

Enquanto isso, como você já deve ter visto pela conversa que Jackson e Guilhermo Del Toro tiveram com os fãs neste fim de semana, tudo segue nos trilhos para que a pré-produção comece em 2009. Os longas serão rodados simultaneamente em 2010. O primeiro filme está agendado para sair em 2011. O fim da saga, em 2012.
Os tais filhos da anarquia são um clube de motoqueiros foras-da-lei que tentam proteger sua cidade, Charming, na Califórnia, de traficantes de drogas e empresários de grandes corporações.
Perlman será o presidente do clube e padrasto do personagem principal, Jax Teller (Charlie Hunnam). O papel de Perlman havia sido interpretado no piloto por Scott Glenn, mas foi redesenhado quando o canal decidiu seguir um caminho de humor negro para a série.
Sons of Anarchy ainda não tem data definida para entrar na grade do canal.



Star Trek chega aos cinemas em 8 de maio de 2009.


Com a possibilidade da Sony estar disposta a filmar dois episódios do Homem-Aranha de uma só vez, surge uma pergunta crucial: Tobey Maguire reprisará seu papel como Peter Parker?
Esta semana surgiram rumores de que os produtores Laura Ziskin e Grant Curtis estariam muito interessados em dois atores, caso seja necessário substituir Maguire: Patrick Fugit e Michael Angarano.
O personagem Ken Parker, criação de Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo, ganhou um blog em português.
O herói espacial Flash Gordon retornará aos quadrinhos em um novo título mensal da Ardden Entertainment.
Depois do sucesso da edição # 0, vendida e esgotada neste ano durante a New York Comic-Con, a editora aposta na continuidade da série escrita por Brendan Deneen e desenhada por Paul Green.
Mas que ninguém espere a volta da criação clássica de Alex Raymond sem as devidas adaptações ao século 21. Mostrando os principais personagens que marcaram as tiras de Flash Gordon desde sua estréia em 1934, a nova série recria o visual de todos eles com traços estilizados e os coloca em aventuras mais ao gosto das gerações afeitas ao ritmo de videoclipe.
Flash Gordon # 1 (32 páginas coloridas, US$ 3.99) chegará às comic shops dos Estados Unidos no próximo dia 20 de agosto, com três capas variantes - apresentando o personagem-título, a eterna namorada Dale Arden e o nefasto Imperador Ming. A partir da segunda edição, serão duas capas alternativas em cada número.
Antes da iniciativa da Ardden Entertainment, a última vez em que o viajante do espaço havia estrelado uma HQ com aventuras inéditas foi numa minissérie em duas partes lançada pela Marvel Comics, em 1995.
Nos jornais, as tiras inéditas de Flash Gordon foram veiculadas até março de 2003 e atualmente sobrevivem de republicações.


Recebi essa notícia dos meus contatos na frota estelar....(mais precisamente do site Trek brasilis).
Ele usa uma espada-laser, percorre a cidade montado numa moto turbinada batizada de Tornado-Z e vive em um futuro nem tão distante lutando contra a corrupção na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Pode não parecer, mas esse é o Zorro, numa versão para lá de moderna que a produtora BKN lançará em uma nova série de animação.
Na trama de Zorro Generation Z, o adolescente Diego de la Vega, descendente do Zorro original, tem à sua disposição a alta tecnologia para transformá-lo em um super-herói no combate ao mal perpetrado pelo prefeito Horace Martinez e seu braço direito Sargento Garcia.
O desenho animado, com estréia prevista para o próximo mês de agosto, apresenta novas versões de personagens já conhecidos dos fãs do herói de capa e espada, além de um novo universo de coadjuvantes.
Em novembro do ano passado, os três primeiros episódios foram reunidos e lançados no DVD de 60 minutos Zorro Return to the Future, distribuído nos Estados Unidos e no Canadá.
De acordo com o site Polegadas, Zorro Generation Z será exibido em breve no Brasil, na TV aberta, e terá uma linha de bonecos e outros brinquedos licenciados pela Gulliver para vários países.
Visite o site da série para assistir a trailers e conferir scripts completos (em vários idiomas, incluindo o português) de alguns episódios.
Roubado do 100Grana.com...
A mais nova versão dos robõs mais amados do planeta chega em junho por aqui.
Por Sérgio Mentorbreak
Agora é oficial. Transformers Animated vai estrear no Brasil no Cartoon Network, dia 7 de Junho, as 13h30. Conforme já dissemos, o desenho será todo em 2D e o enredo da série animada se passará num futuro não muito distante, em Detroit.
Os famosos robôs, do grupo Autobots, formado por Optimus Prime, Bumblebee, Ratchet, Bulkhead e Prowl, chegarão à Terra e vão se entrosar com os seres humanos de forma muito amigável, como sempre. A história não deixará de lado as batalhas entre Autobots e Decepticons - liderados por Megatron (quem mais?).
Um detalhe interessante é que as batalhas não se restringem ao feijão com arroz de Autobots versus Decepticons, mas mostra também os heróis em missões de resgate e outras aventuras.



Ele acaba de chegar para nos ajudar com informações e notícias de suas viagens pelo mundo.
Sei que ele irá contar com o apoio e a ajuda de todos os leitores do blog.






O diretor se confessou aficcionado pelo tema durante as entrevistas sobre o filme, revelando sua vontade de retratar a personagem desde o final dos anos 80. Foram anos de pesquisa para moldar a obra, com sua mão cheia de particularidades. Bressane não quis em nenhum instante cozinhar mais um épico histórico, didaticamente ensinando o beabá da lenda. Ele prefere traçar o mito via as reações íntimas de seus personagens, abrindo o peito de Cleópatra e romanos para a audiência.
Mas Bressane é debochado, lá do seu modo, e sabe provocar sua platéia. Preparou então uma Cleópatra kitsch e barata, quase chanchada cult. A estranheza de encontrar Miguel Falabella, com sua entonação de ator humorístico, declamando seriamente as pensatas de Júlio César, aparece já na primeira cena.
E daí o diretor destila sua visão específica da história, focando principalmente no choque de civilizações, entre as idas e vindas do império romano sob a saia da rainha egípcia.
Os textos são bem talhados, já que ele parte do princípio de que "a língua constrói a imagem" e a narrativa ganha pontos, por seus diálogos mais calcados em poesia. No mesmo caminho vai a direção de arte, mesmo se virando sem orçamento milionário: todas as seqüências têm como modelo quadros e imagens clássicas sobre o período. É certo que, vez ou outra, nossa Cléo carioca parece deitada em um quarto temático de motel cafona. Mas isso não estraga - pelo contrário, ajuda a alimentar o clima meio satírico do filme.
A escolha do elenco, com ótimos atores canastrões, dá o contraponto de singularidade ao longa. Os diálogos afiados brigam com os romanos, todos com um certo ar pateta. E isso dá combustível para Bressane exercitar sua direção, criando imagens como a câmera afundada no peito de Júlio César, significando mais que aquilo que o personagem brada.
Do lado egípcio vem uma trupe de mulheres satíricas, lideradas por Negrini. É ela que brilha, como deveria ser, com sua rainha jocosa e cheia de particularidades - do sotaque carregado à erotização hardcore (que não deveria chocar ninguém, mas este é um mundo carola).
É como diz Dalva de Oliveira, cantando Lupicínio Rodrigues enqüanto Cleópatra agoniza pelos cantos: "o que fazem comigo, vejam que não é normal". Não é mesmo. Justamente por isso.
A revista de cinema Variety anunciou semana passada que o clássico herói espacial Flash Gordon, criado em 1934 pelo quadrinhista Alex Raymond, deve ganhar uma nova versão cinematográfica.
Segundo as primeiras informações, a produção deve ser de Neal Moritz, da Sony Original Films, com direção de Breck Eisner, de Sahara.
A decisão foi divulgada depois que a preferência sobre o filme do personagem, comprada pela Universal há quatro anos, caducou. A Sony entrou na jogada quando os direitos retornaram para a King Features Syndicate, da Hearst Corp., histórica proprietária dos direitos do personagem.
Duas semanas antes, outro aventureiro da ficção científica teve seu nome associado a um filme: Buck Rogers. Segundo comentaristas de Hollywood, o propulsor do movimento é o sucesso do longa-metragem Homem de Ferro.

Por volta do ano 1100 da nossa era, as tribos eslavas que viviam na fronteira da Alemanha com a Polônia estavam literalmente entre a cruz e a espada. Enfrentando ataques militares e missionários de seus vizinhos cristãos, a elite das tribos parece ter decidido reafirmar sua identidade pagã com túmulos luxuosos, que mostravam seu poderio e sua determinação de resistir ao invasor. Essa é a tese de um arqueólogo alemão, cujo trabalho está ajudando a entender os últimos pagãos da Europa Ocidental.

Reconstrução de túmulo de nobre pagão do século 12 em Usedom, na Pomerânia
(nordeste da Alemanha)
“Todos os vizinhos deles já tinham virado cristãos e eram governados por reis ou, no caso dos alemães, por um imperador”, explica Felix Biermann, do Departamento de Pré-História da Universidade Humboldt, em Berlim. “Por outro lado, as tribos eslavas dos rúgios, lutícios e obodrítios tinham estruturas políticas descentralizadas. Eles eram comandados por uma elite de guerreiros e cavaleiros, cujo poder era baseado em alianças militares. Esses chefes construíam grandes fortalezas, feitas de madeira e terra e que chegavam a ter até 400 metros de diâmetro”, diz Biermann.
Escavações recentes na Pomerânia (nordeste da Alemanha) e nas regiões polonesas que fazem fronteira com ela revelaram um estranho aumento de sepulturas suntuosas no final do século 11 e começo do século 12. Antes, os membros das tribos eslavas eram simplesmente cremados, mas nessa época eles passam a ser enterrados, alguns deles com muita pompa. Ao analisar vários desses túmulos de elite, como o de Usedom, que fica numa ilha do mar Báltico, Biermann verificou uma série de características comuns.
Casa dos mortos
Primeiro, os túmulos viram uma espécie de “casa” dos mortos, recobertos com estruturas de madeira e pedra e formando “morros” artificiais, que podiam ser vistos a uma certa distância. Em segundo lugar, os defuntos ganham oferendas caras: espadas longas com cabo decorado, moedas de ouro e prata, tecidos finos, esporas de ferro e chicotes (ambos lembretes de sua condição de cavaleiros).

Há também bacias de bronze finamente decoradas, usadas para lavar o rosto e as mãos dos nobres. “É uma maneira de dizer que eles eram uma elite refinada, com hábitos sofisticados à mesa”, afirma o arqueólogo alemão. As mulheres da elite também recebiam ricos presentes em sua viagem para o além-túmulo: anéis e colares de metal precioso e amuletos feitos com dente de castor. Nessa mesma época, parece surgir uma certa separação espacial entre esses túmulos e os dos “plebeus” das tribos – outro sinal de que a elite pagã estava tentando reforçar seu poderio.
E é aí que entra a tese de Biermann. O curioso é que o mesmo fenômeno – o repentino aparecimento de túmulos pagãos suntuosos – acontece justamente antes da conversão dos escandinavos e dos ingleses ao cristianismo, nos século 7 e 10 ou 11, respectivamente. O arqueólogo aposta que o exagero cerimonial entre as tribos eslavas servia para mostrar que o paganismo estava vivo e vigoroso diante da invasão cristã. Também pode haver uma influência indireta de pagãos vikings, que comerciavam com a região durante as décadas anteriores ao surgimento dos túmulos luxuosos.

Tanto é assim que, após um breve florescimento de algumas décadas, a tradição tumular desaparece a partir do último quarto do século 12. É bom lembrar que a orientação da Igreja medieval era não colocar nenhum objeto em túmulos de cristãos – um hábito normalmente associado à crença numa vida após a morte com combates, festas e outras situações iguais às encontradas no mundo dos vivos.
Templo destruído
Até essa época, os eslavos da região adoravam deuses capitaneados por Svantevit, um guerreiro divino representado com três ou quatro cabeças (nesse caso, cada uma delas ficava voltada para um dos pontos cardeais), cujo culto também era associado à fertilidade da terra. Não por acaso, Svantevit era retratado com uma espada na mão e um chifre oco (usado como taça) na outra, montado num cavalo branco – mais ou menos como os guerreiros pagãos que o adoravam.

“A religião servia como o principal fator de integração dos líderes pagãos. Eles tinham um importante centro conhecido como Rethra, que era uma mistura de fortaleza e oráculo militar, onde eles pediam o apoio dos deuses para a guerra. Esse local foi destruído por volta de 1070 e o centro militar e religioso das tribos se deslocou para o templo de Svantevit num local chamado Arkona”, conta Biermann.
De acordo com o arqueólogo, a resistência em Arkona não durou muito. As pressões para se converter ao cristianismo eram muitas. Uma delas foi a chegada de missionários liderados pelo bispo alemão Otto de Bamberg, que chegaram à Pomerânia em 1124. Cruzados alemães, poloneses e dinamarqueses também organizaram uma série de ataques à área. Finalmente, o templo de Arkona foi atacado pelo rei Waldemar I da Dinamarca.
“Temos boas informações sobre o cerco de Arkona graças à descrição feita pelo monge dinamarquês Saxo Grammaticus. Os pagãos da tribo dos rúgios estavam defendendo os muros da fortaleza, mas um soldado dinamarquês conseguiu abrir um túnel debaixo do portão e colocar fogo na muralha, que veio abaixo. Os homens de Waldemar destruíram o templo e jogaram a imagem de Svantevit no mar”, diz Biermann. “A destruição do templo é considerada um símbolo do triunfo do cristianismo na região.”
Apesar dos combates, não houve um extermínio da população pagã local. Convertidos ao cristianismo, eles acabaram se miscigenando com colonos alemães que chegaram à região no fim do século 12 e começo do século 13. “Alguns dos membros da elite pagã se tornaram cristãos, como os membros da família Greif, que viraram duques e governaram a Pomerânia até o século 17”, conta o arqueólogo alemão.
Cruzadas no leste
A destruição do templo de Arkona marcou o desaparecimento definitivo do paganismo na Europa Ocidental. No entanto, o culto a divindades não-cristãs continuou resistindo durante quase dois séculos a leste.
“No território da Prússia Oriental, que hoje pertence à Rússia e à parte nordeste da Polônia, a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos lançou uma ‘missão com a espada’ a partir dos anos 1230”, diz Felix Biermann. Os Cavaleiros Teutônicos já tinham lutado na Palestina durante as Cruzadas e, com isso, expandiram sua ação contra inimigos da fé na própria Europa. Depois da vitória cristã nessa região, restava ainda uma grande potência pagã na Europa Oriental, a Lituânia. Nesse caso, a política acabou sendo o fator-chave: o grão-duque da Lituânia teve a chance de virar também rei da Polônia caso aceitasse ser batizado para casar com uma princesa polonesa. O grão-duque topou e foi coroado como rei Ladislau I Jagiello.
Em parte pela conversão forçada e em parte pelos interesses políticos envolvidos no processo, os costumes cristãos demoraram para dominar totalmente essa região. “Em Usedom, temos enterros do meio do século 13, no cemitério de uma igreja, que ainda mostram objetos simples mas ligados à tradição pagã, como armas e moedas”, afirma Biermann.