30 de março de 2013

Russos malucos subiram ilegalmente nas pirâmides do Egito e tiraram estas fotos inacreditáveis

Semana passada, um grupo de fotógrafos russos aparentemente escalou a Grande Pirâmide de Gizé, no Egito. Eles se esconderam de guardas por quatro horas após o fim das visitas e começaram a subir. Segundo um dos fotógrafos, escalar a pirâmide pode dar punição de um a três anos. Mas valeu a pena. "Fiquei sem palavras", ele escreveu. "Senti um prazer arrepiante, uma felicidade absoluta." Eis alguma das fotos:

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Como eles estavam visíveis para os guardas, a maior parte das fotos foram tiradas enquanto eles estavam deitados:

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[Mister-MaratRaskalov via EnglishRussia]





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Museu de Nova York é acusado de enganar turistas sobre ingressos


Um dos maiores museus do mundo, o Metropolitan Museum, em Nova York, está sendo acusado de enganar os visitantes, fazendo-os acreditar que o preço do ingresso é obrigatório – quando, na verdade, é apenas uma recomendação, já que os turistas podem pagar o quanto quiserem pela entrada.

Com um acervo que inclui Picassos, Renoirs e Rembrandts, o Met, como é conhecido, recebe mais de 6 milhões de visitantes por ano. Na placa na qual está escrito o valor de US$ 25 para o ingresso de adulto, há um aviso em letras miúdas, onde se pode ler a palavra "Recomendado".

Como muitos turistas (principalmente estrangeiros) não percebem o aviso e acabam acreditando que o valor total é obrigatório, uma ação na Justiça acusa o museu de usar marketing enganoso e inclusive de treinar os funcionários do caixa para violar a lei estadual de 1893, que determina que o público deve ser admitido de graça por ao menos cinco dias e duas noites na semana. Em troca, a instituição ganha contribuições anuais do governo e o aluguel grátis do prédio e do terreno na cara região da 5ª Avenida.

"O museu deveria ser aberto a todos, sem levar em conta suas condições financeiras. Em vez disso, ele se converteu em uma atração de elite", afirma Arnold Weiss, um dos dois advogados que lideram a ação em nome de três frequentadores do museu: um morador de Nova York e dois turistas da República Tcheca.

Entre as alegações está a de que o Met vende a filiação para membros anunciando o benefício de admissão grátis, benefício ao qual qualquer um já teria direito. A ação pede compensações para membros do museu e visitantes que pagaram com cartão de crédito nos últimos cinco anos.

'É preciso pagar alguma coisa'
O porta-voz do Met, Harold Holzer, negou as acusações e disse que a política de requerer que os visitantes paguem ao menos algo é aplicada há mais de quatro décadas.

Segundo ele, a base do processo, de que a admissão deve ser gratuita, está errada porque a lei que os advogados citam foi desbancada várias vezes, e a cidade aprovou outra norma que afirma que os visitantes precisam pagar ao menos alguma quantia (mesmo que seja um centavo) para entrar. "É preciso pagar alguma coisa", diz Holzer.

Um ex-supervisor do museu, que treinou os caixas de 2007 a 2011, foi chamado a testemunhar.

Segundo os advogados, esse funcionário treinou as pessoas que ficam no caixa para encorajar os visitantes a pagar a taxa completa, dizendo coisas como "você deve imaginar que é muito caro fazer um museu funcionar".

Ele teria contado, também, que entre 2010 e 2011 o termo do cartaz mudou de "sugerido" para "recomendado" porque os administradores acharam que era uma palavra mais forte para encorajar as pessoas a pagarem mais.

Sobre a mudança na palavra, Holzer afirma que o museu, na verdade, "achou na época, e ainda acha, que a palavra 'recomendado' é mais suave do que 'sugerido".

O Metropolitan Museum é uma das instituições culturais mais ricas do mundo, e apenas 11% dos custos de suas operações em 2012 foram cobertas pelo dinheiro arrecadado com ingressos. Por ser uma organização sem fins de lucro, o museu não paga impostos e taxas.

Segundo Holzer, no ultimo ano fiscal, 41% dos visitantes pagaram a taxa total recomendada — U$ 25 para adultos, US$ 17 para idosos e US$ 12 para estudantes.






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Gravuras no Egito revelam o que pode ser a primeira representação de um faraó

Seguindo pistas deixadas por um explorador vitoriano, pesquisadores nos EUA e na Bélgica redescobriram um conjunto extraordinário de gravuras rupestres no sul do Egito. As rochas do deserto podem abrigar a mais antiga representação de um faraó.

Detalhes do estilo e do conteúdo dos desenhos sugerem que eles foram feitos durante a "dinastia 0", período nebuloso no qual uma série de reinos teriam disputado a supremacia no país do Nilo.

No fim da pancadaria, sobrou um só rei, unificando as coroas do Alto Egito (o sul da região) e do Baixo Egito (área próxima do Mediterrâneo).

Ao que parece, o monarca representado nas pedras de Nag el-Hamdulab ainda não era esse campeão, já que o artista o retratou só com a coroa do Alto Egito (que lembra um pino de boliche encaixado na cabeça real).

Mas a presença desse e de outros símbolos sugere que ele já tinha centralizado em suas mãos o poder político e religioso do sul do Egito --o que, no fundo, resume a figura do faraó.

Os achados estão descritos na revista "Antiquity", especializada em arqueologia.

A pesquisa é assinada por Stan Hendrickx, da Faculdade de Mídia, Arte e Design de Hasselt, na Bélgica, e por John Coleman Darnell e Maria Carmela Gatto, ambos da Universidade Yale (EUA).

A descoberta "não foi um negócio simples", contou Hendrickx à Folha.

Editoria de arte/Folhapress

Os primeiros relatos sobre as gravuras, feitos pelo britânico Archibald Sayce (1845-1933) no fim do século 19, vieram a público quando não se sabia nada sobre a "dinastia 0" e ficaram esquecidos por mais de cem anos.

Em 2008, um conhecido de Hendrickx mostrou a ele fotos que pareciam bater com os desenhos de Sayce. E, logo depois, Maria Gatto redescobriu o sítio arqueológico.

SÍMBOLOS

Uma série de motivos levou os pesquisadores a estimar que as gravuras teriam sido feitas por volta de 3200 a.C., um século antes do reinado de Narmer, considerado por muitos o primeiro faraó a unificar o Alto e o Baixo Egito.

Primeiro, a parafernália real do monarca de Nag el-Hamdulab é mais simples. Ele é acompanhado por "só" dois porta-estandartes e um porta-leque, enquanto representações posteriores do faraó podiam dobrar esse séquito.

Além disso, a figura do rei é só um pouco maior que a de seus homens. Em desenhos mais tardios, o faraó era um gigante cercado de nanicos.

Finalmente, o rei é acompanhado por um cão --animal que era símbolo de poder na época, mas perdeu a função nos milênios seguintes.

O principal desenho inclui uma inscrição em hieróglifos, a escrita egípcia por excelência, que menciona um "séquito náutico" --e, de fato, o faraó está cercado de barcos ricamente paramentados.

Hendrickx associa essa expressão a um costume dos faraós posteriores, o "Séquito de Hórus", no qual o rei percorria o país a cada dois anos, atuando como juiz e coletando impostos (Hórus era o deus com o qual o faraó se identificava na vida terrena).

Os barcos seriam a procissão triunfante do faraó pelo Nilo, mostrando seu poder aos súditos.






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Assassinato de Gandhi será levado aos cinemas na Índia

A história do assassinato ao líder indiano Mahatma Gandhi com três tiros à queima-roupa, no dia 30 de janeiro de 1948, será levada aos cinemas da Índia em breve, informou nesta quinta-feira a produtora Cinetek Films.

A trama do complô para assassinar a um dos grandes ícones do século 20 estará baseada no livro "The Men Who Killed Gandhi" (Os Homens que Mataram Gandhi), do escritor indiano Manohar Malgonkar, apontaram fontes da produtora citadas pela agência "PTI".

A produtora, que adquiriu os direitos autorais da obra, escolheu o cineasta Siddharth Sengupta, o mesmo de "Oye Lucky! Lucky Oye!" e "Agneepath", entre outros, para assumir a direção do filme.

De acordo com as fontes, as filmagens serão iniciadas no próximo dia 15 de agosto, dia da independência da Índia, enquanto o filme estreará em janeiro de 2014, coincidindo com o 66º aniversário da morte de Gandhi.

Além de abordar o assassinato de Gandhi, o longa também narrará o julgamento de Godse, que foi condenado à morte e morreu na forca no dia 15 de novembro de 1949.

Reprodução
O líder social Mahatma Gandhi (1869-1948)
O líder social Mahatma Gandhi (1869-1948)

A vida e o assassinato do líder independentista já foram levados inúmeras vezes ao cinema, embora este novo filme tenha a particularidade de focar e esmiuçar o complô que resultou na morte de Gandhi.

Neste aspecto, o filme "Gandhi" (1982), dirigido por Richard Attenborough e com Ben Kingsley no elenco, talvez seja o longa sobre esta temática que mais tenha alcançado reconhecimento, já que ganhou oito prêmios Oscar, entre eles o de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator.

De certa forma, a memória que temos de Gandhi atualmente se deve muito a esse filme de Attenborough, que realizou um retrato amável do líder espiritual e evitou as controvérsias que o rodeavam.




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Astronautas pegam atalho e chegam à estação espacial em tempo recorde

Dois cosmonautas russos e um astronauta americano tomaram um atalho espacial nesta quinta e chegaram à Estação Espacial Internacional menos de seis horas após a decolagem no cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

A rota expressa, utilizada pela primeira vez por uma nave tripulada para chegar à estação, reduziu cerca de 45 horas o tempo de viagem do três viajantes --o astronauta da Nasa Chris Cassidy, e os cosmonautas russos Pavel Vinogradov e Alexander Misurkin-- até a estação.

Todas tripulações anteriores da estação, seja nos ônibus espaciais da Nasa, agora aposentados, ou nas cápsulas russas Soyuz, demoraram pelo menos dois dias para alcançar a estação espacial, um laboratório de pesquisa de US$ 100 bilhões que flutua a 400 km sobre a Terra.

"Quanto mais perto da estação, melhor nos sentimos. Tudo está correndo bem", disseram os astronautas aos controladores enquanto a cápsula Soyuz se aproximava da estação especial, um projeto mantido por 15 nações.

Na ISS, o comandante da Expedição 35, Chris Hadfield, da Agência Espacial Canadense, estava pronto para cumprimentar a nova tripulação, ao lado do astronauta da Nasa Thomas Marshburn e o cosmonauta Roman Romanenko.

Dmitry Lovetsky/AP
Foto em estação do Cazaquistão mostra rastro deixado pela foguete com a cápsula Soyuz, que leva nova tripulação à Estação Espacial Internacional, lançado
Rastro deixado pela foguete que transportava nova tripulação à Estação Espacial Internacional





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Novos canais de erosão são encontrados em cratera marciana

Uma câmera de alta resolução voando a bordo da missão Mars Reconnaissance Orbiter, que está mapeando a superfície marciana, captou uma imagem fantástica de canais de erosão em uma cratera marciana.
Divulgação/Nasa
canais de erosão em cratera marciana
Canais de erosão em cratera marciana

Canais como esse são encontrados em muitas crateras presentes nas latitudes médias de Marte. Mudanças nos canais vêm sendo observadas em imagens desde 2006 e estudar tais atividades tornou-se uma prioridade da nova missão. Vários exemplos de novos depósitos em canais são agora conhecidos.

A imagem mostra um novo depósito na cratera Gaza e foi tirada durante a primavera no sul do planeta, mas o fluxo que forma o depósito ocorreu no inverno anterior.

A atividade dos canais parece ser concentrada no inverno e começo da primavera, e pode ser causada pelo movimento sazonal do dióxido de carbono congelado que é visível nos canais no inverno.

Divulgação/Nasa
Cratera em Marte
Cratera em Marte





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Carta escrita por John Lennon a Paul e Linda McCartney irá a leilão


Carta escrita por John Lennon a Paul e Linda McCartney irá a leilão Divulgação/

Foto: Divulgação

Uma carta escrita por John Lennon em 1971 para Paul e Linda McCartney será leiloada no dia 30 de maio pela casa americana Profiles in History. O valor esperado pelo item é de US$ 60.000 (algo em torno de R$ 120.000).

Não é a primeira carta de Lennon para o casal McCartney a ser leilada. No ano passado, a casa de leilões Christie's, em Londres, tentou sem sucesso a venda de uma em que Lennon falava sobre o fim dos Beatles e o tratamento dado a Yoko Ono. A carta não atingiu o valor esperado e ficou arquivada.

No mesmo leilão, estarão outros documentos de nomes como Marilyn Monroe e do ex-presidente dos Estados Unidos Dwight Eisenhover.






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Grupo Kraftwerk é banido de show na China

Os integrantes do coletivo alemão Kraftwerk, considerado um dos mais importantes grupos de música eletrônica, tiveram seus vistos para entrar na China negados.

A banda, que tem mais de 40 anos de carreira, não poderá se apresentar no Strawberry Festival, marcado para acontecer entre os dias 29 de abril e 1º de maio, em Pequim.

De acordo com o site de notícias "Pitchfork", a banda teria sido "banida" por conta de um convite para um show de 15 anos atrás. Em 1998, o grupo estava escalado para tocar no Concerto pela Liberdade Tibetana --mas acabou nem tocando, devido a problemas meteorológicos.

Jason Szenes/Reuters
Os integrantes do grupo alemão Kraftwerk, considerado referência da música eletrônica, tiveram seus vistos para a China negados
Os integrantes do Kraftwerk, considerado referência da música eletrônica, tiveram vistos para a China negados





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EUA analisam efeito de celulares sobre a saúde humana

Autoridades reguladoras dos EUA estão examinando como as frequências de rádio emitidas por celulares e outros equipamentos sem fio afetam as pessoas, em meio a persistentes preocupações sobre os riscos dessas radiações.

A Comissão Federal de Comunicações (FCC) disse na sexta-feira (29) que está solicitando pareceres de outras agências e especialistas em saúde a respeito da necessidade de atualizar seus padrões sobre a exposição aos campos eletromagnéticos dos telefones, já que eles se aplicam particularmente a crianças.

A última revisão dos padrões da FCC aconteceu em 1996, antes do uso praticamente universal dos equipamentos de telefonia celular. Mas os funcionários da agência dizem não ter razão concreta para acreditar que os atuais padrões sejam inadequados, e qualificaram como rotineiro esse procedimento, anunciado em documentos divulgados na sexta-feira pela internet.

Os cientistas ainda não foram capazes de determinar se as ondas de rádio emitidas por dispositivos móveis constituem ameaças ao cérebro e a outras partes do corpo humano, mas os estudos continuam, já que o número de dispositivos sem fio em poder dos norte-americanos, já na casa das centenas de milhões, continua crescendo.






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Robert Redford atuará em novo filme de Capitão América

O ator americano e guru do cinema independente Robert Redford atuará no próximo êxito de bilheteria Capitão América, o que não significa que se tenha rendido à indústria do cinema, afirmou o ator, noticiou nesta sexta-feira o jornal Los Angeles Times.

Redford, de 76 anos, interpretará um líder do serviço secreto SHIELD em Captain America: The Winter Soldier ("Capitão América: o soldado de inverno", em tradução livre), cujo lançamento está previsto para abril de 2014, acrescentou o jornal.

– Disse-lhes que não há dinheiro nestes filmes. – brincou Redford quando consultado sobre este papel, durante evento do cinema independente em Los Angeles esta semana, relatou o Times.

Mais seriamente, o ator de Proposta Indecente e fundador do festival de cinema independente Sundance acrescentou:

– Faço este filme porque é diferente, é algo novo para mim. Gosto da ideia de pesquisar um novo território (...) Estou emocionado por isso. E também penso que há (trabalhando no filme) um montão de gente que sabe muito bem o que faz.

– É o tipo de filmes que teria gostado de ver quando era criança. – disse Redford.

O novo filme, uma sequência de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), voltará a ter em seu elenco Chris Evans, Samuel L. Jackson e Scarlett Johansson.

Redford, que co-estrelou Butch Cassidy and the Sundance Kid, ganhou o Oscar de Melhor Diretor em 1981 por Gente Como a Gente.






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The Cure vem pela terceira vez ao Brasil para apresentações com sucessos da carreira

Com 60 músicas ensaiadas, o inglês Robert Smith, 53, promete um show de três horas de duração para os fãs cariocas do The Cure nesta quinta-feira, e paulistanos, no sábado que vem.

Mudança de local do show do The Cure e troca de ingressos deixam fãs confusos

E nada de canções desconhecidas: a turnê, que rodou a Europa no ano passado é um apanhado dos 35 anos de carreira da banda britânica.

Não que ele vá tocar as seis dezenas ensaiadas, mas, em sua última apresentação, há seis meses, na Irlanda, foram 39, começando com "Plainsong", do soturno "Disintegration" (1989), e terminando com "Killing an Arab", seu primeiro compacto, de 1978.

"Posso mudar consideravelmente um set list feito há poucos dias", disse Smith, explicando que o Cure não é uma democracia, em entrevista à Folha por telefone.

Ruben Viegas
O vocalista da banda "The Cure" Robert Smith
O vocalista da banda "The Cure" Robert Smith

Folha - Você está de bom humor hoje, para essa série de entrevistas com jornais brasileiros?
Robert Smith - Sim. Fazia bastante tempo desde que eu fiz a última série de entrevistas, então eu estou um pouco fora de forma e estou tentando me divertir com isso.

Ok. Vamos começar então pelo show. Como será o show no Brasil? Você tem uma set list cheia de hits ou você deve tocar mais canções novas?
Nós acabamos de terminar os ensaios e tocamos umas 60 músicas. Há canções lá do começo até as de hoje. Incluímos, claro, as canções mais conhecidas porque imaginamos que as pessoas querem ouvi-las. Nós ensaiamos 60 músicas, mas nós poderíamos tocar 100 músicas e ainda não tocar tudo o que as pessoas gostariam de ouvir. Eu posso olhar na internet o que as pessoas gostariam de nos ouvir tocar. Eu paro de contar quando chega a 75, porque todo mundo tem uma música favorita diferente do Cure. Nós queremos tocar tudo, mas vamos ter que deixar algo de fora. Esperamos que as pessoas fiquem felizes que tocaremos quase todos os tipos de canções do Cure dos diferentes períodos. Nós não vamos tocar do "Bloodflowers" (2000), mas vamos tocar do "Wild Mood Swings" (1996), do disco "The Cure" (2004), do "4:13 Dream" (2008). Vamos tocar as mais novas e as mais antigas também. É uma boa mistura, na verdade, o melhor set list que já tivemos.

E quem decide o set list? É toda a banda junta ou só você? O Cure é uma democracia?
O Cure é uma democracia em muitos aspectos, mas o lado criativo da banda é geralmente decidido por mim. Eu não ignoro o que o outro diz. Uma set list que foi feita há alguns dias, eu posso mudá-la consideravelmente.

"Boys Don't Cry" (1979) ainda toca nos clubes de São Paulo nos dias de hoje. É uma música que nunca parou de tocar. Como você se sente sobre essa música hoje?
Uma das primeiras que escrevi, uma das canções de mais sucesso. Eu fico surpreso de seu sucesso ter durado o tempo que está durando. Eu não me sinto a mesma pessoa que era quando escrevi. Apenas posso me lembrar daquela pessoa.

No início dos anos 1980, você se tornou guitarrista da Siouxsie and the Banshees em uma turnê. Eu queria saber por que você fez isso. Foi um trabalho por dinheiro ou você tinha razões artísticas para fazer isso?
Eu nunca ganhei um centavo para tocar com a Siouxsie and the Banshees, eles nunca me pagaram (risos). Certamente eu não toquei com eles por dinheiro. Eu tinha uma amizade com a Siouxsie Sioux naquela época e eles precisaram de um guitarrista. Foram três meses. E nós fizemos o que queríamos fazer. Foi ótimo.

Você acha que ao assistir Siouxsie no palco sua persona mudou? Ela te inspirou de alguma maneira?
Em alguns aspectos sim. A primeira vez que subi no palco como guitarrista deles foi em 1979, no Reino Unido. Eu subia no palco com o Cure, que era a banda de abertura, tocava com a minha banda, ficava fora do palco por 20 minutos e voltava novamente para tocar com o Siouxsie and the Bashees. Eu assistia ao que eles faziam, eles estavam à nossa frente porque começaram antes da gente. Eles eram muito mais agressivos no palco, mais violentos. E eu não queria ser daquele jeito, não era a minha natureza. Mas eu gostava dessa diferença de performance.

Isso me ensinou muito, eu era alguns anos mais novo que eles, então foi um bom jeito de aprender. Mas talvez eles não tenham tido um impacto dramático no Cure. Provavelmente me ajudou a definir o meu objetivo do que eu me tornaria. Eles tinham uma ideia muito distinta do que queriam ser. E eu também. Mas nossas visões eram muito diferentes.

Há cerca de 10 anos, você fez alguns shows mostrando o conteúdo completo de três álbuns: "Pornography" (1982), "Disintegration" (1989) e "Bloodflowers" (2000). À época, você declarou que esses eram os três melhores álbuns da banda. Você ainda acha isso?
Bem, era 2002 e nós tocamos muitos shows. Nós fizemos o disco "Bloodflowers" e o tocamos ao redor do mundo. Nós não viemos à América do Sul, mas nós fomos em vários países e tocamos esse disco bastante. No final da turnê, eu achei que o disco era muito melhor do que o que eu achava no começo. Eu achava que as músicas eram boas e eu estava muito orgulhoso dele.

Já o "Pornography" é uma espécie de marco da nossa carreira, que começou o movimento do Cure. Foi aclamado pela crítica e pelo público e marcou o pico da nossa curva comercial. É um álbum que ficou gravado na consciência coletiva.

Então eu acho que se o "Bloodflowers" tivesse sido lançado em 1982 ou em 1989, teria o mesmo impacto. Mas, como já foi nos anos 2000, não teve o mesmo impacto cultural. Em 2001, eu vi que algumas das músicas desse álbum eram melhores que as outras. Eu escrevi as músicas do "Pornography" quando tinha 20 e poucos, tinha acabado de completar 21. No "Disintegration", eu tinha de 29 para 30 anos. No Bloodflowers, eu tinha de 39 para 40.

Eles todos foram muito pessoais para mim e eu queria conectá-los de alguma maneira em um show. Eu queria tocá-los mais e mostrar a conexão entre eles, que não é tão óbvia. Mas talvez seja o coração do Cure. Se você quiser conhecer o outro lado do Cure --não o lado pop, não os vídeos ou o lado popular que a maioria das pessoas conhece, como "Lovecats" e "Boys Don't Cry"--, se você quiser realmente entender o Cure, você tem que ouvir esses três álbuns. Eles são o coração do Cure. E eu queria que eles fossem gravados. Então nessa turnê nós fizemos o DVD e foi uma das melhores coisas que fizemos, um dos melhores recordações da banda.

Nós devemos esperar por algumas das canções desses álbuns no show do Brasil?
Tocaremos muitas músicas do "Disintegration", e uma mão cheia do "Pornography", mas não teremos nenhuma do "Bloodflowers." É o único álbum que não tocaremos nada. É muito difícil colocar as músicas do "Bloodflowers" em uma set list que tem músicas animadas, pra cima. É uma coisa muito estranha, e nós já tentamos incluir umas duas, mas elas soam muito diferente e simplesmente não funcionam. Elas são muito diferentes.

Você leu a biografia do Neil Young?
Não. Mas eu vou encontrá-lo em dois meses.

No livro, nós vemos que ele curte carros antigos e trenzinhos elétricos. Em que você investe o seu tempo e dinheiro, Robert? Você tem algum hobby como ler gibis ou colecionar carros?
Eu costumava ler histórias em quadrinhos quando era jovem. E eu sempre falei que. quando me aposentar. eu vou reler todas as minhas HQs que li quando era adolescente para ver se elas terão o mesmo efeito em mim.

Eu não sei o que faço! Eu vivo uma vida bem normal quando não estou com o Cure. Eu tenho lido muito. Eu li mais nos últimos dois anos do que li em uma década. Quando estou bem envolvido com o mundo da música eu sinto que não leio tanto quanto gostaria. Eu me dei conta de que tinha uma pilha de livros enormes esperando por mim, 70 livros que eu não havia lido. Eu fico comprando livros que me interessam e não leio.

No último ano, fui a lugares na Inglaterra que nunca havia pisado antes. É engraçado pensar nisso, que eu já fui a tantos lugares no mundo, mas que há lugares na Inglaterra que eu não fui. Tenho viajado, então, bastante dentro do país. E fora também. Por mais que nós não toquemos como antes, o Cure é uma banda ativa. Nós últimos dez anos, só não tocamos em um. Então, no final das contas, não tem tanto tempo livre assim.

Você assistiu ao filme de Paolo Sorrentino "Aqui é o meu Lugar", com Sean Penn no papel de um cantor de rock? O look dele era inspirado no seu. O que você achou?
Eu não vi o filme. Eu soube dele quando ainda estava sendo filmado. O Sean Penn não se parece muito comigo. Eu não sei, eu ainda não vi. Eu realmente não posso comentar, não tenho ideia. Obviamente a história não tem nada a ver comigo, nada do personagem tem a ver com a minha vida.

De toda maneira, o look foi inspirado em você. Você viu as fotos de Sean Penn?
Sim, eu vi as fotos. É isso o que eu estou dizendo, as feições do Sean Penn não se parecem nada com as minhas. O fato de ele usar pulseira com spikes, uma peruca e batom não faz com que ele se pareça com Robert Smith. Eu tenho as feições mais delicadas e ele tem feições muito grandes e distintas. Mas, sim, eu fico lisonjeado. Mas eu não vi o filme ainda e terei de assistir para comentar.

Quando você veio ao Brasil pela primeira vez, no meio dos anos 1980, eu estava lá e assisti ao seu show em São Paulo. Eu era um adolescente. Naquela época, nós meio que fazíamos uma conexão entre o Cure e os Smiths. Essas duas bandas eram muito similares para nós porque de alguma maneira elas simbolizavam o novo rock inglês. Mas eu nunca vi nada sobre as duas bandas trabalhando juntas, nem mesmo se eram inimigas no estilo "britpop", como o Blur e o Oasis, por exemplo. Então, eu não sei se vocês eram amigos ou o quê e se essa percepção que nós brasileiros tínhamos fazia algum sentido. Há alguma conexão entre The Cure e The Smiths?
Eu nunca pensei em nada disso naquele momento. Tínhamos mais ligação com Echo and the Bunnymen, o New Order e Siouxsie and the Banshees. Essas eram as bandas com quem tínhamos a ver. Nunca houve nenhuma conexão com os Smiths. O Morrissey ficou muito magoado algumas vezes no passado e, no final, eu revidei na imprensa, o que desencadeou uma rixa que durou por uns dois anos.

Eu simplesmente nunca me conectei com eles. E isso não é uma crítica, é apenas um fato: algumas pessoas gostam, e outras pessoas não sacam. Eu sou uma das pessoas que não sacou.

Ouvi dizer que o clipe de "Lovecats" foi feito em uma casa que estava para alugar. Vocês pegaram a chave na imobiliária para visitar e gravaram lá. Isso é verdade?
Sim. A gente não tinha dinheiro o suficiente. Nós pegamos as chaves às 16h e falamos que devolveríamos na manhã seguinte, o que de fato fizemos, às 7h15.

Uma coisa que eu acabei de ler e gostaria de saber se é verdade: quando você era adolescente, você foi à escola com um vestido de veludo preto e apanhou de quatro garotos. Isso é verdade?
Sim, é verdade. Eu fiz isso por causa de uma aposta. Um amigo falou que eu não teria coragem e eu fiz.

Era um vestido da sua mãe?
Exatamente. Era um dos vestidos de noite dela. Eu mudei de roupa no meio da rua e fui pra escola andando. Foi engraçado porque teve um efeito muito grande. Quatro garotos foram me bater, e eu não era bom de briga.

Quantos anos você tinha?
Acho que uns 12.

O que você aprendeu com isso?
Eu estava passando por um período de mudanças e começando a me encontrar como pessoa, no mundo. Eu acho que eu estava com raiva da força bruta. Eu achava que nós vivíamos em um mundo bruto, arbitrário, e estava ressentido com isso. Estava tentando provar que havia espaço para coisas diferentes. Obviamente, não funcionou. Mas eu provei que era capaz de fazer algo diferente. Na época, havia umas cinco pessoas que foram muito compreensivas e me ajudaram.

Minha mãe acabou descobrindo porque eu devolvi o vestido num estado terrível. Eu tive que explicar de alguma maneira. Então, é, acho que eu olho para trás e vejo que se alguém diz que você não faria uma coisa e eu digo que faria, você não pode voltar atrás. Eu não sei, provavelmente eu faria a mesma coisa hoje.

Robert, obrigado e espero que você tenha um bom show no Brasil.
Eu estou muito animado. Mesmo sem você ser um adolescente, você deveria ir e reencontrar o seu jovem eu novamente.






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24 de março de 2013

Los vikingos 'emergen' de los glaciares por el calentamiento global

Los científicos han podido determinar que la túnica es del año 300 d.C. gracias a la prueba del carbono 14, la técnica de datación más fiable conocida hasta ahora para establecer la edad de muestras orgánicas de menos de 45.000 años. La datación revela que el glaciar no había sido tan pequeño desde hace unos 1.700 años. 
 
Además de esta pieza, un guante y un bastón vikingos, un zapato de cuero de la Edad de Bronce y antiguos arcos y cabezas de flechas, son algunos de los restos arqueológicos que el deshielo de los glaciares está permitiendo encontrar.

“Es preocupante que los glaciares se estén derritiendo, pero para los arqueólogos es emocionante", declaró Lars Piloe, arqueólogo danés, durante la presentación de la túnica previkinga, después de que los científicos revelaran su antigüedad. 

 “La túnica estuvo bien aprovechada: fue remendada varias veces”, dijo Marianne Vedeler, una  conservadora del Museo de Historia Cultural de Noruega, que añadió que su longitud revela que fue probablemente confeccionada para una persona de 1,76 metros de altura. 

23 de março de 2013

Agentes "compram" audiência nas redes sociais para valorizar artistas, diz blog

Uma investigação conduzida pelo blog "Newsbeat", da BBC, revelou que agentes de grupos musicais têm "comprado" estatísticas de audiência nas redes sociais para aumentar sua influência. Os números incluiriam quantidades de visualizações no Youtube, seguidores no Twitter e de "likes" no Facebook.

De acordo com o blog, é possível comprar cerca de 10 mil visualizações em um vídeo do Youtube por cerca de R$ 89. Haveria, inclusive, um mercado de compra de comentários de fãs, para que os números pareçam mais autênticos.

Uma empresa americana que monitora dados virtuais revelou ter uma lista de artistas suspeitos de comprar estatísticas de compartilhamento de conteúdo em redes sociais para aumentar sua popularidade nas gravadoras e nas rádios.

Artistas como Justin Bieber e Conor Maunard, por exemplo, foram descobertos pelas gravadoras após conseguirem milhões de visualizações em seus vídeos compartilhados na internet.

Em nota, o Twitter afirmou que manipular os números de seguidores de perfis vai contra as regras do microlog. "O Twitter faz varreduras constantes em seus servidores para verificar fraudes do tipo e se reserva no direito de excluir usuários, caso descubra irregularidades."

Responsáveis pelo Facebook disseram ao "Newsbeat" disseram que também pretendem excluir da rede social qualquer usuário que altere o número de "likes" em suas postagens com fins lucrativos. Eles aconselham também os usuários que receberem ofertas de dinheiro para "curtir" um determinado comentário a denunciarem o proponente.

Já o YouTube concorda que manipular a audiência de um vídeo vai contra a política do site, mas pode acontecer. O site estimula a denúncia desses usuários e promete puní-los com a exclusão. 




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Boas notícias superam as ruins nas redes sociais

Más notícias vendem. Se há sangue, há destaque. Ausência de notícia é uma boa notícia, e boas notícias não são notícia.

Essas são as regras clássicas para a programação noturna de TV e para os jornais da manhã, baseando-se parcialmente em estatística (audiência e circulação) e parcialmente nos instintos selvagens dos produtores e dos editores. Guerras, terremotos, pragas, alagamentos, incêndios, crianças doentes, cônjuges assassinados --o sofrimento e o caos são proporcionais à cobertura jornalística.

Mas agora que a informação está sendo espalhada e monitorada de diferentes maneiras, pesquisadores estão descobrindo novas regras. Examinando o cérebro das pessoas e rastreando seus e-mails e suas postagens on-line, neurocientistas e psicólogos descobriram que boas novas podem se espalhar mais rapidamente e chegar mais longe que desastres e narrativas convulsivas.

Viktor Koen/The New York Times

"A regra 'se há sangue' funciona para a mídia de massa que simplesmente deseja que você sintonize", diz Jonah Berger, psicólogo social da Universidade da Pensilvânia. "Eles querem seus globos oculares e não ligam para como você está se sentindo. Mas quando você compartilha uma mensagem com seus amigos e parentes, você se preocupa muito mais com como eles reagirão. Você não quer que você seja a Debbie Downer [antiga personagem do programa Saturday Night Live que interrompia conversas com opiniões negativas, para desânimo geral]."

Pesquisadores, ao analisar comunicação pessoal (como e-mails, postagens na web e conversas face a face) descobriram que ela tende a ser mais positiva que negativa, mas isso não necessariamente significa que as pessoas preferem boas novas. Seriam as notícias positivas mais compartilhadas simplesmente porque as pessoas sentem-se melhor ao recebê-las?

Para averiguar essa possibilidade, o doutor Berger observou como as pessoas espalham um determinado conjunto de notícias: os milhares de artigos do site do "New York Times". Ele e Katherine Milkman, colega de universidade, analisaram a lista de artigos mais enviados durante seis meses, comparada a fatores como o destaque dessas reportagens na página inicial do site.

Uma de suas primeiras conclusões a serem divulgadas --que eu ainda considero o mais importante descobrimento sociológico do século passado-- foi que artigos e colunas da seção de ciência eram muito mais propícias ao envio por e-mail do que os demais. Ele descobriu que a ciência despertava um sentimento de deslumbramento, o que levava os leitores do "Times" a compartilhar esta emoção positiva com outros.

TRISTEZA NÃO TEM VEZ

Os leitores também tendiam a compartilhar artigos empolgantes ou engraçados, e também os que inspiravam emoções negativas como indignação ou ansiedade, mas não os que causavam meramente tristeza. Havia a necessidade de os leitores serem estimulados de uma maneira ou de outra, e eles preferiam notícias boas às ruins. Mais intenso o caráter positivo de uma reportagem, maior a chance de ela ser compartilhada, como Berger explica em seu novo livro, "Contagious: Why Things Catch On" ("Contagiante: por que as coisas pegam").

"Histórias de gente chegando em Nova York e se apaixonando pela cidade", escreve o pesquisador, têm chance maior de serem enviadas do que "textos que detalham a morte de um popular funcionário de zoológico." Debbie Downer não é páreo para Polly Positive (algo como "Patrícia Positiva"), pelo menos entre os leitores do "Times".

Em outra tentativa de entender o que é digno de burburinho, neurocientistas examinaram o nível de atividade do cérebro de pessoas enquanto elas ouviam novas ideias. Então, observavam quais delas eram passadas para a frente.

Você poderia imaginar que as pessoas contavam as ideias mais memoráveis --as que geraram maior atividade na região responsável pelo processamento e pelo acesso das memórias. Mas isso não é o que aconteceu durante os experimentos, conduzidos por Emily Falk junto de colegas na Universidade de Michigan e pesquisadores na Universidade da Califórnia, Los Angeles.

As ideias que foram contadas ativavam outras regiões cerebrais: as associadas à cognição social --pensamentos sobre outras pessoas. Se essas regiões eram acionadas quando algo era ouvido, as pessoas ficavam mais propensas a falar entusiasticamente sobre a ideia, e ela continuaria a ser espalhada.

"Poder-se-ia esperar que pessoas se empolgassem mais em espalhar ideias que lhes entusiasmam", diz Falk. "Mas nossa pesquisa sugere que essa não é a história toda. Pensar sobre o que poderia chamar a atenção das outras pessoas pode ser ainda mais importante."

EU, EU E EU

Esta consciência social vem ao caso quando pessoas estão compartilhando informações sobre seu artigo preferido entre todos: eles próprios. Isso é intrinsecamente aprazível e ativa as regiões do cérebro associadas a recompensas como comida, como foi demonstrado em um estudo por Diana Tamir e Jason Mitchell, de Harvard. Na verdade, o estudo mostra, isso é tão prazeroso que pessoas podem abrir mão de dinheiro em nome de falar sobre si mesmas.

Pesquisas anteriores acerca das conversas corriqueiras mostraram que um terço delas é dedicado a si próprio, mas hoje tal tópico se tornou uma obsessão, graças às redes sociais. Pesquisadores da Universidade Rutgers classificam 80% dos usuários do Twitter como personas virtuais cujo assunto principal é "tudo sobre mim".

O resultado é ainda mais "Patrícia Positiva", e não só porque as pessoas são contumazes adeptas do que os psicólogos chamam de "self-presentation" (autoapresentação): apontar sua própria maravilha. Enquanto as pessoas sempre disseram coisas boas sobre si em conversas tradicionais e deixaram os comentários pejorativos para outros, hoje elas se mostram muito mais meticulosas quando divulgam textos por e-mail, Facebook e Twitter.

Na maior parte das conversas orais, não temos tempo de pensar na coisa correta a dizer", diz Berger. "Preenchemos as lacunas conversacionais com o que está na superfície da consciência. Mas, quando você está escrevendo algo, você pode tardar para construir e refinar o que vai dizer, assim isso contém uma melhor apresentação de si mesmo."

Os experimentos de Berger mostraram que as pessoas dizem mais coisas positivas quando estão falando a um público maior, em vez de somente uma pessoa --um resultado que ajuda a explicar as viagens perfeitas que aparecem incessantemente no Facebook.

MUNDO INJUSTO

Mas todas essas coisas boas fazem, de fato, com que a plateia se sinta melhor? Não necessariamente. Um estudo da Universidade do Vale de Utah mostrou que quanto mais tempo uma pessoa passa no Facebook, mais ela pensa que a vida é injusta e que ela é menos feliz que seus "amigos".

Resultados parecidos foram observados em uma pesquisa realizada na Alemanha por um time liderado por Hanna Krasnova, que recentemente relatou "inveja de natureza rampante" e outras "emoções invejosas" entre os usuários mais frequentes do Facebook.

"A presença ubíqua da inveja em redes sociais compromete a satisfação dos usuários em relação à vida", concluem os pesquisadores alemães, descrevendo esse fenômeno como a "espiral de autopromoção e inveja."

Esse vórtice dificilmente soa como uma tendência positiva, mas há provavelmente uma maneira rápida de revertê-la: ligar a TV. Os produtores e os editores de meios de comunicação de massa sempre souberam uma maneira de amenizar a inveja. Depois de eles vasculharem o planeta para canalizar calamidade e caos até a sala de estar, até mesmo o mais miserável habitante de sofá saberá que há alguém, em algum lugar, em situação pior.

Tradução de YURI GONZAGA




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RapidShare limitará contas gratuitas a 5 GB e apagará arquivos

O site de compartilhamento e de armazenamento de arquivos RapidShare anunciou um limite retroativo de 5 gigabytes (GB) para contas gratuitas. Quem armazena mais de 5 GB de dados no serviço corre o risco de ter seus arquivos removidos. Para aumentar o limite, é preciso pagar pelo serviço "RapidPro". Não há um anúncio público no site do RapidShare sobre a mudança, apenas um esclarecimento na seção de perguntas frequentes (acesse aqui). Usuários do serviço teriam começado a receber notificações ainda na semana passada.

Em uma conta RapidShare com 30 GB de dados, por exemplo, 25 GB serão removidos. A remoção priorizará arquivos na "lixeira" do serviço on-line, arquivos "grandes" e arquivos de nomes iguais com datas diferentes (os mais velhos são removidos primeiro).

O espaço disponível para contas gratuitas era ilimitado, mas havia um limite de download diário. Quem não quiser pagar e não tiver cópias locais dos arquivos deve baixar os arquivos que estão armazenados no RapidShare, obedecendo ao limite de 1 GB por dia (3 GB se utilizar todas as formas de compartilhamento do serviço).

Para um mês de armazenamento, os custos do RapidShare são de 10 euros (R$ 25) para 250 GB e 20 euros (R$ 50) para 500 GB. Para 2 terabytes (TB), o preço mensal pode chegar a 120 euros (cerca de R$ 300).

O RapidShare ficou conhecido como plataforma para compartilhamento de arquivos, inclusive a distribuição não autorizada de filmes e músicas. Pressionado pela indústria fonográfica, o site alterou diversas vezes sua política de uso, limitando a velocidade de arquivos em contas gratuitas para ser "menos interessante" aos piratas. O serviço, que já esteve entre os 100 mais acessados da internet, ocupa hoje a 372ª posição no ranking da Alexa.

Os 5 GB de limite da conta gratuita do RapidShare são suficientes para armazenar até 5 filmes em qualidade razoável, 70 CDs de música ou 5 mil livros.




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Pirataria não prejudica vendas legais de música digital, diz União Europeia

As vendas de música pela via legal na internet não são afetadas pelo compartilhamento de arquivos, diz um estudo do Centro Comum de Pesquisa da UE (União Europeia), divulgado nesta quarta (20).

A pesquisa, que monitorou os hábitos de 16 mil europeus durante um ano, também disse que serviços de "streaming", como Grooveshark e Spotify, impulsionam o comércio formal de música.

Folhapress
Pirataria não prejudica venda de música digital, diz estudo
Pirataria não prejudica venda de música digital, diz estudo

No estudo, intitulado "Consumo de música digital na internet: evidência dos dados de cliques" e assinado pelos pesquisadores Bertin Martens e Luis Aguiar, os autores dizem que, na ausência de opções gratuitas, as pessoas simplesmente não acessariam a música.

"Apesar de haver infração de propriedade intelectual, é provável que haja muito dano ao faturamento das empresas de música digital", dizem os autores.

A IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica), representante das gravadoras, pronunciou-se sobre as conclusões, dizendo que o estudo é "enganador, tem falhas e é desconectado da realidade comercial."

"As conclusões sejam baseadas em uma visão limitada do mercado e se opõem a um grande volume de pesquisas independentes, que confirmam o impacto negativo da pirataria no mercado legítimo de música", diz o comunicado da organização.




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Para Nasa, Voyager ainda não deixou Sistema Solar

A possibilidade de que a sonda Voyager-1 tenha deixado o sistema solar, como chegou a ser divulgado, passou a ser questionada, após a Nasa (agência espacial americana), que controla a sonda, ter discordado da opinião de cientistas.

Para a Nasa, a Voyager ainda permanece no sistema solar, apesar de pesquisadores terem afirmado que a sonda já estaria fora da influência do Sol.

Lançada em 1977, a sonda foi criada inicialmente para estudar os planetas mais afastados da Terra, mas continuou viajando pelo espaço. Calcula-se que a região interestelar esteja a mais de 18 bilhões de quilômetros da Terra, ou 123 vezes a distância entre nosso planeta e o Sol. Atualmente, as mensagens de rádio da Voyager-1 levam 16 horas para chegar ao nosso planeta.

A Voyager-1 vinha monitorando mudanças no ambiente ao seu redor que sugeriam a proximidade da fronteira do Sistema Solar (Foto: Nasa/BBC)A Voyager-1 vinha monitorando mudanças no ambiente ao seu redor que sugeriam a proximidade da fronteira do Sistema Solar (Foto: Nasa/BBC)

A Voyager-1 caminha para se aproximar de uma estrela chamada AC +793888, mas só chegará a dois anos luz de distância da estrela - e levará cerca de 40 mil anos para fazê-lo.
Na terça-feira (19), a União Geofísica Americana confirmou que a sonda teria deixado a heliosfera - a bolha de gás e campos magnéticos que têm origem no Sol.

Detecção de raios cósmicos
A Voyager-1 vinha monitorando mudanças no ambiente ao seu redor que sugeriam a proximidade da fronteira do Sistema Solar - a chamada heliopausa. A sonda havia detectado um aumento no número de partículas de raios cósmicos vindo do espaço interestelar em sua direção e, ao mesmo tempo, um declínio da intensidade de partículas energéticas vindo do Sol.

Uma grande mudança, que os cientistas chamaram de "heliopenhasco", aconteceu em 25 de agosto de 2012.

"Em poucos dias, a intensidade heliosférica da radiação caiu e a intensidade de raios cósmicos subiu, como era de se esperar quando se sai da heliosfera", explicou o professor Bill Webber da Universidade Estadual do Novo México, em Las Cruces.

A Voyager-1 foi lançada em 5 de setembro de 1977 e sua "sonda irmã", a Voyager-2, em agosto do mesmo ano. O objetivo inicial das duas sondas era investigar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno - tarefa que completaram em 1989.

Em seguida, elas foram enviadas para mais além no espaço, na direção do centro da Via Láctea. No entanto, suas fontes de energia, feitas de plutônio, devem parar de produzir eletricidade em cerca de 10 a 15 anos, quando seus instrumentos e transmissores irão parar de funcionar.

As Voyagers se tornarão "embaixadores silenciosos" da Terra enquanto se movem pela galáxia. Ambas transportam discos de cobre banhados a ouro com gravações de saudações em 60 línguas, amostras de música de diferentes culturas e épocas, sons naturais da Terra e outros sons produzidos pelo homem.





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Disco do Pink Floyd entra para acervo da Biblioteca do Congresso americano

Prestes a completar 40 anos de seu lançamento, o disco "Dark Side of the Moon", do Pink Floyd, foi escolhido para ser preservado na Biblioteca do Congresso americano, ao lado de hits de Simon e Garfunkel, Chubby Checker e a trilha sonora de "Os Embalos de Sábado à Noite".

Lançado em 1973, o disco do Pink Floyd passou mais de 700 semanas na lista de álbuns mais vendidos da Billboard. Segundo a biblioteca, a obra é "uma produção inovadora e brilhante a serviço da música".

Divulgação
A célebre capa de "Dark Side of the Moon" (1973), disco do Pink Floyd
A célebre capa de "Dark Side of the Moon" (1973), disco do Pink Floyd

O single "The Sound of Silence", de Simon e Garfunkel, também receberá a honraria. Lançado originalmente em 1964, ele não obteve o sucesso esperado. Um ano depois, a música foi relançada pela gravadora numa nova versão, que impulsionou a carreira da dupla.

A letra fala sobre a morte de John Kennedy, em novembro de 1963.

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Já Chubby Checker foi lembrado pela biblioteca por seu hit de 1960, "The Twist". Segundo a instituição, a música é um "símbolo da energia e da animação" dos anos 1960.

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Por fim, a trilha sonora de "Os Embalos de Sábado à Noite", repleta de músicas dos Bee Gees, se tornou um sucesso logo em seu lançamento, em 1977, vendendo 15 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos.

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Fundador da Amazon resgata motores da Apollo 11 no mar

O fundador da Amazon, Jeff Bezos, anunciou nesta quarta-feira que alcançou seu objetivo de recuperar os motores da Apollo 11, que levou o astronauta Neil Armstrong e sua equipe à Lua e que estavam no oceano Atlântico há mais de 40 anos.

"Encontramos muitas coisas", afirmou Bezos ao pisar em terra após três semanas no mar em sua missão chamada 'Bezos Expeditions'.

"Descobrimos um maravilhoso mundo submarino, um incrível jardim de esculturas de motores F-1 entrelaçados que contam a história de um final violento, que serve de prova do programa Apollo", escreveu.

Bezos apontou que sua equipe irá realizar um trabalho de restauração, apesar de os números originais de série dos motores já terem sido apagados, o que complicou a sua identificação.

Divulgação Bezos Expeditions
Técnicos averiguando um dos componentes do motor da Apollo 11 resgatado no mar
Técnicos averiguando um dos componentes do motor da Apollo 11 resgatado no mar

"Os objetos em si são magníficos. Fotografamos muitos objetos belos no lugar e recuperamos muitas peças de qualidade. Cada peça que trazemos evoca, para mim, milhares de engenheiros que trabalharam de forma conjunta para conseguir o que, naquele momento, se pensava que seria algo impossível", confessou.

Bezos afirma que sua equipe terá componentes principais suficientes para realizar uma exposição dos dois motores de voo F-1 e que a restauração estabilizará o hardware e impedirá uma maior corrosão.

"Queremos que o hardware nos conte sua verdadeira história, incluindo sua reentrada na atmosfera a 8.000 quilômetros por hora e o impacto na superfície do oceano", afirmou.

Ainda não se sabe quando ou onde serão expostos os objetos, mas Bezos pretendia colocá-los no Museu Nacional do Ar e do Espaço Smithsonian de Washington.

Os motores impulsionaram o astronauta Neil Armstrong e sua equipe em uma viagem à Lua, em 1969, e se encontravam submersos nas profundezas do Oceano Atlântico, onde foram encontrados com o uso de sofisticados equipamentos de tecnologia de sonar.

Bezos recorreu a fundos privados para trazer à superfície os motores F-1 que estavam submersos a 4.267 metros de profundidade.

"Este é um achado histórico e parabenizo a equipe por sua determinação na recuperação destes importantes artefatos de nossos primeiros esforços para enviar seres humanos além da órbita da Terra", afirmou o diretor da agência espacial americana, Charles Bolden, que recebeu a notícia com alegria.

"Esperamos ansiosamente a restauração destes motores por parte da equipe de Bezos e aplaudimos o desejo de Jeff de fazer com que estes artefatos históricos sejam expostos ao público", acrescentou.





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Universo é mais velho do que se pensava

O Universo é um pouco mais velho do que se imaginava e a sua expansão após o Big Bang ocorreu de forma mais lenta do que se pensava, revelam os dados mais recentes do satélite Planck, da Agência Espacial Europeia.

A revisão de números corrigiu a idade do cosmo de 13,7 bilhões para 13,8 bilhões de anos, e sua taxa de crescimento foi reduzida em 3%. Além disso, a energia escura, a forma predominante de tudo o que há no Cosmo, é menos abundante do que se imaginava (veja quadro acima).

O Planck, lançado em 2009, investiga o Universo primordial mapeando flutuações de temperatura que enxerga em diferentes direções no céu. Para isso, capta a radiação cósmica de fundo: a luz emitida pelo Universo apenas 370 mil anos após o Big Bang, mas que ainda permeia o espaço, viajando na forma de micro-ondas.

Editoria de Arte/Folhapress

Apesar de as correções feitas pelas medições do Planck serem pequenas, elas são importantes, afirmaram ontem cientistas em entrevista coletiva em Washington (a missão é europeia, mas tem forte participação da Nasa). Os físicos dizem que o aumento da certeza sobre esses números permitirá a construção de equipamentos mais precisos para investigar os enigmas da cosmologia.

Entre eles estão a energia escura, cuja natureza ainda é desconhecida, e a matéria escura, que exerce gravidade mas não interage com a luz.

"Uma das coisas que o Planck faz bem é determinar parâmetros que precisam ser conhecidos pelos experimentos que tentam explicar como a energia escura e a matéria escura modificam a história de expansão do Universo", disse Martin White, da Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos físicos que analisaram os dados.

"Durante anos, os criadores desses experimentos esperaram o Planck para pegar carona no aumento de precisão que ele providenciou."

Minúcias à parte, os dados que o satélite coletou se encaixam bem nas previsões das principais teorias da cosmologia. Os dados confirmam o evento que os cosmólogos batizaram de "inflação": um período de expansão acelerada logo após o Big Bang. Acredita-se que seja ele o responsável por o Universo não ser hoje uma mera nuvem homogênea de matéria, sem galáxias ou planetas.

O novo mapa mostra que a matéria parece estar distribuída aleatoriamente, mas não totalmente a esmo, e sugere que as teorias que tentam explicar a inflação de maneira mais complicada devem ser abandonadas em favor de um modelo mais simples.

Apesar de o panorama revelado pelo Planck ser o de um Universo majoritariamente homogêneo, algumas anomalias têm despertado o interesse dos cientistas.

Uma delas é uma região grande do Cosmo que é mais fria do que outras, representada por uma mancha azul na parte direita do mapa. Outro problema é que uma das metades do mapa concentra mais áreas quentes do que a outra, uma assimetria não prevista pelas teorias.

"Essas coisas já eram conhecidas, mas eram um pouco controversas", afirmou o astrofísico Krzysztof Gorski, do JPL, em referência aos dados do satélite WMAP, que mapeou a radiação cósmica de fundo antes do Planck, mas com menor precisão.

Esse desvios, porém, não invalidam os modelos cosmológicos reinantes, dizem os físicos. Teorias mais precisas precisam ser elaboradas e testadas no futuro para explicar as anomalias.





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Twitter chega aos 7 anos com 40% de usuários que não tuítam


Cerca de 40% dos usuários do Twitter usam a
rede social só para acompanhar notícias e
novidades (Foto: BBC)

O microblog Twitter completou sete anos de existência nesta quinta-feira (21).

Muitas vezes louvado por permitir interações entre usuários de diferentes partes do mundo e até entre pessoas famosas e seus fãs, cerca de 40% dos usuários do Twitter não escrevem mensagens, conhecidas como tuítes.

Em vez disso, usam a ferramenta social somente para acompanhar notícias e as novidades das pessoas que seguem.

A rede social conta com 200 milhões de usuários em todo o mundo, que enviam, em média, cerca de 400 milhões de breves mensagens de no máximo 140 caracteres.

Entre os usuários mais célebres de Twitter há desde nomes como o cantor Justin Bieber, que possui mais de 36 milhões de seguidores, seguido de perto pela cantora Lady Gaga, com mais de 35 milhões, e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com mais de 28 milhões.

A rede social não é, no entanto, para todos os gostos. O editor da revista satíritica britânica Private Eye, Ian Hislop, afirma que homens de meia idade que usam a rede social se assemelham a ''pais dançando em cerimônias de casamento''.

O serviço, lançado originalmente em 2006 por Jack Dorsey, se chamava originalmente ''stat.us'' e em seguida passou a se chamar ''twittr''.

Dorsey diz ter se inspirado no LiveJournal, surgido em 2000, uma comunidade virtual em que usuários podem manter um blog. Nos anos seguintes, Dorsey procurou elaborar um ''LiveJournal mais vivo, mais atualizado, em tempo real''.

Atualmente, as pessoas usam o Twitter para fazer campanhas, compartilhar e discutir notícias, angariar fundos, propor alguém em casamento e até desafiar autoridades.

O Brasil é hoje em dia o segundo país com o maior número de usuários em todo o mundo. Mais de 33,3 milhões de brasileiros possuem contas no Twitter, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que contam com cerca de 108 milhões de usuários.


Source: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/03/twitter-chega-aos-7-anos-com-40-de-usuarios-que-nao-tuitam.html



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Documentário conta história por trás de disco do The Who

Imperdível!

Em 1973, poucos anos após a estreia de sua primeira ópera-rock, "Tommy", a banda britânica The Who lançou o disco "Quadrophenia", seu sexto trabalho de estúdio.

O garoto cego, surdo e mudo Tommy da primeira ópera dá lugar, neste álbum, a Jimmy, um rapaz que sofre de uma personalidade quádrupla --a "quadrophenia"--, cada uma delas associada a um integrante da banda.

O documentário "Quadrophenia: Can You See the Real Me?", que conta a história por trás do disco, estreia hoje, às 21h30, no canal BIS.

Associated Press
Os integrantes da banda The Who em foto dos anos 1970
Os integrantes da banda The Who em foto dos anos 1970

A produção conta com entrevistas com os integrantes vivos da banda, depoimentos do baterista Keith Moon --morto em 1978-- e do baixista John Entwistle --morto em 2002-- e imagens de arquivo.

O filme busca retratar o que acontecia por trás das gravações -seus agentes usavam drogas, o estúdio estava em construção, o baterista bebia demais. Apesar dos obstáculos, o disco foi classificado pelo guitarrista Pete Townshend como o "último grande disco da banda".

Entre as faixas estão "I'm the One", "Doctor Jimmy" e "Love Reign O'er Me".

NA TV
Quadrophenia: Can You See the Real Me?
Exibição do documentário
QUANDO sábado (23), às 21h30, no BIS
CLASSIFICAÇÃO não informada






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Vulcões causaram extinção em massa de animais, diz estudo


Um estudo publicado pela renomada revista "Science", na edição desta semana, traz evidências de que a atividade intensa de vulcões há cerca de 200 milhões de anos provavelmente levou à extinção de cerca de metade das espécies de animais da Terra no período, conhecido como o fim do Triássico.

A pesquisa foi realizada por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), da Universidade de Columbia, da Universidade Rutgers e da Universidade Stony Brook, todas nos EUA.

A intensa atividade vulcânica liberou quantidades enormes de gases na atmosfera do planeta no período, que alteraram abruptamente as condições climáticas. As novas condições modificaram o habitat das espécies tanto nos oceanos quanto em terra firme, dizem os pesquisadores. Os indícios apontam que as mudanças climáticas ocorreram tão subitamente que os animais não foram capazes de evoluir e se adaptar.

Para chegar ao resultado, os pesquisadores analisaram amostras de rochas coletadas em regiões dos EUA e do norte da África, incluindo Marrocos, além da Inglaterra e de outros locais do mundo. A datação do desaparecimento abrupto das espécies, há cerca de 200 milhões de anos, bate com as evidências de erupções vulcânicas gigantescas ocorridas na mesma época.

Algumas das espécies extintas foram peixes com aparência de enguia, pertencentes à classe Conodonta; animais com características de mamíferos, de espécies pertencentes à classe Therapsida; e várias espécies de répteis primitivos, entre outros.

Dinossauros
Para os cientistas, a extinção ocorrida no fim do Triássico provavelmente abriu caminho para o surgimento dos dinossauros, que dominaram o planeta pelos 135 milhões de anos seguintes, até chegarem à extinção, há aproximadamente 65 milhões de anos.

A teoria de que as espécies sofreram uma extinção massiva no fim do Triássico vinculada ao vulcanismo não é nova, afirmam os pesquisadores. Eles, no entanto, afirmam ter encontrado evidências mais fortes que comprovam a ideia, e apontam que as hipóteses anteriores consideravam que o processo levou milhões de anos, o que eles avaliaram como errado.

A previsão, segundo a análise de rochas, é de que a atividade vulcânica que levou à extinção das espécies durou entre 20 e 30 mil anos, e não milhões de anos, de acordo com o estudo. Entre outras técnicas, os cientistas analisaram o decaimento de isótopos de urânio para medir a idade precisa do basalto deixado pelo magma lançado pelas erupções.

"Este não deve ser o fim das perguntas sobre o mecanismo exato que levou à extinção massiva. No entanto, a proximidade entre o período da atividade vulcânica e o desaparecimento dos animais é bastante evidente", disse o geólogo Paul Olsen, um dos autores do estudo.

Source: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/03/vulcoes-causaram-extincao-em-massa-de-animais-diz-estudo.html



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Blizzard lança primeiro game gratuito ‘HearthStone: Heroes Of Warcraft’


A produtora e desenvolvedora de games Blizzard revelou o jogo de estratégia on-line baseado em cartas "HearthStone: Heroes Of Warcraft", seu primeiro game gratuito, nesta sexta-feira (22). O card game on-line inspirado no universo do game multiplayer on-line "World of Warcraft", da Blizzard, já conta com uma página de apresentação em português, incluindo trailer e cadastro para a versão de testes (veja aqui).

O game foi apresentado nesta sexta-feira durante a feira PAX East, em Boston, nos Estados Unidos. Segundo a Blizzard, este também é o primeiro título da empresa a contar com uma versão para iPad, além de PCs e Macs.

O jogo será lançado este ano, mas ainda não há uma data específica. A primeira onda de convites para o beta será distribuída nos Estados Unidos, durante o verão americano - entre junho e julho - e posteriormente a outros países, informou a empresa ao G1.

A principal inspiração de "HearthStone: Heroes Of Warcraft" é o card game "Magic". Na apresentação durante a PAX East, os próprios fundadores da Blizzard mostraram fotos do final da década de 80 quando jogavam "Magic" na sede da empresa, na Califórnia.

De acordo com a Blizzard, o título criado por uma equipe de 15 desenvolvedores não tem as grandes proporções dos jogos anteriores e é um pouco diferente do que a empresa fez no passado".

"HearthStone: Heroes Of Warcraft" tem mais de 300 tipos diferentes de cartas, sendo cinco por pacote. Os jogadores podem ganhar ou comprar cartas, que custarão "em torno de um dólar", informou a Blizzard.





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Jogo clássico do Tio Patinhas será relançado em alta definição


Tio Patinhas volta com gráficos em HD no remale de 'DuckTales' (Foto: Divulgação/Capcom)
Tio Patinhas volta com gráficos em HD no remale de 'DuckTales' (Foto: Divulgação/Capcom)

O game clássico do NES, antigo console de 8-bit da Nintendo, "DuckTales", que tem o personagem Tio Patinhas como protagonista, receberá um remake em alta definição. O título para os videogames, chamado de "DuckTales Remastered" será lançado por meio de download no verão norte-americano (entre junho e agosto) para PlatStation 3, Xbox 360 e Wii U.

De acordo com a produtora Capcom, o jogo tem como base as fases e o layout do original de 1989 e procurou melhorar a experiência do jogador. Todos os visuais do jogo de 8-bit foram recriados com sprites desenhados e animados à mão colocados em cenários reimaginados. Além disso, a empresa usa as vozes originais da Disney Character Voices, incluindo alguns do próprio desenho da TV em inglês. As músicas clássicas do desenho estarão no título, que terá legendas em português.

A empresa ainda afirma que o jogo terá uma fase que ensinará os gamers com o esquema de jogo tradicional. Haverá ranking global para ver quem é o melhor jogador de "DuckTales".

'DuckTales' é um dos games clássicos do console de 8-bit da Nintendo, o NES (Foto: Divulgação/Capcom)
'DuckTales' é um dos games clássicos do console de 8-bit da Nintendo, o NES (Foto: Divulgação/Capcom)

'Dungeons & Dragons' retorna
Os populares games de ação para fliperamas baseado na série "Dungeons & Dragons",  "D&D: Tower of Doom", de 1993, e "D&D: Shadow Over Mystara", serão relançados para os videogames em uma coletânea chamada "Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara". Ambos os títulos serão chegam com gráficos atualizados em alta definição e uma série de outras melhorias.

Previsto para ser lançado digitalmente no PlayStation 3, Xbox 360, Wii U e PC em junho, o título está sendo desenvolvido para a Capcom pela Iron Galaxy, e terá o preço de R$ 31 no Brasil, de acordo com a produtora.

Assim como nos fliperamas, até quatro jogadores poderão escolher sua classe de personagem para enfrentar feras míticas do universo "Dungeons & Dragons" com golpes corpo a corpo, ataques de longa distância e magias. Os gamers poderão chamar amigos para partidas cooperativas on-line, permitindo entrar e sair da partida a qualquer momento.

Jogo de fliperama 'Dungeons & Dragons' ganha versão em HD (Foto: Divulgação/Capcom)
Jogo de fliperama 'Dungeons & Dragons' ganha versão em HD (Foto: Divulgação/Capcom)





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21 de março de 2013

Pessoas feministas são mais felizes no amor

Toma essa, Christian Grey.

Psicólogos da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, conversaram com mais de 500 pessoas (homens e mulheres) para descobrir a relação entre feminismo e felicidade no amor. Entre eles, 242 ainda faziam faculdade, enquanto outros 289 eram um pouco mais velhos – média de 26 anos –, e namoravam há mais de 4 anos. Os pesquisadores perguntaram a eles se simpatizavam com algumas ideias feministas, aprovavam mulheres que se dedicam à carreira e se o atual parceiro era machista ou não. Também contaram sobre a qualidade e estabilidade do namoro e satisfação sexual.

E os feministas levaram a melhor em vários pontos. A vida sexual deles era muito mais saudável: eles se diziam mais felizes com sexo do que os casais com um pézinho nomachismo. Além disso, os relacionamentos se mostravam muito mais estáveis. E isso valia para homens e mulheres feministas. De forma geral, pessoas favoráveis àigualdade entre os gêneros constroem namoros mais felizes do que os casais machistas.

Os pesquisadores ainda não descobriram por que o feminismo pode melhorar os relacionamentos. Mas desconfiam de alguns motivos. Por exemplo, homens feministas apoiam e entendem melhor suas namoradas. E quando se juntam a mulheres também feministas se livram da pressão de bancar todas as despesas do casal. Bem melhor assim.

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/pessoas-feministas-sao-mais-felizes-no-amor/

20 de março de 2013

Caçadores matam 89 elefantes na África, incluindo filhotes, diz WWF


Grupo de elefantes no Chade, na África (Foto: Divulgação/IFAW)
Grupo de elefantes no Chade, na África Central
(Foto: Divulgação/IFAW)

Ao menos 89 elefantes foram mortos por caçadores na última semana nos arredores da cidade de Ganba, no Chade, na região  central da África, informou a organização ambientalista WWF nesta terça-feira (19).

Entre os animais mortos estavam 33 fêmeas em período de aleitamento e 15 filhotes, ressaltou uma nota da ONG, citada pela agência de notícias AFP.

Os caçadores eram cerca de 50 homens a cavalo, segundo líderes locais citados pelo comunicado. Eles afirmaram que o exército do Chade foi enviado para "parar os suspeitos".

As mortes teriam ocorrido em uma única noite, segundo a agência AFP. É um dos piores incidentes de caça na região desde o massacre de mais de 300 elefantes em um parque nacional nos Camarões, em fevereiro de 2012, ressaltou a WWF.

Um chefe de campanha da ONG na África Central, Bas Huijbregts, disse haver evidências de que os responsáveis pela morte dos 89 elefantes são do mesmo grupo de caçadores que mataram os 300 elefantes em Camarões. Eles seriam provenientes do Sudão, segundo Huijbregts.

"Este incidente no Chade coloca em evidência a necessidade de uma abordagem regional para lutar contra a caça", acrescentou o ambientalista, que organiza a campanha contra o comércio ilegal de animais selvagens da WWF naquela região africana.

Em algumas áreas da África Central, os caçadores se aproveitam da falta de fiscalização nas fronteiras para circular de um país para o outro. Parte do dinheiro deste tráfico de animais serve para financiar grupos africanos armados, informa a WWF.

"Contudo, apenas o fim da procura por marfim em países como a Tailândia ou a China asseguraria a sobrevivência dos elefantes na África Central", considerou Huijbregts.

O preço do quilo do marfim ultrapassou os US$ 2 mil no mercado negro asiático, por causa da demanda em constante aumento, informa a agência AFP.

Segundo um relatório da WWF de dezembro de 2012, citado pela AFP, a caça de elefantes, com um lucro estimado de US$ 19 bilhões por ano, tornou-se o quarto maior mercado ilegal do mundo, atrás das drogas, da falsificação de dinheiro e do tráfico de pessoas.






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