
Eta povinho inspirado. É o famoso trágico-cômico brazuca...rs
Adoramos brincar como nossa própria tragédia.



Falando em espaço... ;)









pegam um cãozinho porque ele é cute quando pequeno, sem o menor preparo, tempo e vontade de cuidar do cão. Ai quando o cão cresce não tem mais graça nem educação porque nunca deram uma para o coitado. É uma pouca vergonha.
A Som Livre está prometendo lançar 10 episódios selecionados pelo diretor Guel Arraes, da série dos anos 80 "Armação Ilimitada". Estrelada por Kadu Moliterno, André de Biasi, Andréia Beltrão e Jonas Torres, entre outros, esta série foi produzida entre 1985 e 1988. Criada a partir de uma idéia dos atores Moliterno e de Biasi, e concretizada por Daniel Filho, Antônio Calmon, Patrícia Travassos, Euclydes Marinho e Nelson Motta, "Armação Ilimitada" tornou-se uma das séries brasileiras de maior sucesso, tendo ganho prêmios internacionais.
O Canal Sci-Fi Americano que está preparando a nova versão do personagem Flash Gordon para a TV, divulgou o interesse em ter o ator Sam J. Jones em participações especiais em alguns episódios iniciais da série. Jones foi o último a interpretar o personagem no cinema em uma versão de 1980. Atualmente, o ator divide seu tempo entre participações em séries de TV e sua empresa de Consultoria de Segurança. Em função disso, o Sci-fi Channel receia que não consiga que Jones esteja disponível para vários episódios seguidos. Mesmo assim, iniciaram as negociações com o ator. A série estréia em agosto, sendo que já foram encomendadas a produção de 22 episódios iniciais. Abaixo, última foto divulgada pelo canal com o elenco completo da nova versão de Flash Gordon.
Seth Rogen vai escrever o roteiro e, não apenas isso, também será o protagonista da versão para o cinema de Besouro Verde. Mais do que isso: Rogen também vai ser o produtor executivo. A produção será de Neal H. Moritz. Não que ele tenha muita cara de herói, mas enfim vamos ver no que dá.
Para quem não lembra, o Besouro Verde (Green Hornet, no original) é um herói mascarado que combate o crime ao lado de seu fiel ajudante Kato, especialista em artes marciais. O vigilante é, na verdade, o milionário playboy Britt Reid, dono do jornal The Daily Sentinel (O Sentinela Diário). Além dos dois heróis, uma outra grande atração das histórias era o supercarro Beleza Negra, cheio de armas e coisas legais.
Surgido em 1936 num programa de rádio onde suas histórias eram narradas, o personagem foi criado por George W. Trendle e Fran Striker, os mesmos de Lone Ranger (erroneamente conhecido no Brasil como Zorro). No rádio, as aventuras do herói foram até 1952. Em 1966 surgiu o seriado de TV produzido pelos mesmos responsáveis pela série do Batman dos anos 60. Na televisão, Besouro Verde foi interpretado por Van Williams e Kato era vivido por ninguém menos que Bruce Lee, ainda começando sua carreira de ator nos EUA. A série fez grande sucesso e houve até um encontro entre o Besouro e Kato e Batman e Robin num episódio da série do Homem-Morcego.
O lançamento de Besouro Verde nos cinemas está previsto para 2009.
Fonte: Heroi
CARVALHO!!! A bruxa tá realmente solta em Porto Alegre! Primeiro o acidente com o Airbus da TAM, agora é a vez do Shopping Total pegar fogo. O acidente eu nem quis comentar. Triste demais. :(


Dependendo do humor e do ponto de vista, “Transformers”, de Michael Bay, que chega aos cinemas americanos nesta terça-feira (3) e no Brasil dia 20, é:
a) Duas horas e 23 minutos extremamente barulhentos em torno de muito pouco;
b) Um fascinante produto da indústria americana de entretenimento de massa;
c) Uma meditação sobre o poderio militar americano e tudo o que pode dar errado (e se nossas armas se voltassem contra nós?);
d) Uma série de comerciais de um fabricante de automóveis e caminhões, do alistamento militar e de uma nova linha de brinquedos;
e) Mais uma apelação descarada para capitalizar o crescente poder de compra da geração que era criança ou adolescente nos anos 80.
Ou – minha favorita – todas as opções acima. Com duas horas e 23 minutos (que demoraram a passar, mesmo no ritmo frenético típico de Michael Bay), “Transformers” tem muito pouco para se sustentar.
Os efeitos, é claro, são espetaculares – a realização do sonho de todo garoto que esperava ver seu Optimus Prime ou Megatron se transformar de verdade. Entretanto, quando helicópteros, caminhões, tanques, um Camaro e um celular não estão se transformando em “seres extraterrestres não-biológicos” e os humanos têm que se virar com um roteiro em que dizem coisas como “mas o que é isso?”, “não me diga que isso está acontecendo!” e “não pode ser verdade!”, nem a intrincada (e superbarulhenta) trilha sonora consegue manter a atenção.
Para quem desembarcou neste século por meio de algum atalho, “Transformers” é o primeiro longa-metragem com atores inspirado numa linha de brinquedos da Hasbro que, nos anos 1980, já tinha sido transformada em série de TV e filme, ambos animados.
Os robôs do bem (Autobots) são liderados por Optimus Prime e gostam dos seres humanos. Os do mal (Decepticons) são docilmente oprimidos por Megatron e querem destruir tudo pelo caminho. Seu charme é que nunca parecem ser o que são – mega-robôs – e sim objetos mecânicos. Um problema para a realização de um filme realista, que os efeitos digitais resolveram elegantemente há poucos anos.
O filme tece um arremedo de história em torno disso, usando como artifícios narrativos um adolescente cujo grande sonho é ter seu primeiro carro (o novo “darling” Shia La Beouf) e um grupo de soldados sobreviventes do ataque de um Decepticon particularmente mal-encarado.
Em jogo, é claro, a sobrevivência da espécie humana, já que as duas facções perderam seu lar natal de tanto brigarem por ele . Aliás, é sempre intrigante notar que, com todo seu poderio extraterrestre, os Transformers sempre acabam resolvendo a coisa no tapa, quando partem para o cara a cara.
As mega-seqüências de transformação/confronto/fuga são divertidíssimas, e, em alguns breves momentos, Bay consegue até ser docemente irônico – na cena em que um bando de Autobots gigantescos tenta se esconder numa pacata casa suburbana, por exemplo. Mas o fetiche militarista, o besteirol da história e a longa metragem acabam comprometendo a diversão.
A trama? Sim temos uma! No início do século o robô gigante e alienígena Megatron descobriu que um cubo poderoso de energia, com poder de lhe dar total domínio sobre o Universo, caiu num planeta distante e primitivo chamado Terra. Ele só não contava chegar por aqui e ficar congelado no Ártico. Décadas se passaram até que ele é encontrado por seus amigos Decepticons que vêm para o nosso planeta em sua busca. Claro que temos a sorte de contar com a ajuda do maior inimigo de Megatron: Optimus Prime. Com uma forcinha de outros robôs do bem, ele terá que proteger um garoto que é o portador do local onde está escondido o tal cubo e destruir Megatron que está prestes a ser salvo pelos vilões. Tudo isso acontece em ritmo muito acelerado.A pessoa que sair insatisfeita da sessão de Transformers merece passar o resto da vida vendo dramas europeus não-premiados no Festival de Veneza! Isso não é radicalismo, mas sim uma forma de mostrar pra você que Transformers é o maior filme que Hollywood produziu desde O Senhor dos Anéis - A Irmandade do Anel (2001). Sabe aquele filme que, ao sair da sessão completamente atordoado, você diz: "valeu cada mísero centavo do meu ingresso!"?
Defeitos? Tem alguns famosos conhecidos como "clichês", "trama rasa" e "alguns personagens irritantes", mas assim como aqueles piores defeitos do seu amigo, você nem liga e ainda acredita que os defeitos o deixam ainda melhor. Então vamos nos concentrar nas qualidades...
Transformers tem os maiores e melhores efeitos digitais que o cinema concebeu desde Peter Jackson estreou King Kong. Esqueça aquelas torcidas de nariz para alguns exageros digitais de Homem-Aranha, Superman, Piratas do Caribe e Quarteto Fantástico, pois aqui não tem um frame que faça com que você sequer se lembre que tudo aquilo na tela são efeitos digitais. Os Transformers são tão reais quanto o gorila gigante de Jackson ou os dinossauros de Spielberg. As transformações aliadas a sequências infindáveis de guerra deixam qualquer ser humano com a adrenalina a milhão. Cenas de batalhas e destruição em plena metrópole que desafiam qualquer lei de entendimento. Como eles conseguem tal proeza? As estatuetas de Oscar de Som e Edição de Som estão no papo.
O roteiro é praticamente frenético e conta com diálogos engraçados. Claramente temos o diretor Michael Bay (A Rocha, Armageddon) dando extrema agilidade para toda a ação e o produtor Steven Spielberg (Guerra dos Mundos, Jurassic park) colocando o coração em meio ao caos. Um casamento perfeito. O bom humor impera em todos os 144 minutos de projeção e não poderiam ter escolhido um jovem tão descolado como protagonista. Por mais que os gigantes Optimus Prime, Megatron e Bumblebee sejam os objetos desejo dos fãs dos personagens e efeitos visuais, é inegável que Shia Lebouf dá contra tranquilamente do recado, se tornando o único ser humano do elenco a rivalizar com os robôs. Suas piadas caem perfeitamente ao seu estilo "sou nerd, mas tô na moda", coisa que já havia acontecido timidamente com suas participações em "Eu, Robô" e "Constantine". A gatérrima Megan Fox e o restante do elenco apenas assistem o show dos efeitos visuais.
Transformers custou US$ 150 milhões da Dreamworks / Paramount, mas em míseros 15 dias já acumulou US$ 380 milhões ao redor do planeta e ruma rapidamente para entrar na lista das maiores bilheterias de todos os tempos. Faturar menos do que Homem-Aranha 3 e Piratas do Caribe: No Fim do Mundo já seria uma grande injustiça. É o grande filme-evento do ano, soterrando tranquilamente seus concorrentes mais famosos. Valeu por estas duas décadas de espera. Que venha a continuação.
Fonte: www.100video.com.br
tinha passado, a Crise volta pra confundir ainda mais a cabeça dos já confusos leitores.