é como uma esquisitice espacial", disse Townshend, citando a famosa canção "Space Oddity", de David Bowie.

Além disso, o guitarrista afirmou que, hoje, a tecnologia permite às pessoas que "façam música sem necessariamente ter um talento profundo", tornando a arte da composição um processo mais democrático.

Lucas Jackson/Reuters
Roger Daltrey (à esq.) e Pete Townshend, em show do The Who
Roger Daltrey (à esq.) e Pete Townshend, em show do The Who

Townshend também comentou sobre os reality shows televisivos que descobrem novos talentos musicais, como "The Voice" e "The X Factor".

"Não se ouve mais a TV. Você só senta lá e fica o tempo todo gritando 'que vadia, ele é um idiota, ela é uma vadia, ela é inútil, ela é ótima, votem nela'. Os reality shows são sobre o que acontece na sala quando você os assiste", minimizou o músico.

O Who está se preparando para uma turnê no Reino Unido e na Irlanda, na qual tocará na íntegra o disco "Quadrophenia", de 1973.





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La Tierra está en el borde de la zona habitable del Sistema Solar


Investigadores de la Universidad Pennstate han llevado a cabo un estudio que determina nuevos límites a las zonas habitables del Universo, aquellas en donde las condiciones permitirían a los planetas contener agua en estado líquido y, por tanto, vida. Según esta investigación, la Tierra estaría situada "en el mismo borde de la zona habitable".

El trabajo, publicado en 'Astrophysical Journal', se basa en un modelo previo del científico James Kasting , de la Universidad Estatal de Pensilvania, que ofrece un cálculo preciso de dónde se encuentran las zonas habitables alrededor de una estrella. Sin embargo, este estudio es "aún más preciso" por lo que, al comparar entre ambos existen ciertas diferencias.

Utilizando datos sobre agua y dióxido de carbono de los planetas y superordenadores, el equipo fue capaz de calcular las zonas habitables alrededor de otras estrellas. Según el estudio de Kasting, el agua y el carbono no estaban siendo absorbidos a niveles tan fuertes, por lo que los planetas tenían que estar más cerca de la estrella para estar en la zona habitable.

De este modo, comparando las nuevas estimaciones con el modelo anterior, se determina que las zonas habitables están, en realidad, "más lejos de las estrellas madre de lo que se pensaba".

El nuevo modelo podría usarse para ver si los planetas que ha descubierto la misión Kepler de la NASA fuera de la Vía Láctea --más de 2.000-- descubre están dentro de la zona habitable. Además, podría ser útil para la investigación llevada a cabo con telescopios terrestres, ya que indicará a los astrónomos dónde buscar.





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Los europeos ya comían carne de ballena hace 14.000 años


Investigaciones sobr el consumo de carne de ballena

   Investigadores de la Universitat de València (UV), en un trabajo realizado en colaboración con otras instituciones, han datado hace entre 14.500 y 13.500 años los restos de balano --un crustáceo que vive sobre la piel de las ballenas-- hallados en una hoguera de la Cueva de Nerja (Málaga). Este dato convierte el hallazgo en la primera evidencia científica del consumo humano de carne de ballena durante la Prehistoria en Europa, ha informado la entidad académica.

   Los científicos de la Universitat, coordinados por el profesor Joan Emili Aura Tortosa, han analizado los artefactos de piedra, cuerno y hueso encontrados en la hoguera, así como los restos de carbón. El estudio de estos restos lo ha llevado a término un grupo de investigación dedicado a la arqueología de los cazadores-recolectores prehistóricos del ámbito mediterráneo, durante los últimos 18 meses y ha sido aceptado para su publicación en la revista científica Quaternary International.

   El grupo de la Universitat de València está coordinado por Joan Emili Aura Tortosa, catedrático del Departamento de Prehistoria y Arqueología y formado por Manuel Pérez Ripoll, Ernestina Badal, Yolanda Carrión, y Juan V. Morales Pérez. Sus trabajos se han centrado en el análisis de la evolución de los cambios paleoambientales y socioeconómicos, a partir de los artefactos arqueológicos y los restos paleobotánicos y paleontológicos, detalla la Universitat en un comunicado.

   Las universidades que también han participado en el descubrimiento y datación de los restos son las de Salamanca, Nacional de Educación a Distancia (UNED), Complutense de Madrid y Nacional de Australia, además del Instituto Geológico y Minero de España y los museos de Historia Natural de Paris y de Ciencias Naturales de Madrid. Los trabajos han sido financiados mediante proyectos del Ministerio de Economía y Competividad del Gobierno de España.

   Este amplio equipo interdisciplinar está estudiando desde hace años los materiales obtenidos en las excavaciones arqueológicas sistemáticas llevadas a cabo entre 1979 y 1986 en la sala de la Mina de la Cueva de Nerja bajo la dirección del profesor Francisco Jordá Cerdá (1914-2004). Los restos de balanos de ballena (Tubicinella major  y Cetopirus complanatus) se hallaron en las ocupaciones datados al final del último máximo glaciar (entre 14.500 y 13.500 año) y asociados a la última tradición tecnológica del Paleolítico superior: el Magdaleniense.

   La asociación de los balanos a los restos de alimentación y de equipos de caza y pesca fabricados sobre hueso y piedra es la evidencia indirecta más antigua del consumo de ballenas en la Prehistoria europea.

   Los balanos son un género de crustáceos cirrípedos que viven enraizados sobre la piel de las ballenas. Su presencia en los depósitos arqueológicos de la cueva sólo pudo ser resultado de un aporte humano, pues la línea de costa se situaba entonces en torno a los 4 km de distancia de este campamento de cazadores y pescadores prehistóricos. Actualmente, la cueva se sitúa a menos de 1 km de distancia del borde del mar. Es la primera vez que estas dos especies de balanos de ballena se citan juntos en un yacimiento prehistórico en el contexto geográfico global.

DEL HEMISFERIO SUR

   Las dos especies identificadas por Esteban Álvarez y René-Pierre Carriol (Tubicinella major  y Cetopirus complanatus) se han asociado a una especie de ballena franca del hemisferio sur (Eubalaena australis), aunque también existen citas de su asociación a la ballena franca distribuída actualmente por el Atántico norte (Eubalaena glacialis).

   Estos datos tienen un indudable interés paleoecológico pues en ambos casos confirman un importante descenso de la temperatura de las aguas marinas, conocido a partir de los sondeos realizados en el mar de Alborán, planteando también diferentes alternativas sobre la distribución de estas especies de ballenas en el pasado, subrayan lso responsables del hallazgo.

   Los cetáceos debieron quedar varados en las playas bajas y allí mismo debieron obtenerse  los pedazos de carne, grasa y piel que fueron llevados a la cueva para su consumo o para aprovechar su grasa y piel.

   Este aprovechamiento difiere del documentado para otros mamíferos marinos de menor tamaño también identificados en Nerja, pues no se ha identificado ningún resto óseo de ballena, lo que contrasta con lo sucedido con delfines y focas, representados por diversas piezas esqueléticas (mandíbulas, dientes, vértebras, costillas, etc), concluyen. 





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Arqueólogos del CSIC descubren el sarcófago intacto de un niño del Antiguo Egipto


Sarcófago

   Arqueólogos del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) han descubierto, en Luxor (Egipto), el sarcófago intacto de un niño, que pudo haber fallecido a los 5 años, que vivió durante la época de la dinastía XVII, alrededor del año 1550 antes de nuestra era.

   El ataúd, elaborado en madera, mide 90 centímetros de largo y carece de decoración pintada o escrita. El estilo de la talla y la fina capa de pintura blanca que lo recubre son similares a las ocho figuras de madera, 'shabtis', que han sido encontradas en las inmediaciones de la sepultura.

   El sarcófago ha sido localizado en el transcurso de las excavaciones que el equipo liderado por José Manuel Galán realiza en la necrópolis de Dra Abu el-Naga, en la orilla occidental de Luxor, antigua Tebas. Se trata de la XII campaña del Proyecto Djehuty, financiado por Unión Fenosa Gas.

   "Este descubrimiento es de especial importancia ya que se trata de un ataúd intacto y, junto los objetos que lo acompañan, puede aportar gran cantidad de información sobre una época de la historia del antiguo Egipto sobre la que se sabe muy poco" ha explicado el investigador principal desde la zona de excavaciones.

   Tanto los 'shabtis' como unas piezas de lino desenterradas junto a ellos contienen el nombre de Ahmose o Ahmose-sa-pa-ir, un príncipe heredero que vivió en la transición de la dinastía XVII a la XVIII y que murió siendo niño. Por razones que se desconocen, Ahmose fue venerado como un santo de la necrópolis, recibió culto durante 500 años y fue incluido dentro de las listas de reyes que se confeccionaron muchos años después.

   "Por los objetos encontrados creemos que este lugar de enterramiento podía estar reservado a miembros de la realeza, sin embargo aún desconocemos la identidad de la momia encontrada, ya que el sarcófago no contiene ninguna inscripción", ha añadido Galán.

   Según los investigadores, la ubicación de esta tumba en esta zona de Dra Abu el-Naga podría explicar el hallazgo de un enorme depósito de más de 2.000 vasijas de cerámica halladas entre las capillas de adobe, así como el porqué de la ubicación del monumento funerario de Djehuty en este extremo de la necrópolis.

DOCE CAMPAÑAS DE EXCAVACIONES

   El proyecto toma su nombre de Djehuty, supervisor del Tesoro y de los trabajos artesanos de la reina Hatshepsut, una de las pocas mujeres faraón del antiguo Egipto y cuyo reinado se extendió durante 22 años en la dinastía XVIII, en torno al año 1470, antes de nuestra era.

   Además de la excavación y restauración del monumento funerario de este escriba real, los trabajos arqueológicos se centran también en la tumba de Hery, fechada por los expertos alrededor de 50 años antes que la de Djehuty.

   Las 12 campañas de excavaciones llevadas a cabo hasta el momento por Galán y su equipo han dado numerosos frutos, como la denominada 'Tabla del aprendiz', el ataúd del guerrero Iquer o la cámara sepulcral del propio Djehuty, decorada por completo con dibujos y jeroglíficos del Libro de los Muertos, entre muchos otros. 





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Smartphone é como canivete suíço, que faz tudo, mas nada muito bem, diz Radfahrer

30/01/2013 - 22h46

RAFAEL CAPANEMA
DE SÃO PAULO

Os smartphones atuais são como canivetes suíços, que desempenham inúmeras funções, mas nenhuma delas bem o suficiente, afirmou o professor e colunista da Folha Luli Radfahrer durante palestra na Campus Party, nesta quarta-feira (30).

"Fora o Google Glass [óculos de realidade aumentada], não houve nenhuma grande invenção em 2012", disse Radfahrer, que aponta como grande tendência para o futuro os dispositivos vestíveis ultra especializados, que fazem apenas uma coisa muito bem, como os óculos inteligentes da Oakley para esquiadores.

"Não dá para usar o Facebook ou assistir a vídeos de gatos tocando teclado nesses óculos da Oakley porque, se fosse possível, você se distrairia e morreria a 70 quilômetros por hora", disse Radfahrer, que citou também como exemplos um equipamento especializado em monitorar qualidade de sono e um acessório extremamente preciso em identificar os períodos férteis das mulheres.

Para Radfahrer, o futuro da TV não está nem no 4K, resolução equivalente ao quádruplo do Full HD, nem nos aparelhos ditos "inteligentes", repletos de aplicativos, e sim numa combinação intuitiva de tecnologias já existentes, como sensores de movimento, comando de voz, bases de dados ligadas a preferências pessoais e reconhecimento biométrico.

"Por volta de setembro, a Apple deve apresentar essa TV do futuro, que, apesar de já estar esfregada na nossa cara, vai surpreender toda a concorrência", prevê.

Segundo o professor, boa parte das tecnologias vistas atualmente como grandes inovações tendem a ficar completamente invisíveis. "Hoje, você só fala sobre as redes de esgoto e de água quando elas não funcionam bem", exemplifica.

A geladeira do futuro não será aquela que vem com aplicativos num tablet acoplado, segundo Radfahrer, e sim uma que, por meio de RFID (sistema de identificação por radiofrequência), perceberá automaticamente quando o suco de laranja armazenado nela estiver estragado e ordenará a compra de uma nova garrafa, sem consultar seu proprietário.

Vestido de gari, Radfahrer fez uma apresentação extremamente densa e abrangente. Versou sobre iniciativas como plantações de verduras dentro de contêineres, no Japão, produção de leite de cabra com gene de aranha, nos EUA, e busca por vida extraterrestre.





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30 de janeiro de 2013

Ashton Kutcher foi hospitalizado por dieta de frutas de Steve Jobs


RIO - Parece que o ator Ashton Kutcher levou a sério demais a interpretação do cofundador da Apple Steve Jobs no filme "jOBS". Kutcher revelou, durante o Festival de Sundance 2013, que chegou a ser hospitalizado após seguir dieta à base de frutas de Jobs. É o que informa a agência de notícias americana Associated Press (AP).

"Eu terminei internado no hospital por dois dias antes de começarmos a gravar o filme", contou Kutcher à AP. O ator disse ainda ter ficado muito assustado quando um exame médico acusou que os níveis de seu pâncreas estavam desregulados. Steve Jobs faleceu em outubro de 2011 por conta de um câncer no mesmo órgão.

"jOBS", que estreia no dia 19 de abril nos Estados Unidos e dia 1º de novembro no Brasil, foi exibido no Festival de Sundance deste ano. O filme, dirigido por Joshua Michael Stern, tem sido alvo de críticas, inclusive do outro cofundador da multinacional, Steve Wozniak, que estaria discordando da história do longa e colaborando com outra cinebiografia de Steve Jobs, produzida pela Sony Pictures, na qual Aaron Sorkin foi anunciado como o roteirista. Sorkin ganhou um Oscar pelo filme "A rede social" (2010).





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Paul Mockapetris: «Internet está sobrevalorado»


El creador del sistema de dominios Domain Name System (DNS), el doctor Paul V. Mockapetris, ha sido nombrado doctor honoris causa en la Universidad Miguel Hernández de Elche. Este reconocimiento académico es el primero de este tipo que obtiene en España. ABC ha conversado con él para evaluar el estado actual de internet.

- ¿Hasta dónde puede llegar en el futuro internet?

- Los cambios sociales generados por la tecnología de la información apenas han comenzado. En sus inicios simplemente se utilizaba para intercambiar información y que cada institución pudiera darse a conocer con una identidad propia. Los retos hoy en día han evolucionado para que todo el mundo pueda controlar la información. Lo importante es intentar lograr una protección del usuario para que no se haga un mal empleo. Para ello hay que estar muy atento al tráfico de las páginas web. El usuario es el que manda. Y su beneficio es lo que prima más allá de las grandes empresas.

- ¿Qué desafíos tiene la red?

Hoy en día la gente mala y la buena están conectadas en la red desde cualquier aparato. El desafío es estar vigilante para evitar virus, troyanos y nuevos ataques que afecten al usuario. Tenemos que mejorar los móviles creando una tecnología de protección. Debemos trabajar para crear aplicaciones más seguras y sencillas para el público.

- ¿Cuál es la aportación más valiosa que ha tenido internet en su historia?

- Es la cosa que más ha cambiado el mundo tal y como lo conocíamos. Es el impacto más inmediato e instantáneo que jamás ha conocido el hombre. El mayor beneficio que tiene es que por primera vez estamos conectados de manera global sin movernos de casa. Aún quedan tres mil millones de personas por conectarse, así que queda mucho que avanzar. Muy pronto estarán conectados con internet coches, termostatos, electrodomésticos y algunos objetos del día a día.

- Y el código DNS que usted creó, ¿cómo se le ocurrió?

- Después de ARPANET todos los científicos estábamos buscando una evolución. La idea se me ocurrió en mi etapa en la Universidad de California. En un principio la premisa fue sencilla: agrupar, ordenar y clasificar las direcciones que existían. El código DNS está evolucionando constantemente. Desde sus inicios el DNS se creó con el objetivo de ir construyéndolo con el avance tecnológico. Su actualización es constante.

- ¿Qué país es líder en el uso de las nuevas tecnologías?

- En la actualidad uno de los países que más está evolucionando es Corea del Sur. Gracias a su densa población se puede conectar muy fácilmente. España o Francia y otros países europeos están adelantando en muchos aspectos a Estados Unidos en cuanto a la calidad de internet.

- ¿Es infinito internet?

-Internet va de la mano del crecimiento de la población mundial. En cuanto a capacidad, como es lógico, tiene un límite. Para resolver este problema ya existen investigaciones muy avanzadas para hacer pruebas en el espacio utilizando datos para mover datos, archivos, imágenes entre lugares. Un ejemplo es el robot Curiosity.

- ¿No le parece que las redes sociales han alejado a la gente de sus seres más cercanos?

- Todo depende del uso que le dé la persona. Cada cual es libre de elegir la forma de comunicarse con el resto de la sociedad. Lo ideal es compaginar tanto la comunicación tradicional y la digital.

- ¿Qué beneficios da internet?

- Con internet estamos más familiarizados con otras culturas. Podemos llegar a cualquier lugar del mundo. Podemos ser capaces de conocer diversos puntos de vista más allá de los medios convencionales.

- ¿Qué opinión tiene sobre las redes sociales?

- Creo que hay demasiadas. Hay una sobrecarga de información. A mí personalmente no me da tiempo a mirar tantas. Es una sobrecarga de información. Suelo utilizar Google +, Facebook y Linkedin. Twitter es muy útil pero no es mi estilo de comunicación.

- ¿Están sobrevaloradas las nuevas tecnologías?

- Siempre. Las nuevas tecnologías están sobrevaloradas pero a lo largo del tiempo su valor real crecerá. Necesitamos tiempo y perspectiva para saberlo.

- ¿Internet está matando al papel?

- Yo sigo leyendo y utilizando en papel. Pero creo que en un futuro tanto en el día a día como en la educación el ordenador será remplazado por los libros en menos de 25 años.

- ¿Qué aconseja al usuario para fiarse de la información de internet?

- Creo que el usuario debe de establecer unos criterios personales y decidir qué es fiable y qué no. Ahora todo el mundo puede opinar y ser periodista pero esto no quiere decir que sea veraz. Tenemos que encontrar una voz, una personalidad con criterio y datos reales.

- ¿Wikipedia lo es?

Es la vía ideal para comenzar a investigar cualquier tema. Pero su contenido no es siempre fiable especialmente en tiempos de elecciones. Es un gran experimento global pero tiene que seguir avanzando y contrastando más sus publicaciones.

- Defina internet en una palabra.

- Adolescente. Fuerte y capaz de seguir creciendo.





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El fin de una era: Philips liquida su línea de electrónica de consumo

La fabricación de electrónica de consumo de Philips ha sido liquidada para dejar de ser la principal línea de mercado de la empresa holandesa. La responsable de su compra ha sido la japonesa Funai Electric Company que ha puesto 150 millones de euros ($201.800.00 dólares) sobre la mesa para comprar las líneas de audio, vídeo, multimedia y todo lo relacionado con accesorios para el consumidor.
venta philips consumo electronico
Las considerables pérdidas con las que cerraron el último trimestre (358 millones de euros netos), sumado al alto coste de reestructuración (otros 380 millones de euros) que está sufriendo la empresa holandesa, más las multas emitidas por la fijación de precios de televisores (509 millones de euros) han motivado esta liquidación. Si bien es cierto, que Philips no dejará de fabricar productos electrónicos, pero esta vez, enfocados a equipos médicos y productos de iluminación.
Y es que la histórica Philips ha tenido que buscar nuevas líneas de mercado en el momento que se ha visto derrotada por competencias como Apple, Samsung o Sony. Marcas que a día de hoy pueden presumir de llevarse buena parte del mercado y de encontrarse en los primeros puestos en innovación.
Habría que retroceder dos siglos para situar el inicio de la marca holandesa en nuestra historia con la fabricación de bombillas. Ya para los siguientes 100 años, Philips ha sido el principal distribuidor de bombillas en Europa. Paralelamente, la casa holandesa ha marcado hitos a lo largo de la historia con inventos como los tubos de Rayos X, con las que comenzaron a pagar patentes en base a sus creaciones posteriores. Philips fue pionero en la experimentación de televisores en los años veinte a la vez que convirtió en el principal distribuidor mundial de radios.
Otros inventos marcaron la historia del consumo de electrónica como la cinta de vídeo (VHS) en 1978 o del Disco Compacto (CD) cinco años más tarde junto a Sony. Dicho de otra manera, estamos presenciando una nueva tendencia en el consumo y cambio de roles sobre las marcas que fabrican dispositivos electrónicos.
A pesar de que no seguiremos viendo productos a los que estamos acostumbrados sobre el consumo de electrónica de Philips, las expectativas son buenas ya que se prevé un lento despegue de las ventas para el 2013. La razones radican en los beneficios que la nueva línea de negocio de Philips está dando, concretamente un crecimiento del 40% en el último año. A pesar de que la industria de equipos médicos es altamente competitiva, la compañía holandesa espera tener un crecimiento de entre un 4 y un 6% en los próximos doce meses.


(via Mr. Reader)


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'Nunca saberei por que Armstrong foi o 1º a pisar na Lua', diz Buzz Aldrin


Astronauta Buzz Aldrin falou no evento 'nerd' (Foto: Cristiano Sant'Anna/indicefoto/Divulgação)
Astronauta Buzz Aldrin falou no evento 'nerd' (Foto: Cristiano Sant'Anna/indicefoto/Divulgação)

"Nunca vou saber por que Neil Armstrong foi o primeiro a pisar na Lua", disse Buzz Aldrin, de 83 anos, companheiro de Armstrong e Michael Collins na missão Apollo 11, de 1969, e o segundo homem a pisar no satélite natural da Terra. Ele participou nesta terça-feira (29) da Campus Party, em São Paulo.

"Houve muita discussão nos 40 anos depois da missão sobre as razões de Armstrong ter sido o primeiro a pisar na Lua", disse Buzz. "Pode ser porque ele era o comandante da missão ou porque ele estava mais perto da porta de saída. Eu nunca vou saber", brincou. Buzz ainda contou que no momento de sair da nave, um dos itens que eles precisavam prestar atenção era não fechar a porta para não ficarem trancados do lado de fora, porque não havia maçaneta para abri-la depois.

Na Campus Party, Buzz contou sua história e falou sobre a depressão que enfrentou depois da missão Apollo 11. "O mais difícil depois de chegar à Lua era voltar para a Terra. Eu tinha alcançado o pico da minha carreira", disse Buzz. Ele conta que depois que voltou para a Nasa, eles não sabiam o que fazer com um homem que já tinha ido para a Lua.

"Comecei a beber e entrei em depressão. Eu me tornei uma pessoa problemática. Foi um momento muito difícil na minha vida", conta Buzz, que se divorciou naquela época pós-Lua. Ele foi aplaudido pela plateia que lotou o espaço do palco principal da Campus Party quando disse que já estava 34 anos sem beber.

Experiência na Lua
Buzz falou sobre sua experiência com um dos únicos homens a ter pisado na Lua. "Era uma desolação magnífica como seria para qualquer ser humano, pisar em outro mundo pela primeira vez. Tinha um sentimento de desolação, de ver aquela paisagem escura, sem vida". Buzz ainda brincou sobre as pegadas que eles deixaram na Lua. "São evidências comprometedoras. Tenho que voltar lá para apagar".

O momento mais crítico da missão era pousar na Lua, conforme Buzz. "Quando fomos descendo a nave em direção à Lua, vimos aquele mar de tranquilidade. O pouso era o momento mais crítico. Sem nosso pouso lá, não íamos conseguir concluir a missão". Buzz ainda disse que, naquele momento, apesar de eles estarem tão longe e serem os homens mais distantes da Terra, sempre se sentiram conectados ao seu planeta. "Estávamos sempre conversando com Houston (no Texas)".

Na época da missão Apollo 11, o mundo estava vivendo a Guerra Fria. Depois do lançamento do satélite Sputnik 1, pela União Soviética, em 1957, começou a corrida espacial. Conforme Buzz, naquela época, os EUA começaram a estudar formas de levar o homem para a Lua e se chegou à conclusão que demoraria 15 anos para isso.

Buzz Aldrin em palestra na Campus Party (Foto: Cristiano Sant'Anna/indicefoto/Divulgação)

"Em vez de aceitar o que era possível, em 1961, o presidente John F. Kennedy desafiou a América a se comprometer com a ideia de colocar um homem na Lua até o fim da década e trazê-lo de volta", contou Buzz. "Muitos achavam que esse desafio seria impossível de ser conseguido. Mas tínhamos um líder com determinação e coragem, que colocou um prazo específico para ser atingido. Ele nos não deu nenhuma alternativa. Era fazer ou fazer".

Buzz gostaria que o mundo se empolgasse novamente com as explorações espaciais. "Os homens precisam explorar o espaço como fizemos há quase 44 anos". Ele acredita que os jovens precisam gostar de estudar áreas como ciência, engenharia, matemática, para que a nova geração busque inovações.

"Por que precisamos de um programa espacial?", questionou. "Chegando ao espaço, melhoramos a vida na Terra, com a criação de novas tecnologias, que melhoram nova vida diária", disse. "Sem os investimentos espaciais, não existiram celulares e outros aparelhos".

Agora, seu foco é Marte, que parece ser o próximo destino de um homem que já foi à Lua, conforme Buzz. Ele irá lançar um livro sobre missões à Marte em maio deste ano. "Estamos falando de múltiplas missões para chegar lá", disse.

Serviço
O que é? Campus Party Brasil 2013
Onde? Anhembi Parque – Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana - São Paulo (SP)
Quando? De 28 de janeiro a 3 de fevereiro de 2013
Quanto? R$ 300 para todos os dias do evento. Para acampar é necessário pagar R$ 75 pela barraca individual ou R$ 37,50 pela barraca dupla - valor que vale para todo o evento. A entrada para o pavilhão de exposições é gratuita.





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7 curiosidades sobre a vida de Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua

A palestra mais esperada da sexta edição da Campus Party Brasil 2013 aconteceu na tarde desta terça-feira. Apresentado pelo co-fundador do evento, Paco Ragageles, e pelos criadores do site Jovem Nerd, Alexandre Ottoni e Deive Pazos, o astronauta americano Buzz Aldrin foi recebido com empolgação pelo público que lotou o Palco Principal da #CPBR6. A SUPER estava lá e agora conta tudo que você precisa saber sobre a vida de uma das figuras mais importantes da história:

1. O começo

"Eu tinha dois anos quando voei pela primeira vez. Meu pai era engenheiro e piloto. Mais tarde, me tornei um oficial das Forças Aéreas. Lutei na Guerra da Coreia, onde cumpri 66 missões de combate e derrubei várias aeronaves inimigas. Estava em alerta na Alemanha durante a Guerra Fria. Aí a União Soviética lançou o Sputnik. Em resposta, os Estados Unidos criaram a NASA para alcançar o espaço. Em 1961, o presidente Kennedy foi avisado de que demoraria 15 anos para conseguirmos levar um homem para a Lua. Ele teve coragem e lançou o desafio de fazermos isso até o fim da década. Nós não tínhamos o conhecimento, mas tínhamos um líder decidido e com visão. Eu queria fazer parte disso. Voltei e continuei meus estudos. Fiz doutorado no MIT e tentei entrar duas vezes. Na segunda, entrei".

 

2. A viagem

"Antes de entrar na nave, eu conseguia ver o sol e as ondas na praia lá de cima. Eu tive tempo para pensar em como a vida tinha sido boa e me colocado no lugar certo na hora certa. Durante a viagem, nós nos sentimos o tempo todo conectados com a Terra. A comunicação com Houston acontecia com frequência. Antes de entrar em órbita na Lua, rodamos durante 3 horas para o check-list. O ponto mais crítico foi o pouso. Sem ele, nós não completaríamos a missão. Passamos um tempo procurando o local certo para pousar e gastamos quase todo o combustível. Tínhamos apenas 15 segundos de combustível quando pousamos".

 

3. A chegada na Lua

"A primeira coisa que pensei foi que a Lua era uma desolação magnífica. Não havia nenhum sinal de vida e era uma total escuridão sem o Sol. Nós tiramos fotos, fizemos experimentos, coletamos rochas, exploramos. Mas meu maior orgulho foi colocar a bandeira americana no solo lunar".


4. O trabalho em equipe

"Quando trabalhamos juntos alcançamos o impossível. Nada disso teria acontecido sem o trabalho e o esforço de muita gente. Apollo 11 é a história de pessoas trabalhando unidas por um único objetivo. Para mim, o grande marco foi a história de inovação e trabalho em equipe, e não as rochas que recolhemos ou os experimentos que fizemos. Foi o sentimento de participação em algo maior. Representamos que, nos unindo como nação, alcançamos coisas inimagináveis. E eu sei que isso serve para vocês também. Sou a prova viva de que isso funciona".

 

5. O retorno

"Voltar para a Terra foi difícil. Eu não tinha previsto o tamanho da notoriedade que a missão me traria. Eu saí do programa espacial e ninguém sabia o que fazer com o piloto que tinha ido à Lua. Eu me tornei uma espécie de celebridade. Foi nessa época que comecei a beber, os sintomas da depressão começaram a aparecer. Meu casamento acabou. Foi um período obscuro da minha vida. Quase uma década de improdutividade. Em 1978, eu tomei meu último drinque. E comecei a pensar que eu deveria usar a minha fama para ajudar o programa espacial da NASA".

 

6. O próximo passo

"Acho que Marte é o próximo lugar que devemos alcançar. A sonda Curiosity está nos mostrando coisas que nunca tínhamos visto. Espero que isso comece a despertar nos jovens a vontade de ser pioneiro, de explorar outros planetas. Precisamos explorar mais os nossos limites. Mas para isso, precisamos de um líder e um programa. O aniversário de 50 anos do pouso na Lua será uma data muito importante e que poderia ser usada para divulgar um projeto desse tipo".

(Buzz pretende lançar em maio o livro "Mission to Mars" e está trabalhando em projetos para a exploração de Marte por humanos).

 

7. A importância das missões espaciais

"Os soviéticos ficaram muito decepcionados quando nós chegamos primeiro na Lua. Eu acredito que o comprometimento que tivemos em realizar essa missão e o sucesso da nossa demonstração do que éramos capazes de fazer diminuíram a confiança deles. Algo fez com que eles mudassem sua maneira agressiva com o resto do mundo. Eu acho que fomos nós. Foi uma solução pacífica que evitou um desastre nuclear. Espero que possamos encontrar novas formas pacíficas de impedir futuras guerras nucleares".

"Por meio da aventura no espaço, nós melhoramos a vida aqui na Terra. Várias tecnologias que usamos no cotidiano só surgiram por causa dos programas espaciais, como a TV, o GPS e o celular".





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Astronauta Buzz Aldrin arranca gritos e aplausos em palestra na Campus Party

29/01/2013 - 16h17

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

O falatório e o barulho de videogame, até então incessantes na Campus Party, foram interrompidos por uma pomposa música instrumental digna de filmes de ação, seguida por um caprichado vídeo mostrando a preparação e as dificuldades da viagem à Lua. Centenas de jovens vão ao delírio, gritam e aplaudem de pé. É a deixa para que Buzz Aldrin faça uma entrada triunfal.

Segundo homem a pisar na Lua, em 1969 na missão Apollo 11, Aldrin, 82, não quer saber de parar. Está prestes a lançar um livro sobre a exploração de Marte, percorre o mundo dando palestras e ainda tem tempo de palpitar na política e no programa espacial americanos.

Lalo de Almeida/Folhapress
Buzz Aldrin, segundo homem a pisar na Lua, fala durante palestra na Campus Party, em São Paulo
Buzz Aldrin, segundo homem a pisar na Lua, fala durante palestra na Campus Party, em São Paulo

Para a palestra, cuja audiência era composta essencialmente por jovens que já nasceram com a exploração espacial consolidada, ele começou do básico: o quão difícil e distante parecia o objetivo de pousar um homem na Lua, anunciado em 1961 pelo então presidente John Kennedy.

Àquela altura, os grandes pioneiros no espaço eram os soviéticos, com o primeiro satélite, o Sputinik, e o primeiro homem em órbita, Yuri Gagárin.

"O presidente Kennedy não havia nos dado escolha. Falhar não era uma opção. Ou fazíamos isso ou fazíamos", anunciou o astronauta em um tom exaltado.

Não faltaram piadas. "Quando desci da nave para a superfície da Lua, tomei cuidado para não bater a porta. Nós não tínhamos a chave."

De gravata azul com a estampa de um foguete, anel em formato da lua, broche com a bandeira americana e pulseiras de caveirinha, o ex-astronauta parece querer dar muito recados de uma vez só.

Além da missão à Lua, Aldrin explicou brevemente o que ele considera ser a melhor forma de exploração em Marte: não em pequenas missões, mas com a construção de uma base, provavelmente em Phobos, uma das luas do planeta vermelho.

A descrição completa estará em seu novo livro, "Buzz Aldrin: Mission to Mars", que será lançado em maio nos EUA.

"O aniversário de 50 anos das missões Apollo seria uma boa data para anunciar um plano assim", diz o ex-astronauta. "Que governante terá a coragem de fazer isso", indaga ele em tom desafiador.

EXPERIÊNCIA PESSOAL

Além de falar da importância de que os jovens se mantenham curiosos e com coragem de desafiar os limites estabelecidos, o ex-astroanauta aproveitou para falar um pouco de sua experiência fora do trabalho.

"Tive problemas com o álcool, mas me recuperei. Atualmente estou há 34 anos sóbrio", diz ele, arrancando aplausos e gritos de euforia da plateia.

Certamente, Aldrin sabe como atrair os holofotes. Ao contrário do introvertido Neil Armstrong, seu companheiro de missão e o primeiro a tocar a superfície lunar, morto no ano passado, Aldrin não foge de entrevistas ou de aparições públicas.

Além de palestras e consultoria para empresas, ele já dançou na versão americana da "Dança dos Famosos", além de ter dublado a si mesmo para o desenho "Os Simpsons" e de ter feito pequenas participações no cinema.

PATRIOTISMO

Ignorando a rivalidade entre americanos e brasileiros sobre quem construiu o avião, Aldrin falou dos irmãos Wright e do pioneirismo e coragem dos americanos.

Em conversa com jornalistas antes da palestra, Aldrin reiterou seu descontentamento com alguns dos rumos do programa espacial americano e criticou os cortes de verbas pra Nasa. Ainda assim, ele elogiou a participação da iniciativa privada na exploração espacial.

Para tirar o constante sorriso do rosto do veterano, só mesmo uma pergunta sobre as naves russas Soyuz, que atualmente são a única maneira que os americanos têm de chegar à ISS (Estação Espacial Internacional) após a aposentadoria dos ônibus espaciais.

"Nós esta os pagando muito dinheiro para o programa espacial deles. Certamente, as Soyuz não são a maneira mais segura de chegar ao espaço, mas é o que temos por agora."



Como eu queria ter ido nessa palestra. :(

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29 de janeiro de 2013

Daft Punk assina com nova gravadora e deve lançar disco novo em breve

28/01/2013 - 21h10

O duo eletrônico francês Daft Punk assinou contrato com uma nova gravadora, a Columbia, que pertence à Sony, e está preparando o lançamento de um novo disco ainda para este ano.

Os membros do Daft Punk, Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Christo, tinham contrato com sua gravadora anterior, a Virgin, desde 1996.

No novo álbum, a dupla está trabalhando com nomes como o compositor vencedor do Oscar Paul Williams, a cantora Feist e Panda Bear, membro da banda Animal Collective.

Havia rumores de que o Daft Punk poderia ser uma das atrações principais do festival americano de Coachella, mas eles foram desfeitos na semana passada, após o anúncio das bandas que de fato tocarão no evento (entre elas, Blur e Stone Roses).

O novo disco do Daft Punk, que deve sair entre março e maio, será o quinto da carreira da dupla. Até aqui, eles já lançaram "Homework" (1997), "Discovery" (2001), "Human After All" (2005) e a trilha sonora do filme "Tron", em 2010.

Divulgação
Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem Christo, integrantes do duo francês de música eletrônica Daft Punk
Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem Christo, integrantes do duo francês de música eletrônica Daft Punk




Esqueceram que o álbum tem a participação também do mago da disco Giorgio Moroder. :)

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Abertura da Campus Party homenageia vítimas de incêndio e ativista americano

28/01/2013 - 23h22

RAFAEL CAPANEMA
DE SÃO PAULO

A abertura do evento de tecnologia Campus Party, realizada nesta segunda-feira (28) em São Paulo, homenageou os jovens mortos no incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), e o ativista americano Aaron Swartz, que se suicidou neste mês.

Representando o governador Tarso Genro (PT), a secretária-adjunta de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico do Rio Grande do Sul, Ghissia Hauser, elogiou a solidariedade da população brasileira às vítimas da tragédia.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua, fala na abertura oficial da Campus Party
Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua, fala na abertura oficial da Campus Party

"Que a Campus Party seja um lugar onde possamos sempre celebrar a juventude brasileira", afirmou Hauser.

Os participantes fizeram um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da tragédia.

Paco Ragageles, presidente da Campus Party internacional, disse que Swartz, acusado de baixar documentos em um repositório pago de artigos acadêmicos com a intenção de distribuí-los gratuitamente, poderia ter sido um campuseiro.

"A Campus Party é a verdadeira garagem do Vale do Silício brasileiro. Ao longo desta semana, vamos construir o Brasil quinta potência mundial", afirmou o diretor-geral do evento, Mario Teza.

O ex-astronauta americano Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua, fez uma aparição surpresa no palco e convidou os campuseiros a assistirem à sua palestra nesta terça-feira (29), às 13h. "Vou contar histórias do passado e falar sobre o futuro que espero ver", afirmou.

Com mais de 7.500 participantes na área paga, a Campus Party vai até este domingo no Anhembi Parque. O espaço aberto ao público deve receber mais de 100 mil pessoas.




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"Argo" vira favorito ao Oscar após vencer prêmios de sindicatos

"Argo" inaugurou a corrida pelo Oscar 2013 há mais de três meses. No caminho, o thriller dirigido e protagonizado por Ben Affleck, sobre o resgate real de reféns americanos no Irã na virada de 1979 para 1980, perdeu velocidade.

"Argo" vence prêmio de melhor elenco do Sindicato de Atores dos EUA

Historiadores disseram que a trama se valeu de muita liberdade artística, e outros longas ("A Hora Mais Escura", "Lincoln", "Os Miseráreis") pipocaram nas semanas seguintes, todos ganhando a alcunha de "favorito ao Oscar".

Mark Davis/AFP
Ben Affleck comemora o prêmio do sindicato dos atores, vencido pelo elenco de seu "Argo"
Ben Affleck comemora o prêmio do sindicato dos atores, vencido pelo elenco de seu "Argo"

O prego no caixão de "Argo" teria sido a surpresa da não indicação de Affleck ao Oscar de melhor diretor, apesar de o longa ter entrado na lista dos nove indicados à principal categoria.

Só três filmes venceram o Oscar sem ter o trabalho de seus realizadores reconhecido com uma menção. A última vez foi há 23 anos ("Conduzindo Miss Daisy").

No entanto, ao vencer, no último fim de semana, os prêmios dos sindicatos de atores (SAG) e de produtores (PGA), o filme de Affleck toma a dianteira (ao lado de "Lincoln") na reta final da disputa pelo Oscar 2013.

Os votos dos membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas começam a ser enviados na semana que vem. A disputa promete ser tensa como o final de "Argo".

A vitória, no domingo (27), no sindicato dos atores, que representam o maior grupo votante da Academia, com mais de mil membros, não é tão significativa. No ano passado, "Histórias Cruzadas" foi o grande vencedor entre os intérpretes e terminou perdendo o Oscar para "O Artista".

O prêmio, porém, firma Daniel Day-Lewis e Tommy Lee Jones como favoritos a ator e coadjuvante por "Lincoln", e Jennifer Lawrence ("O Lado Bom da Vida") e Anne Hathaway ("Os Miseráveis") nas categorias femininas.

Mas "Argo" deve celebrar o prêmio concedido pelos produtores. Mesmo representando 10% dos 6.000 membros da Academia, eles acertam o vencedor do Oscar há cinco anos.






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Cine Olympia, em Belém, recebe mostra Orson Welles

Como parte da programação que homenageia os grandes nomes mundiais da sétima arte, o cine Olympia, em Belém, exibe a partir de terça-feira (29) uma mostra de filmes do cineasta Orson Welles. Todas as sessões, que começam sempre às 18h30, têm entrada gratuita.

Foto do filme Cidadão Kane, que será exibido em Araraquara (Foto: Divulgação)
Imagem do filme "Cidadão Kane", destaque da
mostra dedicada a Orson Welles. (Foto: Divulgação)

Na seleção não poderiam faltar filmes importantes na filmografia de Welles, como o clássico "Cidadão Kane" considerado por especialistas como o maior filme da história do cinema. "Nosso maior desafio não está em levar para as telas o trabalho que o tornou mais conhecido, mas outras obras que são desconhecidas do grande público, verdadeiras raridades do cinema"., explica Marco Antônio Moreira, organizador da mostra.

Orson Welles foi um ator americano, escritor, diretor e produtor que trabalhou nas áreas de rádio, teatro e cinema. Depois de dirigir um número considerável de produções teatrais, ele encontrou  fama nacional e internacional como o diretor e narrador  da adaptação de rádio de H.G Wells, "A Guerra dos Mundos". Seu primeiro filme foi  "Cidadão Kane" que marcou a história do cinema.

Confira os filmes que fazem parte da programação:

Terça-feira (29/01) - Cidadão Kane (1941)

Quarta-feira (30/01) - Soberba (1942)

Quinta-feira (31/01) - Fallstaf: O toque da meia-noite (1965)

Sexta-feira (01/02) - Macbeth: Reinado de sangue (1948)

Sábado (02/02) - O Estranho (1946)

Domingo (03/02) - A marca da maldade (1958)

Serviço: Mostra Orson Welles, no Cine Olympia, em Belém, de 29 de janeiro a 3 de fevereiro, às 19h30. Entrada gratuita.




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Campus Party 2013 recebe os primeiros participantes em SP


Partcipantes da Campus Party chegam para a entrada do evento; este ano houve poucas filas (Foto: Laura Brentano/G1)

Os portões da sexta edição da Campus Party, abriram para a entrada dos "campuseiros" - como são chamados os participantes do evento - ao meio-dia desta segunda-feira (28).

O evento acontece no Anhembi, na cidade de São Paulo, até domingo (3).

A reunião "nerd" traz palestrantes como o austronauta Buzz Aldrin, o segundo homem a andar na Lua, o fundador da Atari, Nolan Bushnell, um dos responsáveis pela além de áreas com oficinas, cursos e brincadeiras. E para participar das atrações há interessados de todo o Brasil.

Huziel Ramos Santos, de 20 anos, foi o primeiro participante a entrar na Campus Party. Como ele não veio de caravana, esperou apenas 30 minutos na fila para se cadastrar e entrar no evento. Santos saiu do interior do Paraná para participar da Campus Party pela primeira vez.

De acordo com a organização do evento, um esquema foi montado para reduzir o tamanho das filas para entrar e sair do Anhembi - problema que se repetiu durante as outras edições da Campus Party.

Nelson Bretas Júnior, de 22 anos, foi o segundo campuseiro a entrar no evento. Ele tambem chegou cedo na feira, às 10h, vindo de São Bernardo. A fila já estava grande quando chegou, mas a organização separou os participantes e alguns conseguiram entrar antes, apesar de terem chegado em cima da hora.

Pela quarta vez na Campus Party, Luciano Reis, de 43 anos, e os filhos Gabriel, de 15, e Mylena, 14, dizem que ir ao evento já virou uma tradição em família. Eles vieram do Rio de Janeiro de carro e se impressionaram com a pouca fila desta edição. "Eu não sei o que eles fizeram, mas entramos em 30 minutos. Já teve outras vezes que ficamos 10 horas na fila", disse Luciano. 




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The Cure anuncia que vai fazer shows no Rio e em SP em abril


Robert Smith, guitarrista e vocalista do The Cure, se apresenta no festival Roskilde, na Dinamarca, nesta quinta-feira (5); evento reuniu 90 mil pessoas (Foto: Anthon Unger/Polfoto/AP)
Robert Smith, guitarrista e vocalista do The Cure
(Foto: Anthon Unger/Polfoto/AP)

A banda britânica The Cure anunciou nesta segunda-feira (28) que em abril vai fazer dois shows no Brasil: no Rio (dia 4), no HSBC Arena; e no Estádio do Morumbi, em São Paulo (dia 6). O grupo publicou uma mensagem em seu site oficial informando datas de uma turnê na América Latina, que passa ainda por Paraguai, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México.

De acordo com a nota, esta vai ser a primeira visita do Cure à América do Sul após 17 anos. As vendas para o show em São Paulo começam em 18 de fevereiro. Para o show do Rio, começam no dia seguinte. A compra poderá ser feita por meio do site www.livepass.com.br. Os preços ainda não foram divulgados.

O comunicado traz ainda uma declaração de Robert Smith, vocalista do Cure: "Estamos delirantemente felizes de voltar finalmente à América do Sul – ficamos longe por muito tempo! Nossos shows vão ter mais de três horas de duração e podem estar certos que estamos firmemente decididos a fazer desta turnê a mais memorável do Cure de todos os tempos!".




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Explosão de ônibus espacial da Nasa que matou sete pessoas faz 27 anos


Morte de 7 astronautas da Nasa completou 27 anos nesta segunda-feira (28). (Foto: Divulgação/Nasa)
Da esquerda para a direita, Sharon Christa McAuliffe, Gregory Jarvis, Judith Resnik, Francis Scobee, Ronald MacNair, Mike Smith e Ellison Onizuka (Foto: Divulgação/Nasa)


A morte de sete astronautas da agência espacial americana (Nasa) completa 27 anos nesta segunda-feira (28). O acidente ocorreu em 1986, quando o motor impulsionador do ônibus espacial Challenger falhou, provocando a explosão da nave.

A tragédia ocorreu 73 segundos após a decolagem e matou toda a tripulação. De acordo com a Nasa, a perícia indicou que o acidente foi causado por uma falha no anel de vedação do foguete propulsor direito, e o tempo frio também contribuiu.

A nave estava em sua décima missão, e o fato provocou a interrupção do programa espacial americano por alguns meses.

A foto acima, tirada no dia 9 de janeiro de 1986, 20 dias antes da explosão do Challenger, mostra toda a tripulação, formada por Sharon Christa McAuliffe, Gregory Jarvis, Judith Resnik, Francis Scobee, Ronald E. McNair, Mike J. Smith e Ellison S. Onizuka.

Apollo I
No domingo (27), a morte de três astronautas americanos que se preparavam para o que seria o primeiro voo tripulado do programa Apollo completou 46 anos.

Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee estavam sentados em cima da plataforma de lançamento durante um teste preparatório, quando começou um incêndio na cápsula, em 1967.

Astronautas da missão Apollo 1 durante, mortos durante acidente em plataforma (Foto: Divulgação/Nasa)
Da esquerda para a direita, Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee (Foto: Divulgação/Nasa)

A investigação sobre o acidente indicou que houve falha no mecanismo de abertura da Apollo I, o que impediu a saída dos astronautas e provocou a morte dos três.

De acordo com a Nasa, o incidente fez com que a agência fizesse alterações de engenharia e mudanças no projeto principal da cápsula, que a tornaram mais segura para a futura viagem à Lua, em 1969.

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27 de janeiro de 2013

Pirotecnia era comum em shows de banda que tocava em boate; veja

27/01/2013 14h32 - Atualizado em 27/01/2013 14h32

Gurizada Fandangueira costumava usar efeitos com faíscas ao vivo.
Segundo relatos, fogo em Santa Maria começou após ação pirotécnica.

Os efeitos pirotécnicos durante o show do Gurizada Fandangueira na boate Kiss na madrugada deste domingo (27), relatados como os possíveis causadores do incêndio que resultou na morte de pelo menos 230 pessoas, eram comuns durante as performances da banda, como é possível ver em vídeos publicados no canal oficial do grupo no YouTube. Clique aqui para assistir.

Vídeo publicado em canal do YouTube do Gurizada Fandangueira mostra efeitos pirotécnicos durante show do grupo (Foto: Reprodução/YouTube)Vídeo publicado em canal do YouTube do Gurizada Fandangueira mostra efeitos pirotécnicos durante show do grupo (Foto: Reprodução/YouTube)

Imagens de um show do Gurizada Fandangueira em maio de 2011 mostram faíscas saindo de sinalizadores posicionados na frente do palco. O efeito pirotécnico alcança uma altura que aparentemente ultrapassa os integrantes do grupo.

A página oficial da banda no Facebook também traz um release que afirma que ações pirotécnicas fazem parte das apresentações do Gurizada Fandangueira. "Com a grande experiência comprovada em bailes e shows, [a banda] demonstra além de todo seu talento, muita inovação em estrutura, efeitos visuais e pirotécnicos, os quais fazem toda a diferença na identidade exclusiva da banda".

A estudante Taynne Vendrúsculo, que estava na boate no momento do incêndio, contou à GloboNews que o início do fogo possivelmente começou por conta dos efeitos. "Foi durante uma música em que o cantor estava fazendo uma apresentação que tinha efeitos [pirotécnicos], porque provocou faíscas, alguma coisa que acreditamos que possa ter sido isso que causou [o incêndio]. Foi muito rápido. Ele estava cantando e, quando a gente viu, ele parou de cantar e aí a gente olhou e prestou atenção no que estava acontecendo e tinha o fogo no teto".

O mesmo disse Rodrigo, segurança da boate Kiss, à GloboNews. "Estava acontecendo a festa com o show da Gurizada, quando eu vi eles foram fazer um show pirotécnico, com fogos, e aí a 'faisqueira' começou a pegar fogo no teto. Fomos pegar o extintor para tentar apagar, para ver se acalmava o incêndio, quando vejo já tomou conta do local", relatou.

O incêndio na boate Kiss começou na madrugada deste domingo. O número total de feridos ainda é desconhecido. O resgate de corpos foi concluido, mas as causas do incêncio ainda são investigadas. Conforme informações preliminares, o fogo teria começado por volta das 2h30 quando o vocalista da banda Gurizada Fandangueira usando um sinalizador. As faíscas atingiram a espuma do isolamento acústico no teto do estabelecimento e as chamas se espalharam.




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'É situação terrível de desespero e dor', diz ministra sobre tragédia no RS

Primeira autoridade do governo federal a desembarcar em Santa Maria (RS) após o incêndio que matou mais de 200 pessoas em uma boate neste domingo (27), a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, classificou a tragédia de uma "situação terrível de desespero e dor".

"É uma situação terrível de desespero e dor. Em uma tragédia como essa envolvendo jovens é impossível que cada pai e mãe do país não sinta um forte impacto, diante da dor dos pais que não terão seus filhos em casa essa noite", afirmou a ministra em entrevista ao G1 por telefone.

Rosário relatou que a presidente Dilma Rousseff determinou ainda na manhã deste domingo que fosse mobilizada uma força-tarefa, composta por servidores federais e autoridades estaduais, para prestar apoio às vítimas e aos familiares.

Por ordem de Dilma, disse Rosário, uma equipe de técnicos e peritos federais viajará nesta tarde de Brasília para o Rio Grande do Sul para auxiliar nos trabalhos de identificação dos mortos.  O grupo será coordenado pela Secretaria Nacional de Defesa Civil.

No primeiro momento, enfatizou a titular dos Direitos Humanos, a prioridade das autoridades públicas é o atendimento às vítimas e a identificação dos mortos. Em uma segunda etapa, serão investigadas as causas do incêndio e as responsabilidades pelo incidente. A apuração criminal ficará sob a responsabilidade da polícia gaúcha.

Rosário, que é gaúcha, viajou para Santa Maria na manhã deste domingo na companhia do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. O chefe do Executivo gaúcho é natural da cidade onde ocorreu o incêndio sem precedentes no estado.

Antes de embarcar para Santa Maria, município que fica a cerca de 300 quilômetros de Porto Alegre, Rosário conversou por telefone com Dilma. Direto de Santiago do Chile, onde participava de uma cúpula de países latino-americanos e europeus, a presidente orientou que todos os ministros ficassem de prontidão para ajudar no socorro e atendimento às milhares de pessoas que estavam na boate Kiss durante o incêndio.

A chefe de Estado brasileira também determinou, relatou Rosário, que as unidades das Forças Armadas lotadas em Santa Maria fossem acionadas para prestar auxílio médico e logístico. Ainda de acordo com a ministra, Dilma também ordenou que os servidores da Universidade Federal de Santa Maria se envolvessem na operação.

Conforme Rosário, assistentes sociais e psicólogos foram destacados para acompanhar os familiares no momento da identificação dos mortos. Algumas vítimas fatais foram identificadas com o auxílio dos documentos que elas portavam junto ao corpo na hora da tragédia.

Dilma deixou às pressas a cúpula sediada no Chile e se dirigiu para a cidade do interior do Rio Grande do Sul. A presidente desembarcou em Santa Maria por volta das 14h para comandar in loco as medidas que cabem ao governo federal.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que estava em São Paulo quando a informação do incêndio veio à tona, também se deslocou para o Rio Grande do Sul para auxiliar na coordenação dos trabalhos de atendimento médico às vítimas.

O caso
A polícia e o Corpo de Bombeiros ainda trabalham no local em busca de mais informações sobre as circunstâncias da tragédia e para retirar corpos da área.

O número de pessoas que estavam na boate no momento do incêndio ainda não foi confirmado pelas autoridades. A festa reunia estudantes da Universidade Federal de Santa Maria, dos cursos de Pedagogia, Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia e dois cursos técnicos.

Segundo informações preliminares, o fogo teria começado por volta das 2h30, depois que o vocalista da banda que se apresentava fez uma espécie de show pirotécnico, usando um sinalizador. As faíscas teriam atingido a espuma que faz o isolamento acústico no teto do estabelecimento e as chamas se espalharam.

O incêndio provocou pânico e muitas pessoas não conseguiram acessar a saída de emergência. Segundo o Corpo de Bombeiros, a boate estava com o alvará vencido.





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La tragedia más mortífera por fuego en una discoteca desde 2000

El incendio en el que han muerto este domingo al menos 245 personas en Brasil, en un club nocturno en Santa Maria, ciudad universitaria del Estado de Rio Grande do Sul (sur), en la madrugada del domingo es el más mortífero desde 2000 entre sucesos de este tipo.

He aquí un recordatorio de los incendios anteriores en discotecas y bares en el mundo desde 2000:

25 de diciembre 2000. CHINA: 309 muertos en un incendio que arrasó un complejo comercial y una discoteca en Luoyang (centro).

1 de diciembre de 2002. VENEZUELA: 50 muertos en un club nocturno en Caracas.

20 de febrero de 2003. EE.UU. 100 muertos y 200 heridos en un club en West Warwick (Rhode Island, noreste).

1 de diciembre de 2004. ARGENTINA: 194 muertos y 375 heridos en una discoteca de Buenos Aires, donde cerca de 2.000 jóvenes que asisten a un concierto de rock.

20 de septiembre de 2008: CHINA: 44 muertos y 87 heridos en un incendio en un club nocturno en Shenzhen (sur) causada por fuegos artificiales en el interior.

1 enero de 2009. TAILANDIA; 66 personas que celebraban el Año Nuevo en un club nocturno de Bangkok murieron en un incendio provocado por fuegos artificiales.

4 de diciembre de 2009. INDONESIA: 20 personas fallecieron en un fuego declarado en un club de karaoke, ubicado en un complejo comercial en Medan (Sumatra del Norte).

5 de diciembre de 2009. RUSIA - 155 muertos en el incendio provocado por los fuegos artificiales en un club nocturno en Perm (Urales, 1.200 kilómetros al este de Moscú).

27 de enero de 2013. BRASIL: Al menos 245 muertos y cientos de heridos tras un incendio en el club nocturno Beso, Santa Maria (estado de Rio Grande do Sul, sur).





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Los viajeros de otros mundos



View the list of extraterrestrial vehicles and distances traveled on other worlds.
 
Estamos en el 9ª aniversario de la llegada de Opportunity a Marte, con una amplia lista de logros tanto científicos, con su colosal legado de datos e imágenes, como técnicos, desde las paulatinas mejoras de su software como el hecho mismo de su supervivencia, superando todas las espectativas y demostrando una vez más el magnífico trabajo de quienes lo construyeron, tanto a el como a su hermano Spirit.

Más de 3.200 días marcianos es realmente mucho tiempo, casi 5 años de Marte, el suficiente para haber cubierto una distancia asombrosa, especialmente si se tiene en cuenta que en principio solo se esperaba de 1 o 2 Kilómetros, suficiente para estar cerca de recibir el honorífico titulo del mayor explorador de otro mundo. Falta poco, pero aun quedán otros 2 por delante, entre ellos otro rover como el y, en este aspecto, su lejano antepasado.

A día de hoy el LunoKhod 2 soviético sigue siendo el numero 1, gracias a los 37 Kilómetros que en 1973 recorrió sobre la superficie lunar desde su punto de aterrizaje en el cráter Le Monnier, una cifra que Opportunity tiene ya cerca. Hay que tener en cuenta, pero, que el rover lunar lo hizo en apenas 6 meses, desde Enero hasta Junio de ese mismo año (cuando se dió por perdido de forma definitiva) gracias a que se podía controlar directamente desde La Tierra.

Los vehículos de transporte que viajaron en los Apolo 15, 16 y 17, conocidos popularmente como Moon Buggy, ocupan el 2º, 4º y 5º lugar de esta lista de la fama, y permitieron a las tripulaciones de estas 3 misiones lunares recorrer grandes distancias y explorar una zona mucho más amplia de lo que habían podido hacer sus predecesores. Fueron transportado en forma compacta, desplegados ya en la superficie selenita, y se quedaron en ella una vez aquellos que los utilizaron volvieron a La Tierra.

Los 2 siguientes pueden considerarse los "hermanos" de los dos primeros, ya que se trata del soviético LunoKhod 1 y Spirit, que han quedado un poco a la sombra de LunoKhod 2 y Opportunity a pesar de que en ambos casos alcanzaron también las metas previstas y superaron las espectativas.

El 8º lugar es para el pequeño Soujurne, que viajó a bordo de la Mars Patfhinder, limitado en sus movimientos (los 500 metros corresponden en realidad a lo máximo que podría haberse alejado de la sonda sin perder el contacto) pero que tendrá para siempre el honor de haber sido el primer rover que realmente recorrió la superficie de Marte, preparando el camino para todos los que le siguieron.

Y entre ellos Curiosity, el último de esta lista honorífica aunque destinado a ir escalando posiciones a medida que pasen los años.

Opportunity se encuentra actualmente a solo 1.500 metros de alcanzar a LunoKhod 1, una distancia que en el momento de su llegada parecía enorme pero actualmente, después de haber recorrido 35.460, parece al alcance de su mano, aunque centrado como se encuentra en el estudio de la extraodinaria zona conocida como Matijevic Hill, el momento podría aún retrasarse un poco. Las puertas del Olimpo deberán esperar un poco más.

Las LunoKhods marcaron, junto el retorno de muestras a La Tierra, al cumbre del esfuerzo soviético en La Luna.

Conocidos como Moon Buggy estos vehículos permitieron a los tripulantes de las últimas tres misiones Apolo recorrer distancias totalmente fuera del alcance de sus predecesores.

Las MERS fueron un proyecto doble posible gracias a la especialmente favorable ventana de lanzamiento de 2003. Aunque Spirit dejó de funcionar hace tiempo, Opportunity sigue en activo y realizando descubrimientos extraodinarios. Si nada ocurre esta destinado a ocupar el lugar de la LunoKhod 1.

La pequeña Soujurne formaba parte del proyecto Mars Pathfinder, una misión de bajo presupuesto con un sistema de aterrizaje revolucionario y en cuyo éxito, ya que muchos, incluido dentro de la NASA, temían lo peor, tomó a muchos por sorpresa. El rover, que no podía alejarse de la sonda ya que dependía de ella para comunicarse con La Tierra, cumplió y superó las espectativas sentando las bases del proyecto MERS.




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26 de janeiro de 2013

George Lucas diz que J.J. Abrams é "a escolha ideal" para assumir "Star Wars"

26/01/2013 - 20h39

Confirmado pela Disney nesta sexta-feira (25) como o diretor do próximo episódio de "Star Wars", J.J. Abrams --conhecido por suas séries de televisão, como "Alias" e "Lost"-- recebeu a aprovação de George Lucas, criador da saga.

"Fico impressionado com J.J. como produtor de filmes e contador de histórias", afirmou Lucas. "Ele é a escolha ideal para dirigir o novo 'Star Wars' e o legado não poderia estar em melhores mãos."

Abrams vai trabalhar sob a liderança da produtora Kathleen Kennedy, ex-presidente da Lucasfilm, e o roteiro será escrito por Michael Arndt, de "Pequena Miss Sunshine" e "Toy Story 3".

Evan Agostini - 19.dez.11/Associated Press
O produtor J.J. Abrams
O produtor J.J. Abrams

Desde que a Disney comproy a Lucasfilm por US$ 40,5 bilhões em outubro do ano passado e anunciou que novos filmes da série seriam produzidos, diversos nomes de diretores --como Ben Affleck, Guillermo del Toro, Steven Spielberg e Quentin Tarantino-- foram especulados para assumir o projeto.

Abrams afirmou que é uma honra fazer parte do novo capítulo da saga "Star Wars" e que será um prazer colaborar com Kennedy. "Talvez esteja mais grato a George Lucas agora do que quando era criança", afirmou.

Kennedy também elogiou o diretor. "J.J. é o diretor perfeito para este filme. Além de ter grande sensibilidade como cineasta, ele tem uma compreensão intuitiva dessa franquia", disse.




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Grupo de paleontólogos brasileiros acha tubarão pré-histórico no sertão do Ceará

O sertão do Ceará já foi rio e, 130 milhões de anos atrás, tinha até tubarão.

Um grupo de paleontólogos brasileiros acaba de anunciar uma nova espécie de tubarão de água doce que habitou a região. E as surpresas não param por aí: eles já têm vestígios de outras espécies ainda não catalogadas, que vão desde inofensivos peixes até ferozes crocodilos.

"Começamos a trabalhar em algumas bacias ainda pouco exploradas do Ceará e foi assim que descobrimos a espécie. Nesses locais, há um grande potencial para encontrarmos muita coisa relevante", diz Felipe Pinheiro, do Laboratório de Paleontologia e Vertebrados da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e um dos autores do trabalho.

O novo tubarão foi encontrado na bacia de Lima Santos, que fica cerca de 100 km ao norte da região do Araripe --principal sítio arqueológico da região e famoso mundialmente pela qualidade dos fósseis--, onde também foram encontrados sinais da sua presença.

O tamanho do bicho é estimado em menos de um metro. "À primeira vista, pelo olhar de um leigo, ele seria parecido com um tubarão dos dias de hoje. Mas esse tubarão era distinto em aspectos importantes, como o posicionamento da boca", completa o paleontólogo.

A descrição da espécie, publicada nesta semana na revista especializada "Cretaceous Research", foi feita com base em dentes. Pode parecer pouco, mas os cientistas dizem que, com base nisso, já é possível saber muito.

"O corpo dos tubarões é essencialmente cartilaginoso. Então, em geral, o que nós encontramos fossilizados são os dentes. E por eles já é possível inferir tamanho e outras características."

O nome do tubarão, Planohybodus marki, é uma homenagem ao paleontólogo Mark Van Tomme, que ajudou o grupo no início das pesquisas. O cientista acabou sem ver o trabalho publicado. Ele não resistiu a uma leucemia e morreu no ano passado com apenas 30 anos.

A linhagem do P. marki já está extinta, mas isso não significa que sua descoberta seja de pouca relevância.

Embora esses animais sejam relativamente comuns em outras partes do mundo, eles são raros na América do Sul, com apenas duas espécies descritas para o Brasil.

O estudo desses tubarões, bem como do resto da fauna e da flora que lhe foi contemporânea, é de grande relevância para compreender a separação entre a América do Sul e a África, que já estava acontecendo nessa época.

"[A descoberta dessa espécie] é mais uma peça no quebra-cabeças que ajuda a explicar como animais tão bem-sucedidos foram, aos poucos, sendo substituídos pelos tubarões atuais", afirma o paleontólogo.




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