Belíssimas capas de Frank Frazetta e Roy Krenkel.
Pellucidar é uma terra imaginada por Edgar Rice Burroughs (1875-1950), criador de Tarzã, no qual ambientou sete romances publicados de 1915 a 1963. Duas seqüelas, escritas por John Eric Holmes, foram publicadas em 1976 e 1993.
Nesses romances, a Terra é uma concha oca com Pellucidar em sua superfície interna, acessível através de uma passagem nos pólos - embora seus heróis a descubram por meio de uma "toupeira de ferro" (iron mole) que escava um túnel de 800 km.
Apesar de a superfície interna da Terra ter uma área total menor que a exterior, a área terrestre de Pellucidar é maior, pois seus continentes espelham os oceanos da Terra e vice-versa. Devido à concavidade de sua superfície, não tem horizonte: quanto maior a distância, mais alta parece a superfície, até se perder na névoa atmosférica.
A superfície é iluminada por um sol em miniatura suspenso no centro da esfera oca, sempre perpendicular à superfíce, exceto sob uma pequena lua geoestacionária, coberta de vegetação, que gera um eclipse perpétuo numa zona conhecida como "Terra da Sombra Medonha" (Land of Awful Shadow).
Como não há movimento dos céus, os nativos têm pouca noção de tempo. Os eventos da série sugerem que o tempo, além disso, tem diferentes ritmos em diferentes partes de Pellucidar.


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