27 de dezembro de 2009

Ator de Buck Rogers em fanfilm de Jornada | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português


Ator de Buck Rogers em fanfilm de Jornada | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português

24 de dezembro de 2009

Feliz Natal!!!

Olá a todos!

Não podia deixar de dar uma passadinha aqui hoje para deixar nossos votos de Feliz Natal e próspero Ano Novo para todos os amigos que acompanham o blog.

Muito obrigada a todos por nos acompanharem mais um ano.

Então, muita comida boa, presentes, felicidades e saúde para todos nós. :)

23 de dezembro de 2009

Omelete - Warner e DC estariam pensando em filme de Gavião Negro?

Ai....

Omelete - Warner e DC estariam pensando em filme de Gavião Negro?

Omelete - Assista ao trailer do remake de Karatê Kid

Sei não...Karatê Kid é tão anos 80.
Omelete - Assista ao trailer do remake de Karatê Kid

Star Trek, o filme top 10 da pirataria | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português


Star Trek, o filme top 10 da pirataria | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português

G1 Tecnologia - NOTÍCIAS - Computador com visual retrô usa teclas de máquina de escrever


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21 de dezembro de 2009

QI - Christmas, Christianity and Mithras

I too have to stop and wonder "Is there any chance that this was just a ~MASSIVE~ coincidence?"

I'd have to say that my answer is no.

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hehe...
Muito bom.

Noite feliz na terra de ninguém: Natal de 1914

No Natal de 1914, em plena Primeira Guerra Mundial, soldados ingleses e alemães deixaram as trincheiras e fizeram uma trégua. Durante seis dias, eles enterraram seus mortos, trocaram presentes e jogaram futebol

Finalmente parou de chover. A noite está clara, com céu limpo, estrelado, como os soldados não viam há muito tempo. Ao contrário da chuva, porém, o frio segue sem dar trégua. Normal nesta época do ano. O que não seria normal em outros anos é o fedor no ar. Cheiro de morte, que invade as narinas e mexe com a cabeça dos vivos – alemães e britânicos, inimigos separados por 80, 100 metros no máximo. Entre eles está a “terra de ninguém”, assim chamada porque não se sobreviveria ali muito tempo. Cadáveres de combatentes de ambos os lados compõem a paisagem com cercas de arame farpado, troncos de árvores calcinadas e crateras abertas pelas explosões de granadas. O barulho delas é ensurdecedor, mas no momento não se ouve nada. Nenhuma explosão, nenhum tiro. Nenhum recruta agonizante gritando por socorro ou chamando pela mãe. Nada.

E de repente o silêncio é quebrado. Das trincheiras alemãs, ouve-se alguém cantando. Os companheiros fazem coro e logo há dezenas, talvez centenas de vozes no escuro. Cantam “Stille Nacht, Heilige Nacht”. Atônitos, os britânicos escutam a melodia sem compreender o que diz a letra. Mas nem precisam: mesmo quem jamais a tivesse escutado descobriria que a música fala de paz. Em inglês, ela é conhecida como “Silent Night”; em português, foi batizada de “Noite Feliz”. Quando a música acaba, o silêncio retorna. Por pouco tempo.

“Good, old Fritz!”, gritam os britânicos. Os “Fritz” respondem com “Merry Christmas, Englishmen!”, seguido de palavras num inglês arrastado: “We not shoot, you not shoot!”(“Nós não atiramos, vocês também não”).

Estamos em algum lugar de Flandres, na Bélgica, em 24 de dezembro de 1914. E esta história faz parte de um dos mais surpreendentes e esquecidos capítulos da Primeira Guerra Mundial: as confraternizações entre soldados inimigos no Natal daquele ano. Ao longo de toda a frente ocidental – que se estendia do mar do Norte aos Alpes suíços, cruzando a França –, soldados cessaram fogo e deixaram por alguns dias as diferenças para trás. A paz não havia sido acertada nos gabinetes dos generais; ela surgiu ali mesmo nas trincheiras, de forma espontânea. Jamais acontecera algo igual antes. É o que diz o jornalista alemão Michael Jürgs em seu livro Der Kleine Frieden im Grossen Krieg – Westfront 1914: Als Deutsche, Franzosen und Briten Gemeinsam Weihnachten Feierten (“A Pequena Paz na Grande Guerra – Frente Ocidental 1914: Quando Alemães, Franceses e Britânicos Celebraram Juntos o Natal”, inédito no Brasil).

Conhecido então como Grande Guerra (pouca gente imaginava que uma segunda como aquela seria possível), o conflito estourou após a morte do arquiduque Francisco Ferdinando. Herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro, ele e sua esposa Sofia foram assassinados em Sarajevo, na Sérvia, no dia 28 de junho. O atentado, cometido por um estudante, fora tramado por um membro do governo sérvio. Um mês mais tarde, em 28 de julho, a Áustria-Hungria declarou guerra à Sérvia. As nações européias se dividiram. Grã-Bretanha, França e Rússia se aliaram aos sérvios; a Alemanha, aos austro-húngaros. Nas semanas seguintes, os alemães invadiram a Bélgica, que até então se mantivera neutra, e, ainda em agosto, atravessaram a fronteira com a França. Chegaram perto de tomar Paris, mas os franceses os detiveram, em setembro.

Nos primeiros meses, a propaganda militar conseguiu inflar o orgulho dos soldados – de lado a lado. O fervor patriótico crescia paralelamente ao ódio pelos inimigos. Entretanto, em dezembro o moral das tropas já despencara. A guerra se arrastava havia quase um semestre. Os britânicos haviam perdido 160 mil homens até então; Alemanha e França, 300 mil cada. Para piorar, as condições nas trincheiras eram péssimas. O odor beirava o insuportável, devido às latrinas descobertas e aos corpos em decomposição. Estirados pela terra de ninguém, cadáveres atraíam ratazanas aos milhares. Era um verdadeiro banquete. Com tanta carne, elas engordavam tanto que algumas eram confundidas com gatos. Pior que as ratazanas, só os piolhos. Milhões deles, nos cabelos, barbas, uniformes. Em toda parte.

Quando chovia forte, a água batia na altura dos joelhos. Dormia-se em buracos escavados na parede e era comum acordar assustado no meio da noite, por causa das explosões ou de uma ratazana mordiscando seu rosto. Durante o dia, quem levantasse a cabeça sobre o parapeito era um homem morto. Os franco-atiradores estavam sempre à espreita (no final da tarde, praticavam tiro ao alvo no inimigo e, quando acertavam, diziam que era um “beijo de boa-noite”). O soldado entrincheirado passava longos períodos sem ter o que fazer. Horas e horas de tédio sentado no inferno. Só restava esperar e olhar para céu – onde não havia ratazanas nem cadáveres.

O cotidiano de horrores foi minando a vontade de lutar. Uma semana antes do Natal já havia sinais disso. Foi assim em Armentières, na França, perto da fronteira com a Bélgica. Soldados alemães arremessaram um pacote para a trincheira britânica. Cuidadosamente embalado, trazia um bolo de chocolate e dentro, escondido, um bilhete. Os alemães pediam um cessar-fogo naquela noite, entre 19h30 e 20h30. Era aniversário do capitão deles e queriam surpreendê-lo com uma serenata. O bolo era uma demonstração de boa vontade. Os britânicos concordaram e, na hora da festa inimiga, sentaram no parapeito para apreciar a música. Aplaudidos pelos rivais, os alemães anunciaram o encerramento da serenata – e da trégua – com tiros para cima. Em meio à barbárie, esses pequenos gestos de cordialidade significavam muito.

Ainda assim, era difícil imaginar o que estava por vir. Na noite do dia 24, em Fleurbaix, na França, uma visão deixou os britânicos intrigados: iluminadas por velas, pequenas árvores de Natal enfeitavam as trincheiras inimigas. A surpresa aumentou quando um tenente alemão gritou em inglês perfeito: “Senhores, minha vida está em suas mãos. Estou caminhando na direção de vocês. Algum oficial poderia me encontrar no meio do caminho?” Silêncio. Seria uma armadilha? Ele prosseguiu: “Estou sozinho e desarmado. Trinta de seus homens estão mortos perto das nossas trincheiras. Gostaria de providenciar o enterro”. Dezenas de armas estavam apontadas para ele. Mas, antes que disparassem, um sargento inglês, contrariando ordens, foi ao seu encontro. Após minutos de conversa, combinaram de se reunir no dia seguinte, às 9 horas da manhã.

No dia seguinte, 25 de dezembro, ao longo de toda a frente ocidental, soldados armados apenas com pás escalaram suas trincheiras e encontraram os inimigos no meio da terra de ninguém. Era hora de enterrar os companheiros, mostrar respeito por eles – ainda que a morte ali fosse um acontecimento banal. O capelão escocês J. Esslemont Adams organizou um funeral coletivo para mais de 100 vítimas. Os corpos foram divididos por nacionalidade, mas a separação acabou aí: na hora de cavar, todos se ajudaram. O capelão abriu a cerimônia recitando o salmo 23. “O senhor é meu pastor, nada me faltará”, disse. Depois, um soldado alemão, ex-seminarista, repetiu tudo em seu idioma. No fim, acompanhado pelos soldados dos dois países, Adams rezou o pai-nosso. Outros enterros semelhantes foram realizados naquele dia, mas o de Fleurbaix foi o maior de todos.

Aquela situação por si só já era inusitada: alemães e britânicos cavando e rezando juntos. Mas o que se viu depois foi um desfile de cenas surreais. Em Wez Macquart, França, um britânico cortava os cabelos de qualquer um – aliado ou inimigo – em troca de alguns cigarros. Em Neuve Chapelle, também na França, os soldados indicavam discretamente para seus novos amigos a localização das minas subterrâneas. Em Pervize, na Bélgica, homens que na véspera tentavam se matar agora trocavam presentes: tabaco, vinho, carne enlatada, sabonete. Uns disputavam corridas de bicicleta, outros caçavam coelhos. Uma luta de boxe entre um escocês e um alemão foi interrompida antes que os dois se matassem. Alguém sugeriu um duelo de pistolas entre um alemão e um inglês, mas a idéia foi rechaçada – afinal, aquilo era um cessar-fogo.

Porém, o melhor estava por vir. Nos dias 25 e 26, foram organizadas animadas partidas de futebol. Centenas jogaram bola nos campos de batalha. “Bola” em muitos casos era força de expressão; podia ser apenas um monte de palha amarrado com arame, ou uma lata de conserva vazia. E, no lugar de traves, capacetes, tocos de madeira ou o que estivesse à mão. Foi assim em Wulvergem, na Bélgica, onde o jogo foi só pelo prazer da brincadeira, ninguém prestou atenção no resultado. Mas houve também partidas “sérias”, com direito a juiz e a troca de campo depois do intervalo. Numa delas, que se tornou lendária, os alemães derrotaram os britânicos por 3 a 2. A vitória suada foi cercada de polêmica: o terceiro gol alemão teria sido marcado em posição irregular (o atacante estava impedido) e a partida, encerrada depois que a bola – esta de verdade, feita de couro – furou ao cair no arame farpado.

A maioria das confraternizações se deu nos 50 quilômetros entre Diksmuide (Bélgica) e Neuve Chapelle. Os soldados britânicos e alemães descobriam ter mais em comum entre si que com seus superiores – instalados confortavelmente bem longe da frente de batalha. O medo da morte e a saudade de casa eram compartilhados por todos. Já franceses e belgas eram menos afeitos a tomar parte no clima festivo. Seus países haviam sido invadidos (no caso da Bélgica, 90 por cento de seu território estava ocupado), para eles era mais difícil apertar a mão do inimigo. Em Wijtschate, na Bélgica, uma pessoa em particular também ficou muito irritada com a situação. Lutando ao lado dos alemães, o jovem cabo austríaco Adolf Hitler queixava-se do fato de seus companheiros cantarem com os britânicos, em vez de atirarem neles.

Naquele tempo, Hitler ainda não apitava nada. Entretanto, os homens que davam as cartas também não estavam nem um pouco felizes. Dos quartéis-generais, os senhores da guerra mandaram ordens contra qualquer tipo de confraternização. Quem desrespeitasse se arriscava a ir à corte marcial. A ameaça fez os soldados voltarem para as trincheiras. Durante os dias seguintes, muitos ainda se recusavam a matar os adversários. Para manter as aparências, continuavam atirando, mas sempre longe do alvo. Na noite do dia 31, em La Boutillerie, na França, o fuzileiro britânico W.A. Quinton e mais dois homens transportavam sua metralhadora para um novo local, quando de repente ouviram disparos da trincheira alemã. Os três se jogaram no chão, até perceberem que os tiros eram para o alto: os alemães comemoravam a virada do ano.

A trégua velada resistiu ainda por um tempo. Até março de 1915, alemães e britânicos entrincheirados em Festubert, na França, faziam de conta que a guerra não existia – ficava cada um na sua. Mas a lembrança das confraternizações foi aos poucos cedendo espaço para o ódio. A carnificina recrudesceu, prosseguindo até a rendição da Alemanha, em novembro de 1918, arrasando a Europa e deixando cerca de 10 milhões de mortos. Talvez a matança até valesse a pena, se a profecia do escritor de ficção científica H.G. Wells tivesse dado certo. O autor de A Máquina do Tempo escrevera em um ensaio que aquela seria “a guerra que acabaria com todas as guerras”. Wells, é claro, estava enganado. Os momentos de paz, como os do Natal de 1914, seriam escassos também ao longo de todo o século 20. A Grande Guerra tinha sido só o começo.

Fonte:Bruno Leuzinger in Aventuras na História
Noite feliz na terra de ninguém: Natal de 1914 - Aventuras na História

PS: Ontem a Globo exibiu um filme sobre esse episódio, mas não consegui assistir. :(

19 de dezembro de 2009

The Catholic Church and the Holocaust

The Catholic Church and the Holocaust

18 de dezembro de 2009

HOJE É UM DIA DE LUTO | NewsErrado

Faleceu ontem. :(
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Hoje morreu o cara que todo gremista conhece, e muitos invejam. O Banha.
Hoje, a coletividade gremista está de luto.
Aos 66 anos, faleceu, na madrugada desta quinta-feira, Alvaci Silva de Almeida, ou simplesmente “Banha”.
Banha foi massagista do Clube durante muitos anos estando presente nas principais conquistas do Tricolor nas décadas de 80 e 90.
Iniciou sua trajetória como massagista da categoria juvenil no dia 1º de julho de 1967 e, mesmo sendo afastado de suas funções por problemas de saúde, se mantinha vinculado ao clube do seu coração.
O corpo será velado, no Crematório Metropolitano, a partir das 15h na Capela número 2. A Cerimônia acontece as 19h.
Alvaci Almeida era natural de Triunfo/RS.

HOJE É UM DIA DE LUTO | NewsErrado

O Subestimado Início de DS9 | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português

Por Leandro Martins | 17 dezembro, 2009

ds9_1TInspirado em um recente tópico no FTB, e para celebrar o retorno de Deep Space Nine para a grade de programação do Sci-Fi Channel no Brasil, está na ordem do dia a migração, do Conteúdo Clássico do TB, de um artigo sobre o período inicial de DS9. Algumas percepções muito comuns ao fandom de Jornada nas Estrelas, sobre as primeiras temporadas de Deep Space Nine, seguem as linhas de “As primeiras são ruins / só melhorou depois da quarta / só melhorou com o Dominion / com a Defiant / com o Worf / com a guerra”. A tudo isto, digo: nada mais longe da realidade.

Segue no link abaixo.

O Subestimado Início de DS9 | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português

Gammera the Invincible (1966)


Cinemorama: Gammera, O Monstro Invencível

Historia de las Ciencias y sus Reconstrucciones.

Historia de las Ciencias y sus Reconstrucciones.

Historia Universal Asimov - El Imperio Romano

Historia Universal Asimov - El Imperio Romano

17 de dezembro de 2009

Nikola Tesla

Nikola Tesla

Super Interessante - Os Grandes Mistérios da Ciência | Scribd

Super Interessante - Os Grandes Mistérios da Ciência

A história dos video games: do osciloscópio aos gráficos 3D


A história dos video games: do osciloscópio aos gráficos 3D

16 de dezembro de 2009

Ramses II e o templo de Abu Simbel

Ramsés II e a revolução armamentista - Parte 1

Caim e Abel pt1 o crime de caim

...E O Vento Levou completa 70 anos


"...E O Vento Levou" completa 70 anos | Variedades - Notícias - Donna

Esqueleto no Show do Milhão 2009

Nova versão. Ainda mais divertida.

12 de dezembro de 2009

AC/DC (Hells Bells) - Live in São Paulo 2009

AC/DC (You Shook Me All Night Long) - Live in São Paulo 2009

Star Trek Deep Space Nine Opening Intro (Season 6)

Em breve no Sci-Fi Channel!
Meu coraçãozinho sempre bate mais forte quando o assunto é Star Trek!

Belíssimo tema de DS9.
Aja emoção. :)

Star Trek na lista para Oscar de efeitos visuais | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português

Star Trek na lista para Oscar de efeitos visuais | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português

Evento Trekkercon durante a Ressaca Friends 2009 | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português


Evento Trekkercon durante a Ressaca Friends 2009 | Trek Brasilis: A Fonte de Jornada nas Estrelas em Português

11 de dezembro de 2009

Stargate - Sonho de Consumo





Encontrei essas belezinhas no Mercado Livre. Cheguei a suspirar, até descobrir duas coisas:

1 - O preço. Módicos R$ 600,00.
2 - São kits para montar e pintar.

Cheat!!! Brochei. :(

10 de dezembro de 2009

Grandes bandas que o mundo esqueceu - Styx

Styx - "Too Much Time On My Hands"

Mr. Roboto ainda é a obra prima do Styx para mim [nem tanto pela canção em si, mas pelo modo que capturou o espírito da época], but os caras fizeram muita coisa boa. Vale a pena uma olhada na discografia deles.


Moonlight Shadow-Groove Coverage With Lyrics

Mais uma versão de Moonlight.
Impressionante como o pessoal gosta dessa canção.
Um dos grandes acertos do titio Mike. :)
É linda mesmo. Crisis é o meu álbum favorito do Mike Oldfield. Ele estava num dos momentos mais inspirados da sua longa e rica carreira.

Enviado de meu iPhone

The Beatles - Help! - "Ticket To Ride" Vid #13 (Restored)

Grande canção.
Sempre achei que o Ringo foi injustiçado pela mídia que adorava rotulá-lo como um baterista 'medíocre'.
Bom, taí a prova que estavam errados.
Ele era competente, sim.
Às vezes, era genial.

9 de dezembro de 2009

The Raiders of Atlantis - Part 1

he Atlantis Interceptors (aka Raiders of Atlantis and Predatori di Atlantide, I) is a 1983 Italian science fiction film starring Christopher Connelly and directed by Ruggero Deodato. When the lost city of Atlantis resurfaces off the coast of Miami Florida in 1994 Mike and Washington are two scientists working to raise a sunken Russian nuclear submarine to an ocean platform. This Mad Max style movie was not well received by critics being described by science fiction author David Wingrove in his Science Fiction Film Source Book as "Not so much suspension of disbelief as total suspension of all brain activity"

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Alguem lembra dessa 'pérola' da sessão da tarde?

Vintage69 no Twitter



Só um recadinho. Estou postando algumas dicas legais de livros direto no Twitter.
Então, por favor, nao esqueçam de dar uma olhadinha na barrinha ao lado
quando visitarem o blog ou se preferirem, seguindo o nosso Twitter.
Thx!

UNCUT - FULL - Ballad of Bilbo Baggins - Leonard Nimoy

Versão full. :)
Joguem pedras, mas adoro essa canção.

Leonard Nimoy

Já perdi as contas de quantas vezes assisti esse clip.
E sempre me divirto muito.

8 de dezembro de 2009

Mudança no blog

Oi pessoal...
Fê aqui. :)
Resolvi mudar novamente o template do blog. Então não estranhem sumiços inesperados de algumas coisitas aqui. Salvamos tudo, principalmente os banners de nossos parceiros, e em breve estarão de volta.
Agora é rezar para que os templates colaborem.
Abraços

ATUALIZADO:

Ufa...
Dando trabalho mas acho que tá ficando legal. Fizemos uma bela limpeza aqui, inclusive de spams nos comentários. Espero que gostem do novo template. Talvez não seja o definitivo ainda, mas vamos ver. Por hoje é só pois meu amado tá saindo pra malhar um pouco na academia. :)

7 de dezembro de 2009

Os caçadores de OVNIS - A Área 51 - parte 1

Hieroglifos

Tri! uma pena que não pude ver.

5 de dezembro de 2009

Visões do Futuro: A Revolução da Inteligência (Parte1de6).

Visões do Futuro: A Revolução Quântica (Parte1de6).

3 de dezembro de 2009

The Amiga 500 promo video (1987)


Esse, meus amigos, era o sonho de consumo do meu irmão em 1987/88.
Eu sabia que o Amiga era o top da época mas acabei me surpreendendo com esse vídeo.

Era ainda mais avançado do que eu pensava.

Os anos 80 foram de fato uma era dourada para os usuários de micros. Ao contrário do que acontece hoje em dia em que os jovens são praticamente lobotomizados com o excesso de informação, praticidade e conforto [sem falar no consumo exagerado]. Naquela época, a informática realmente instigava o pensamento lógico, a criatividade e inventividade em todos nós. Se você desejasse aproveitar todos os recursos de uma máquina dessas precisaria obrigatoriamente ter um outro computador, infinitamente mais potente, a sua disposição: o seu cérebro. :)

Enviado de meu iPhone

100 Amiga games in 10 minutes!

Google limitará acesso gratuito a notícias « N I L N E W S @ K I M I N D A S

Google limitará acesso gratuito a notícias « N I L N E W S @ K I M I N D A S

2 de dezembro de 2009

Morre Lombardi, locutor de Silvio Santos


G1 Pop & Arte - NOTÍCIAS - Morre Lombardi, locutor de Silvio Santos
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